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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Riscos - Labores de Moças













Fotos das minhas Férias em Punta Del Este











Passei por muitos lugares bonitos, acima um pouquinho do meu passeio ao Uruguai, no Forte de São Miguel e Santa Tereza, em Punta Del Este onde fiquei alguns dias e ao Mercado Del Puerto em Montevideo, capital do Uruguai, nesta semana posto mais fotos com mais detalhes para vocês.

Crochet - pontos





Download - Revista Como fazer Bonecos de Pano country n.60


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Um segredo especial

Está se tornando comum a separação dos casais, pelas questões mais tolas. Por defenderem pontos de vistas diferentes, por professarem religiões diferentes, as rusgas acontecem.

Sobretudo, por se sentir carente de afeto, um ou outro abandona o lar, em busca de alguém que lhe supra a carência.

Esquecem, muitos desses, dos próprios filhos, embora pequenos. O que a cada um interessa é somente a sua felicidade, idealizada na satisfação pessoal e nos seus próprios desejos.

Com isso vai se tornando mais raro, na Terra, o casal que completa Bodas de Prata, que dirá de Ouro.

Assim, aquele casal que convidou amigos e parentes para a comemoração de seus 50 anos de união, surpreendeu.

A cerimônia foi simples. Ele repetiu, perante todos, os votos formulados no dia do matrimônio: amor, fidelidade, respeito.

Ela ouviu, outra vez emocionada, e com sua voz trêmula, fez o mesmo.
Abraçaram-se, beijaram-se, com as mãos entrelaçadas.

Filhos, netos, amigos, todos os rodearam, tomados de emoção e alegria.

Entre tantos abraços, afagos e felicidade, alguém resolveu perguntar ao marido qual era o segredo do sucesso de seu casamento.

Como acontece com a maioria das pessoas idosas, ele respondeu à pergunta contando sua história.

Sua esposa, Sara, fora sua única namorada. Ele crescera em um orfanato e trabalhara muito para conquistar o que desejava.

Nunca tivera tempo para namorar, até o dia em que conhecera Sara. Antes mesmo que ele pudesse refletir, ela fizera com que ele a pedisse em casamento.

Depois da cerimônia nupcial, durante a festa, o pai de Sara o chamara de lado.

Como todo pai, fizera-lhe recomendações a respeito do tesouro que lhe estava confiando: a filha querida.

Mas, o mais importante era que lhe entregara um pequeno embrulho, dizendo: Este é o meu presente para você. Dentro dele está tudo o que precisa saber para ser feliz no casamento.

Nervoso, o jovem noivo rasgou a fita e o papel para abrir o presente.
Dentro da caixa, havia um relógio de ouro. Ele o pegou com cuidado.
Depois de examiná-lo atentamente, viu no mostrador uma frase muito importante.

Uma frase que, obrigatoriamente, ele leria, todas as vezes que quisesse saber as horas. A frase continha o segredo do seu casamento feliz: Diga alguma coisa bonita a Sara.

Toda união deve ser revitalizada, de forma constante, pelo afeto. Afeto que é demonstrado, através de pequenos gestos, pequenas delicadezas.

Elogiar o novo penteado, a força de vontade que fez com que fossem perdidos uns poucos quilinhos e assim tornada mais esbelta a silhueta.

Agradecer pela organização da casa, pela pontualidade nos compromissos, pelo cheirinho de roupa limpa que vem do armário.

Dizer palavras bonitas alimenta a relação a dois. Assim, antes que o tédio tome conta de seu relacionamento, pense nisso: encontre e diga palavras bonitas ao seu par.

Recorde os seus pontos positivos e ensaie as primeiras frases.
Você poderá ter, eventualmente, alguma dificuldade no início, contudo, logo mais isso passará a ser natural, em você.

Mesmo porque você descobrirá como é bom deixar o outro feliz.

Pense nisso! E comece hoje a tornar o seu relacionamento conjugal muito, muito especial.

A propósito, você se recorda quando foi a última vez que disse ao seu amor: Amo muito você?

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Download - Revista Faça Fácil - Pintura em Tecido n.3

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Download - Revista Crochet n.3


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Download - Revista Bonecas de Pano Country n.62


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Download - Revista Roupa em Crochet

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Segredo do casco da tartaruga

Logo que aprendeu a ler o menino começou a fazer descobertas.

Um dia, estava folhando um livro e deparou com a palavra réptil.

Procurou no dicionário e surpreendeu-se com o significado: animal que se arrasta.

Pensava, até então, que réptil tinha a ver com rapidez e era justamente o contrário.

Seu pai riu do seu espanto e disse que as tartarugas também eram répteis.

Falou, ainda, com ares de mistério, que havia uma lenda chinesa narrando que Deus havia escrito o segredo da vida no casco de uma tartaruga.

De olhos arregalados o menino imaginava como poderia ter Deus usado o casco da tartaruga como se fosse uma folha de papel.

O pai, encantado com o interesse do filho, salientou que aprender a ler nos livros era apenas o começo da longa jornada do conhecimento.

Disse que, com o passar do tempo, o filho conseguiria ler no rosto de uma pessoa a história de sua vida.

Que bastaria observar os olhos de um amigo para ver se neles brilhava, ou não, felicidade.

Que, um dia, ao tocar nas mãos de um homem do campo, seria capaz de conhecer seus sofrimentos.

O menino não se ateve às novas argumentações do pai. Ele era curioso. Queria mesmo era saber qual seria o segredo da vida.

Por isso, começou a interessar-se pela vida das tartarugas. Pesquisou, leu e aprendeu muito.

Passou a reconhecer as espécies e suas principais características. Sabia onde era possível encontrá-las e que ameaças a maior parte delas sofria.

Quanto mais estudava, mais o menino se convencia de que realmente poderia descobrir a escrita de Deus naquelas criaturas.

Elas tinham carapaças misteriosas, com desenhos estranhíssimos, círculos coloridos, arestas longitudinais.

Algumas até pareciam mais uma pintura. O menino foi crescendo e tornou-se um especialista em tartarugas.

Sabia distinguir uma adolescente de uma adulta e conhecia muito a respeito da desova das espécies marinhas no litoral. Com o passar do tempo, porém, ele descobriu uma coisa muito importante.

Deu-se conta de que, assim como ele procurava o segredo da vida no casco das tartarugas, havia outras pessoas que buscavam a mesma coisa em lugares diferentes.

No pulsar das estrelas.

No canto dos pássaros.

No silêncio dos olhares.

No cheiro dos ventos.

Tudo que o cercava, afinal, podia ser lido.

Lembrou-se das palavras de seu pai. Somente agora as compreendia.

Somente o tempo, como um professor que conduz o aluno pela mão, foi capaz de fazê-lo entender essa lição.

Longos anos separavam o ensinamento da compreensão.Como todas as pessoas, em geral, ele fazia suas descobertas de forma lenta.

Muito lentamente, como as tartarugas. Talvez estivesse aí o segredo.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Download - Revista Figurino Crochet n.39

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Ponto Cruz - Carinhode Mãe




Download - Revista Pintura com Papel


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Crochet - Verão




Se eu soubesse o que sei agora

Conta-se que o dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua e lhe falou: Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor conhece tão bem. Poderia redigir um anúncio para o jornal?

Olavo Bilac, muito solícito, apanhou um papel e escreveu:

Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. A casa, banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda

Meses depois, o poeta topa com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.

Nem pensei mais nisso, disse o amigo. Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha.

Às vezes, para que possamos reconhecer o valor dos tesouros que possuímos, é preciso que alguém nos abra os olhos. E isso não acontece somente com relação aos bens materiais, mas também no campo afetivo.

Talvez motivados pela rotina ou pela acomodação, passamos a observar apenas as manias ou os pequenos defeitos daqueles que convivem conosco, esquecendo-nos das qualidades boas que eles possuem.

Não é raro alguém de fora nos surpreender com uma lista de virtudes dos nossos filhos, que passam despercebidas aos nossos olhos.

Ou, então, um colega que elogia nosso esposo ou esposa ressaltando qualidades que não estamos percebendo.

Esposas que criticam o marido porque ele não abre a porta do carro para ela, não puxa a cadeira para ela se sentar, esquece o aniversário de casamento, não lhe oferece flores no dia dos namorados...

Essas esposas não levam em conta que aquele mesmo homem é um pai carinhoso, dedicado, é trabalhador, honesto, e sempre que ela precisa, ele está por perto para ajudar.

Há maridos que desvalorizam suas esposas porque nem sempre estão em dia com a moda, porque os cabelos brancos não estão bem camuflados, porque não lhe dão atenção integral quando dela necessitam...

Esses esposos certamente não se dão conta do valor que essas mulheres têm. Não percebem quantas noites elas são capazes de passar acordadas, vigiando o filho doente, e enfrentar dias inteiros de trabalho exaustivo, sem reclamar.

Não se dão conta de que essas mulheres, tantas vezes, fazem verdadeiros malabarismos financeiros para poupar o marido de saber que o dinheiro do mês foi curto.

Mães e pais que criticam os filhos porque não atendem a todos os seus caprichos, ou porque nem sempre fazem as coisas como lhes determinam, esquecidos de que esses garotos e garotas têm muito valor.

São jovens que prezam pela fidelidade, que respeitam opiniões contrárias, que valorizam a família, que se dedicam a causas nobres, jovens saudáveis e cidadãos de bem.

Assim, não façamos como o comerciante que queria vender seu sítio, e ao ler o anúncio redigido por alguém de fora, mudou de idéia.

Tenhamos, nós mesmos, olhos de ver, ouvidos de ouvir e sensibilidade para sentir as boas qualidades e as virtudes daqueles que nos seguem mais de perto.

Você sabia?

Você sabia que há pessoas que nem sempre conseguem demonstrar seus verdadeiros sentimentos?

Talvez por medo de uma decepção ou por timidez, escondem-se atrás de uma couraça de proteção que as faz sentir-se mais seguras.

E essa forma de isolar-se, muitas vezes pode aparecer disfarçada de agressividade ou de comportamento anti-social.

É por essa razão que precisamos desenvolver nossa capacidade de penetrar os sentimentos das pessoas, um pouco além das aparências.

Blusa branca


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