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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Download - Revista Crochet Aynnet n.70

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Bolsinha e Niqueleira em Crochet

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Download - AudioLivro - Pedagogia do Amor

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Enfeite para a árvore de Natal

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Sempre resta alguma coisa para amar

A peça de teatro intitulada “Raisin in the sun”, de Lorraine Hansberry, traz um trecho realmente admirável, que convida o público a refletir sobre os valores que guardam suas almas.

Na peça, uma família afro-americana recebe dez mil dólares provenientes do seguro de vida do pai.

A dona da casa vê no dinheiro a oportunidade de deixar o gueto onde vivia no Harlem, e mudar-se para uma casa no campo, enfeitada com jardineiras.

A filha, uma moça muito inteligente, vê no dinheiro a oportunidade de realizar seu sonho de estudar medicina.

O filho mais velho, contudo, apresenta um argumento difícil de ser ignorado. Quer o dinheiro para que ele e um amigo iniciem um negócio, juntos.

Diz à família que, com o dinheiro, ele poderá trabalhar por conta própria e facilitar a vida de todos. Promete que, se puder lançar mão do dinheiro, proporcionará à família todos os confortos que a vida lhes negou.

Mesmo contra a vontade, a mãe cede aos apelos do filho. Ela tem de admitir que as oportunidades nunca foram tão boas para ele, e que ele merece a vida boa que esse dinheiro pode lhe oferecer.

No entanto o tal “amigo” foge da cidade com o dinheiro. Desolado, o filho é forçado a voltar para casa e dizer à família que suas esperanças para o futuro lhe foram roubadas e que seus sonhos de uma vida melhor foram desfeitos.

A irmã atira-lhe no rosto toda sorte de insultos. Qualifica-o com as palavras mais grosseiras que se possa imaginar. Seu desprezo em relação ao irmão não tem limites.

Quando ela pára um pouco para respirar, a mãe a interrompe e diz: “pensei que tivesse ensinado você a amar seu irmão.”

A filha então responde: “amar meu irmão? Não restou nada nele para eu amar.”

E a mãe diz: “sempre sobra alguma coisa para amar. E, se você não aprendeu isso, não aprendeu nada. Você chorou por ele hoje?”

Não estou perguntando se você chorou por causa de si mesma e de nossa família, por termos perdido todo aquele dinheiro. Estou perguntando se chorou por ele: por aquilo que ele sofreu e pelas conseqüências que terá de enfrentar.

Filha, quando você acha que é tempo de amar alguém com mais intensidade? No momento em que faz coisas boas e facilita a vida de todos?

Bem, então você ainda não aprendeu nada, porque esse não é o verdadeiro momento para amar. Devemos amar quando a pessoa está se sentindo humilhada e não consegue acreditar em si mesma, porque o mundo a castigou demais.

Se julgar alguém, faça-o da forma certa, filha, da forma certa. Tenha a certeza de que você levou em conta os revezes que ele sofreu antes de chegar ao ponto em que está agora.

Essa é a graça misericordiosa! É o amor ofertado quando não se fez nada para merecê-lo. É o perdão concedido quando não se fez nada para conquista-lo.

É a dádiva que flui como as águas refrescantes de um riacho para extinguir as labaredas provocadas por palavras de condenação carregadas de ira.

O amor que o pai nos oferece é muito mais abundante e generoso. A misericórdia de Deus é muito mais grandiosa e sábia.

Sem etiqueta, sem preço

A nota é internacional e diz, mais ou menos assim: Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.

Eis que o sujeito desce na estação do metrô de Nova York, vestindo jeans, camiseta e boné.

Encosta-se próximo à entrada. Tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.

Mesmo assim, durante os 45 minutos em que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.

Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas, num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.

Alguns dias antes, Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custaram a bagatela de mil dólares.

A experiência no metrô, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.

A iniciativa, realizada pelo jornal The Washington Post, era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.

A conclusão é de que estamos acostumados a dar valor às coisas, quando estão num contexto.

Bell, no metrô, era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.

Esse é mais um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas vidas, que são únicas, singulares e a que não damos importância, porque não vêm com a etiqueta de preço.

Afinal, o que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes?

É o que o mercado diz que podemos ter, sentir, vestir ou ser?

Será que os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detêm o poder financeiro?

Será que estamos valorizando somente aquilo que está com etiqueta de preço?

Uma empresa de cartões de crédito vem investindo, há algum tempo, em propaganda onde, depois de mostrar vários itens, com seus respectivos preços, apresenta uma cena de afeto, de alegria e informa: Não tem preço.

E é isso que precisamos aprender a valorizar. Aquilo que não tem preço, porque não se compra.

Não se compra a amizade, o amor, a afeição. Não se compra carinho, dedicação, abraços e beijos.

Não se compra raio de sol, nem gotas de chuva.

A canção do vento que passa sibilando pelo tronco oco de uma árvore é grátis.

A criança que corre, espontânea, ao nosso encontro e se pendura em nosso pescoço, não tem preço.

O colar que ela faz, contornando-nos o pescoço com os braços não está à venda em nenhuma joalheria. E o calor que transmite dura o quanto durar a nossa lembrança.

Ponto Cruz - Bota de Natal






segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Ponto Cruz - Campesina

Ponto Cruz - Campesina


Arroz de Forno

Arroz de Forno

Ingredientes
1 Colher(es) de sopa óleo
1 Xícara(s) arroz Camil
1 Embalagem sachê de tempero Meu Arroz Knorr Extra Cebola
2 Xícara(s) água fervente
1 Unidade(s) tomate grande cortado em cubos pequenos sem pele e sem semente
1 Colher(es) de sopa manjericão picado
100 Grama(s) peito de peru picado em cubos pequenos
1/2 Xícara(s) queijo minas frescal cortado em cubos pequenos.
2 Unidade(s) ovos batidos
100 Grama(s) mussarela ralada
À gosto margarina para untar

Modo de preparo
1. Em uma panela média, aqueça o óleo e refogue o arroz Camil por cerca de 2 minutos.

2. Junte o tempero Meu Arroz Knorr Extra Cebola e refogue rapidamente.

3. Acrescente a água fervente e cozinhe em fogo baixo, com a panela parcialmente tampara por 10 minutos ou até secar. Tampe a panela e reserve por 10 minutos.

4. Preaqueça o forno em temperatura média (180ºC).

5. Unte um refratário quadrado pequeno (17 x 17 cm). Reserve.

6. Em uma tigela média, coloque o arroz reservado, junte o tomate, o manjericão, o peito de peru, o queijo, os ovos e metade da mussarela. Misture e coloque no refratário reservado. Polvilhe o restante da mussarela e leve ao forno por 15 minutos ou até a mussarela derreter. Sirva em seguida.

7. Dicas: Se preferir substitua o peito de peru por chester light. Prepare o prato com antecedência e leve ao forno apenas no momento de servir.

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Novo romance da consagrada autora de "Melancia" e "Los Angeles". Considerado o grande lançamento do ano, "Um Bestseller Pra Chamar de Meu" promete ser a nova mania nacional, além de mais um sucesso de vendas.

Sem tempo ruim

Os que despertamos todos os dias, a cada dia, com os mesmos problemas, costumamos desanimar.

Dizemo-nos cansados porque a noite, que estabeleceu o intervalo entre o ontem e o hoje, não apagou as dificuldades que ressurgem, com o dia novo.

Angustiamo-nos porque a rotina nos sufoca, os problemas se acumulam, as soluções parecem não chegar nunca.

E nos arrastamos por mais 24 horas.

No entanto, ao ouvirmos relatos de pessoas que sofreram grandes impactos em suas vidas, o que notamos é sua força de vontade vigorosa, a certeza de lutar e vencer.

Uma dessas pessoas é a americana Lauren Manning.

No dia 11 de setembro de 2001, ao entrar no edifício da Torre Norte do World Trade Center, em Nova Iorque, uma bola de fogo desceu pelo poço do elevador e a derrubou.

82% do seu corpo sofreu queimaduras.

As mãos ficaram de tal modo queimadas que nelas só existe tecido cicatrizado e osso.

Seu filho tinha, na ocasião, somente 10 meses de vida.

E, enquanto ele deixou o carrinho para engatinhar, passou a andar, aprendeu a usar o patinete e a bicicleta, ela teve de aprender a se sentar, ficar de pé, andar, usar o copo, o garfo e a faca.

Depois de mais de 25 cirurgias realizadas para enxerto de pele, correção de cicatrizes nas costas, no rosto e nas mãos, Lauren mantém o otimismo.

Os progressos físicos foram conseguidos a duras penas. Graças a uma luva especialmente ajustada, Lauren até consegue segurar uma raquete de tênis. Embora não possa sacar.

Ela ainda visita terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas, que a ajudam a alongar as mãos delicadas, terrivelmente queimadas pelo metal quente das portas do saguão.

Com todo esse drama, Lauren diz: Eu não tenho dias ruins.

Ela e o marido aproveitam o que tem: um ao outro e ao filho Tyler que, somente aos 4 anos de idade, soube o que aconteceu com sua mãe naquele dia terrível.

Isso porque viu os pais na TV e, então, lamentou:

Não queria que você tivesse se machucado.

Em verdade, se não tivesse se atrasado, naquele dia, ela estaria no 106º andar, na hora em que o avião se chocou contra a torre. E teria morrido.

O atraso lhe salvou a vida.

Lauren brinca com o filho, sorri ao contar como faz teatrinho com ele, dramatizando histórias e confidencia que adoraria ter mais filhos.

A esperança está viva nela que conclui: A vida não poderia ser melhor.

Semeadura promissora

É bastante comum professores reclamarem das dificuldades em sala de aula, com crianças e jovens mal-educados e agressivos.

Alguns chegam a se tomar de tristeza, admitindo que, por mais invistam nos alunos, eles parecem permanecer exatamente do mesmo tamanho.

Talvez fosse esse também o pensamento daquela cansada professora. Dava graças a Deus por estar aposentada.

Com a perna esquerda a lhe doer, de forma quase constante, problemas com pressão arterial e tonteiras, pensava:

Não tenho mais energia para ensinar, hoje em dia.

Dirigindo-se para a fila do caixa do supermercado, ela não pôde deixar de olhar para o casal à sua frente.

A mulher estava grávida e quatro crianças a rodeavam. O que chamou a atenção da professora foi a tatuagem no pescoço do rapaz.

Ele esteve preso, pensou.

Observando-o um tanto mais, viu as calças largas, a camiseta branca e o cabelo raspado.

Deve fazer parte de uma gangue, disse para si mesma.

Então, ele se voltou para ela. Sorriu e insistiu para que ela passasse à frente.

Não, disse a professora. Vocês estão com crianças.

Devemos respeitar os mais velhos, defendeu-se o homem.

E fez um gesto largo, indicando o caminho para ela.

Um sorriso meio desajeitado chegou aos lábios dela. Era bom encontrar um cavalheiro, afinal.

E dizer que pensara tão mal dele. Julgara-o pela aparência. Intrigada, virou-se para ele, enquanto os itens de sua compra eram registrados pela atendente e perguntou:

Diga-me uma coisa, rapaz: quem lhe ensinou boas maneiras?

O rapaz abriu um sorriso, olhou-a nos olhos e afirmou:

A senhora, sra. Simpson, na terceira série.

A toda semeadura existe uma colheita. Quem semeia vento, colhe tempestades, diz o ditado popular.

E Jesus, enaltecendo a semeadura, narra a Parábola do Semeador que saiu a semear.

Isso nos diz que importante se faz a semeadura. A semeadura dos bons exemplos, do bom ensino.

Mesmo quando se possa pensar que a semente caiu sobre pedregulhos, ou terreno inculto, existe esperança.

Porque, às vezes, é equivocada a nossa observação. Quando as crianças parecem estar alheias a todo ensino, ainda assim absorvem as sementes.

Logo mais ou em tempo distante, rebentarão em grãos e frutos.

Por isso, não nos cansemos de semear, de falar o bem, ensinar o correto.

Mais que tudo, exemplifiquemos sempre. Porque, em síntese, todos somos educadores, mesmo sem atentarmos para isso.

A nossa delicadeza agradecendo ao atendente no comércio, a gentileza cedendo o lugar ao outro, o sorriso e um pedido de desculpas por esbarrão involuntário, tudo está sendo visto por alguém.

E servirá de exemplo. Exemplo que contagia.

Assim, em qualquer lugar, ensinemos sempre. Aos nossos filhos, aos nossos alunos, aos colegas de repartição, aos amigos.

Em meio à pressa de que o Mundo parece estar pleno, pare para ajudar alguém.

Ceda sua vez no trânsito, espere com paciência, não aumente o rol dos reclamantes e resmungões.

Seja você o que semeia tranqüilidade em meio à confusão. O que emita uma palavra de serenidade, quando os outros se apresentam inquietos.

Onde quer que vá, espalhe as suas sementes de paz, de delicadeza, de gentileza.

Muito antes que você possa imaginar, perceberá no campo verdejante da sua comunidade, as flores aparecerem e os frutos se apresentarem.

Selo


Recebi esse selo do Blog da Ana Rô, obrigado amiga,beijokas...

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