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domingo, 7 de novembro de 2010

Download - Revista Crochet Verão n.22

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Squares em crochet 6

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Download - Revista Pintura em Madeira para o Natal

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Voem juntos...mas nunca amarrados

Conta uma velha lenda dos índios Sioux que, uma vez, Touro Bravo, o mais valente e honrado de todos os jovens guerreiros e Nuvem Azul, a filha do cacique, uma das mais formosas mulheres da tribo, chegaram de mãos dadas na tenda do velho feiticeiro da tribo e falaram:

Nós nos amamos e vamos nos casar. E nos amamos tanto que queremos um feitiço, um conselho, ou um talismã. Alguma coisa que garanta que poderemos ficar sempre juntos. Que nos assegure que estaremos um ao lado do outro até a morte.

O velho sábio, ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse: Tem uma coisa a ser feita, mas é uma tarefa muito difícil e sacrificada...

Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte desta aldeia e, apenas com uma rede e tuas mãos, caçar o falcão mais vigoroso do monte e trazê-lo com vida, até o terceiro dia depois da lua cheia.

E tu, Touro Bravo, deves escalar a montanha do trono, onde encontrarás a mais brava de todas as águias. Somente com as tuas mãos e uma rede, deverás apanhá-la, trazendo-a viva.

Os jovens abraçaram-se com ternura, e logo partiram para cumprir a missão recomendada. No dia estabelecido, na frente da tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as aves dentro de um saco.

O velho pediu que, com cuidado, as tirassem dos sacos e viu que eram belos exemplares...

E, agora, o que faremos? Perguntou o jovem.

Nós as matamos e depois bebemos à honra de seu sangue? Ou cozinhamos e depois comemos o valor da sua carne? Propôs a jovem.

Não! Disse o feiticeiro. Apanhem as aves e as amarrem entre si pelas patas, com essas fitas de couro.Quando estiverem amarradas, soltem-nas, para que voem livres...

O guerreiro e a jovem fizeram o que lhes foi ordenado, e soltaram os pássaros...

A águia e o falcão tentaram alçar voo, mas apenas conseguiram saltar pelo terreno.

Minutos depois, irritadas pela incapacidade de voar, as aves jogavam-se uma contra a outra, bicando-se até se machucar.

E o velho disse:

Jamais esqueçam o que estão vendo... Este é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão... Se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, viverão arrastando-se e, cedo ou tarde, começarão a machucar-se mutuamente.

Se quiserem que o amor entre vocês perdure... voem juntos... mas nunca amarrados.

A volta

Foi durante a limpeza do quintal. O pai, Bruce, juntava as folhas com o ancinho, recolhia os galhos quebrados pelo furacão da véspera.

Então, olhou para o filho e teve um impulso de abraçá-lo.

Ele o levantou, o beijou e lhe disse como se sentia feliz em tê-lo como filho.

A resposta do menino de apenas 4 anos o desconcertou:

Foi por isso que escolhi você. Eu sabia que você seria um bom papai.

Bruce ficou atônito e pediu que o menino repetisse o que dissera.

É isso: quando encontrei você e mamãe, tive certeza que você seria bom para mim.

Aquilo estava ficando intrigante.

Como assim nos encontrar? Onde você nos encontrou?

No Havaí.

O pai sorriu e esclareceu que os três tinham estado no Havaí no ano anterior. Mas o garoto replicou:

Não foi quando todos fomos ao Havaí. Foi quando você foi sozinho com mamãe.

E continuou, acrescentando detalhes:

Encontrei vocês no grande hotel cor-de-rosa. Vocês estavam na praia, de noite, jantando.

Realmente, Bruce e a esposa tinham estado no Havaí em 1997, para comemorar seu quinto aniversário de casamento.

Tinham se hospedado num hotel de cor rosa, na praia de Waikiki. E tinham jantado ao luar, na praia, na última noite de sua estada.

Cinco semanas depois, a esposa descobrira estar grávida.

O filho descrevera tudo com perfeição.

Como poderia saber? Aquele não era um assunto que os pais comentassem, não com aqueles detalhes.

* * *

O fato não é isolado e acontece com muitas crianças que surpreendem os pais com informações de um tempo que antecede o seu nascimento.

Não é raro, o garotinho olhar para a mãe e dizer: Quando eu era grande, carreguei você no colo.

Quando eu morava na outra casa, eu tinha muitas joias. E um carro muito bonito. Eu sempre viajava nele porque ele era confortável e grande.

Ou a menina olha o álbum de fotografias antigas e, de repente, apontando para uma foto de sua avó, ou bisavó ou tia-avó, exclama:

Olha eu aqui!

Nossa, eu era bonita, né?

Tais discursos partem de pirralhos, de crianças pequenas, de forma espontânea.

E, da mesma forma que assim se expressam, deixando boquiabertos os que os ouvem, retornam aos interesses da idade e às falas próprias da infância.

É como se um flash acendesse na memória, detonando uma lembrança, que é expressa com espontaneidade.

Tais fatos confirmam o que ensina a Doutrina Espírita. Vivemos muitas vezes.

E escolhemos nossos pais, antes de renascer, por questões afetivas, de aprendizado ou alguma necessidade específica.

Pais e filhos não somos Espíritos estranhos uns aos outros. Somos viajores do tempo, através das muitas vidas, no rumo do grande bem

sábado, 6 de novembro de 2010

Ponto Cruz - Capa para o pé da árvore de Natal






Ponto Cruz - Capa para o pé da árvore de Natal



Download - Revista Pintura em Madeira Natal

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Download - Filme O Agente Secreto / Secret Agent (1936)(LEGENDADO)

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Durante a Segunda Guerra, soldado britânico descobre que uma agência do governo forjou sua morte e trocou seu nome. Agora ele será enviado para uma operação especial: viajar para a Suíça e matar um agente alemão. Para levar a cabo a missão, ele é ajudado por uma agente novata e um assassino profissional.

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LEGENDA

Qual é a maior dor?



Você já pensou nisso?

Um jovem deixou um bilhete aos familiares, pouco antes de cometer suicídio, e expressou no papel o que estava sentindo.

Disse ele que a maior dor na vida não é morrer, mas ser ignorado.

É perder alguém que nos amava e que deixou de se importar conosco. É ser deixado de lado por quem tanto nos apoiava e constatar que esse é o resultado da nossa negligência.

A maior dor na vida não é morrer, mas ser esquecido. É ficar sem um cumprimento após uma grande conquista.

É não ter um amigo telefonando só para dizer Olá. É ver a indiferença num rosto quando abrimos nosso coração.

O que muito dói na vida é ver aqueles que foram nossos amigos, sempre muito ocupados quando precisamos de alguém para nos consolar e nos ajudar a reerguer o nosso ânimo.

É quando parece que nas aflições estamos sozinhos com as nossas tristezas. Muitas dores nos afetam, mas isso pode parecer mais leve quando alguém nos dá atenção.

* * *

É bem possível que esse jovem tenha tido seus motivos para escrever o que escreveu. Todavia, em nenhum momento deve ter pensado naqueles que o rodeavam.

Se pudesse sentir a dor de um coração de mãe dilacerado ante o corpo sem vida do filho amado...

Se pudesse experimentar o sofrimento de um pai que tenta, em vão, saber do filho morto o que o levou a tamanho desatino...

Se sentisse o desespero de um irmão que busca resposta nos lábios imóveis do ser que lhe compartilhou a infância...

Se pudesse suportar, ainda que por instantes, a dor de um amigo sincero a contemplar seus lábios emudecidos no caixão, certamente mudaria seu conceito sobre a maior dor.

* * *

Se você pensa que está passando pela maior dor que alguém pode experimentar, considere o seguinte:

Uma mãe que chora sobre o corpo do filho querido que foi alvo das bombas assassinas, em nome das guerras frias e cruéis.

Uma criança debruçada sobre o corpo inerte da mãe atingida por granadas mortíferas.

Um órfão de guerra que é obrigado a empunhar as mesmas armas que aniquilaram seus pais...

Um pai de família que assiste o assassinato dos seus, de mãos amarradas.

Enfim, pense um pouco nessas outras dores...

Pense um pouco nos tantos corações que sofrem dores mais amargas que as suas.

E se ainda assim você estiver certo de que a sua dor é maior, lembre-se daquela mãe que um dia assistiu a crucificação do Filho inocente, sem poder fazer nada.

Lembre-se também Daquele que suportou a cruz do martírio mas não perdeu a confiança no Pai, que tudo sabe.

E se ainda assim você achar que é o maior dos sofredores, considere que talvez o egoísmo esteja prejudicando a sua visão.

A mais nobre profissão

Qual será a profissão mais nobre? Quem será mais importante: o médico que salva vidas ou o motorista do coletivo que conduz centenas de passageiros, todos os dias, em segurança?

Quem terá maiores méritos perante a Divindade? O professor que ensina à criança as primeiras letras, descortinando-lhe o mundo encantado do alfabeto ou o professor universitário que prepara os jovens para o mercado de trabalho, para a sociedade, ensinando-lhes com a própria experiência?

Analisando as tantas profissões que existem no mundo, conclui-se que nenhuma pode ser descartada. Ao menos não enquanto vivemos a situação de planeta de provas e expiações.

Senão vejamos: o escritor utiliza dos seus recursos e escreve livros que renovam o pensamento do mundo.

A sua é a possibilidade de encantar, de proporcionar viagens fantásticas pela imaginação, de utilizar sabedoria, arte e beleza, dentro da vida.

Contudo, uma vassoura simples faz a alegria da limpeza. E, sem limpeza, o poeta não consegue trabalhar.

As máquinas agrícolas abrem sulcos profundos na terra, revolvendo-a e a preparam para o plantio. Logo mais, as linhas que ela traça no solo transbordarão de milho, arroz, batata, trigo, enchendo os celeiros e as mesas.

O marceneiro trabalha com cuidado a madeira e lhe confere formas que cooperam na construção do lar.

O pedreiro ergue muros, coloca alicerces para os edifícios grandiosos. Organiza o seu pensamento e os seus esforços e faz surgir obras fenomenais.

Mas por mais belo que seja o edifício, os seus mármores, cristais, tapetes luxuosos, não dispensarão a mão amiga da faxineira que lhes dará brilho.

Os magistrados usam a pena e a justiça e sentenciam. Das suas sentenças dependem vidas. Vidas que prosseguirão a ter alegrias ou se encherão de tristezas.

Os políticos orientam e governam, elaboram leis e as votam, decidindo o que seja melhor para o povo.

Entretanto, todos eles necessitam das mãos hábeis que conduzem as máquinas que lhes tecem as roupas que os defendem do frio.

Se os juízes se reúnem nas mesas de paz e justiça, os lavradores e agricultores são os que lhes ofertam os recursos para as refeições.

Ninguém suponha que perante Deus, os grandes homens sejam somente aqueles que usam a autoridade intelectual.

Que seria da Humanidade se, de repente, não tivéssemos mais cozinheiros, recepcionistas, lavadeiras, arrumadeiras, babás?

Que faríamos sem essa gama enorme de servidores da Humanidade?

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Hoje é meu Aniversário!!!

Pessoal...

hoje estou completando mais uma primavera,rsrsrsrsrsr, beijoaks...

glitters


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O malabarista

Conta-se que, nos tempos do rei Luís, havia, na França, um pobre malabarista chamado Barnabé que viajava de aldeia em aldeia mostrando sua arte.

Nos dias de feira, ele abria um tapete no meio da praça e, atraía o público com anedotas que aprendeu com um mestre. Quando algumas pessoas se aglomeravam, começava suas piruetas balançando uma bandeja na ponta do nariz.

Quando virava de cabeça para baixo, apoiado nas mãos e jogava para o alto seis bolas que deslizavam nos raios do sol, voltando a pegá-las com os pés, ou quando se atirava para trás até tocar a nuca com os calcanhares, fazendo uma roda com o corpo, um murmúrio de admiração escapava da platéia e choviam moedas no tapete.

Apesar disso, como a maioria dos que vivem dessa arte, barnabé tinha muita dificuldade para sobreviver. O calor do sol e a luz do dia eram tão necessários para ele como para flores e frutos.

No inverno ele ficava como uma árvore sem folhas. A estação trazia-lhe duas dores: frio e fome.

De temperamento afável, barnabé agüentava tudo pacientemente. Acreditava que dias melhores viriam. Nunca pensara a possibilidade de roubar ou ser desonesto. Confiava em Deus e, com sua mãe, aprendera a seguir os ensinamentos de Jesus, o Cristo.

Numa tarde chuvosa, caminhava pela estrada, triste e desanimado, carregando seus objetos de trabalho enrolados num tapete velho, à procura de um lugar seco onde pudesse dormir.

Seguia no mesmo rumo um frade que o cumprimentou e lhe perguntou: companheiro, por que você se veste desse jeito?

Sou um malabarista e me chamo barnabé. E esta seria a ocupação mais prazerosa se pudesse me garantir o pão de cada dia.

Amigo barnabé, replicou o frade, cuidado com o que diz. Não há nada mais prazeroso que a vida religiosa. Nós só nos ocupamos com preces ao bom Deus e a nossa senhora.

Barnabé respondeu: bom frade confesso que falei como um ignorante. Sua missão não pode ser comparada a minha. Apesar disso, acho que deve haver algum mérito em fazer as pessoas sorrirem, esquecendo-se, ainda que por minutos, dos sofrimentos.

Contudo, para servir ao senhor, abandonaria até a arte pela qual sou conhecido em mais de seiscentas aldeias.

O frade ficou tocado pela simplicidade do malabarista, e lhe disse: amigo barnabé, venha comigo que farei com que seja admitido no mosteiro. E assim se deu.

Um dia os religiosos combinaram um ofício em louvor a Jesus, em que cada um mostraria o que sabia fazer de melhor.

Uns pintaram a imagem de Jesus, outros compuseram hinos em latim, em prosa e verso, havia ainda esculturas, poesias e um tratado, escrito em folhas de pergaminho.

Barnabé via todo aquele movimento e lamentava sua ignorância e simplicidade: ah! Como poderia louvar ao senhor sendo tão rude? Como gostaria de ter habilidade como os irmãos.

Barnabé ficou um bom tempo desanimado, até que um dia acordou cheio de alegria. Foi para a capela e recolheu-se, por horas. Passou a fazer isto todos os dias. Todos notaram sua nova disposição. Barnabé voltou a ser alegre e confiante. Os irmãos se perguntavam a razão de tal mudança.

Um dos frades, a quem nada escapava, passou a observá-lo e, um dia, vendo-o sem o hábito, resolveu, junto com dois outros frades, descobrir o que se passava.

Olhando pela porta entreaberta viram barnabé diante do altar, fazendo seus malabarismos.

Em honra a Jesus ele fazia sua apresentação. Os frades entraram na capela, exclamando que aquilo era um sacrilégio. Os três estavam a ponto de tirá-lo da capela, quando viram Jesus descer do altar e, com sua túnica alva, enxugar o suor do rosto do malabarista.

O silêncio encheu a capela...uma lágrima rolou dos olhos de barnabé e todos, de joelhos, contemplaram a figura do nazareno.

O mais importante

Conta-se que, certa vez, o imperador D. Pedro II recebeu uma carta de seus admiradores, que dizia que eles haviam decidido abrir uma lista a fim de angariar fundos suficientes para erigir uma estátua ao imperador.

D. Pedro leu com vagar a missiva. Depois, redigiu a resposta aos promotores do movimento, pedindo-lhes que aplicassem o produto da lista na instalação de escolas para o povo.

Entre outros apontamentos, escreveu: “Senhores, sabem como sempre tenho falado no sentido de cuidarmos seriamente da educação pública.”

Nada me agradaria tanto como ver a nova era de paz, firmada sobre o conceito da dignidade dos brasileiros, começar por um grande ato de iniciativa deles a bem da educação pública.

Agradecemos a idéia que tiveram da estátua. Estou certo de que não serei forçado a recusá-la.”

Utilizar bem os recursos amoedados é demonstração de sabedoria. Empreender campanhas em prol desta ou daquela causa também. Sempre que nos prestarmos a arrecadar fundos, a colaborar para o bem geral, pensemos no que é mais apropriado.

Verifiquemos quais as necessidades da localidade onde vivemos, e nos perguntemos: o que é mais importante?

Se o local está detritos nas ruas, compete-nos lutar por uma coleta de lixo e pela educação dos moradores para que coloquem em dias certos, em locais apropriados, bem acondicionado todo o lixo, a fim de ser recolhido.

Se a localidade onde residimos não dispõe de socorro médico, cabe-nos incentivar a instalação de um ambulatório, um posto médico, um pequeno hospital. Ao menos, para atender as situações de emergência, os casos mais críticos, porque perder minutos no atendimento pode significar a morte.

Se observamos a criançada andando solta pelas ruas, rapidamente comecemos uma campanha pela instalação de uma escola.

Se a escola existe, verifiquemos se não está deficitária. Se não estará necessitando de recursos materiais e humanos para poder atender a um maior número de crianças.

Disponhamo-nos a ser voluntários nas horas da semana que nos sobram e auxiliemos a escola.

Verifiquemos, pessoalmente, o que de mais ela precisa mais e lutemos para conseguir.

Se nos preocuparmos hoje com a criança, instruindo-a, educando-a, amanhã, com certeza, teremos menos criminosos para punir.

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