
domingo, 31 de julho de 2011
Os portões de chegada
Cada reencontro daqueles revela um outro mundo, uma outra vida, diversa da nossa, da sua...
Se você nunca teve a oportunidade de observar, por mais de cinco segundos, todas aquelas pessoas – desconhecidos numa multidão - esperando seus amigos, seus familiares, seus amores, não tenha medo de perceber da próxima vez, a magia de um momento, de um lugar.
Falamos dos portões de chegada de um aeroporto, um desses lugares do mundo onde podemos notar claramente a presença grandiosa do amor.
Invisível, quase imperceptível, ali ele está com toda sua sublimidade.
Nas declarações silenciosas de um olhar tímido. No calor ameno de um abraço apertado. No breve constrangimento ao tentar encontrar palavras para explicá-lo.
Na oração de três segundos elevada ao Alto - agradecendo a Deus por ter cuidado de seu ente querido que retorna.
Richard Curtis, que assina a produção cinematográfica de nome Love actually – traduzida no Brasil como Simplesmente amor, traz essas cenas com uma visão muito poética e inspirada.
O autor oferece na primeira e última cenas do filme exatamente a contemplação dos portões de chegada de um aeroporto e de seu belíssimo espetáculo representando a essência do amor.
Ouve-se um narrador, nos primeiros segundos, confessando que, toda vez que a vida se lhe mostrava triste, sem graça, cruel, ele se dirigia para o aeroporto para observar aqueles portões e ali encontrava o amor por toda parte.
Seu coração alcançava uma paz, um alívio, em notar que o amor ainda existia e que ainda havia esperança para o mundo.
Isso tudo pode parecer um tanto poético demais para os mais práticos, é certo.
Assim, a melhor forma de compreender a situação proposta é a própria vivência.
Sugerimos que faça a experiência de, por alguns minutos, contemplar essas cenas por si mesmo, seja na espera de aviões ou outros meios de transporte coletivos.
Propomos que parta de uma posição mais analítica, de início, com algumas pitadas de curiosidade:
Que grau de parentesco possuem aquelas pessoas? - Há quanto tempo não se veem? - De onde chegam?
Ou, quem sabe, sobre outros: Que histórias têm para contar! - O que irão narrar por primeiro ao saírem dali? Sobre a família, sobre a viagem, sobre a espera em outro aeroporto?
Ao perceber lágrimas em alguns olhos, questione: De onde elas vêm? - Há quanto tempo não se encontram? - Que felicidade não existe dentro da alma naquele momento!
Por fim, reflita:
Por quanto tempo aquele instante irá ficar guardado na memória! O instante do reencontro...
Tudo isso poderá nos levar a uma analogia final, a uma nova questão: não seria a Terra um imenso aeroporto? Um lugar de chegadas e partidas que não param, constantes, inevitáveis?
Pensando nos portões de chegada na Terra, lembramos dos bebês, que abraçamos ao nascerem, com este mesmo amor daqueles que esperam num aeroporto por seus amados.
Choramos de alegria, contemplando a beleza de uma nova vida, e muitas vezes este choro é de gratidão pela oportunidade do reencontro.
É um antigo amor que, por vezes, volta ao nosso lar através da reencarnação.
Pensando agora nos portões de partida, inevitavelmente lembramos da morte, da despedida.
Mas este sentir poderá ser também feliz!
Como o sentimento que invade uma mãe ou um pai que dá adeus a um filho que logo embarcará em direção a outro país, a fim de fazer uma viagem de aprendizagem, de estudo ou profissional.
Choram sim, de saudade, mas o sentimento que predomina no bom coração dos pais é a felicidade pela oportunidade que estão recebendo, pois têm consciência de que aquilo é o melhor para ele no momento.

sábado, 30 de julho de 2011
Sem-teto desenganado por médicos se reencontra com cadelinha de estimação como último desejo
Durante anos, McClain morou dentro de um carro, em Cedar Rapids, nos Estados Unidos, com sua cadela de estimação. No entanto, mês passado, o sem-teto foi internado com câncer no pulmão. Os médicos disseram que ele teria apenas alguns dias de vida.
Separada de seu dono, Yurt foi levada a um abrigo. Em poucos dias, a cachorrinha foi adotada por Kate Ungs. “Ela é cheia de energia e traz muito amor e energia para nossa casa”, disse a nova dona.
Mas, mesmo internado, McClain ainda queria se despedir de sua companheira de tanto tempo. Ainda na ambulância, quando foi levado ao hospital, o sem-teto disse aos paramédicos que tinha uma cadela e que gostaria de vê-la.
Por sorte, um dos paramédicos, Jan Erceg, também era voluntário no abrigo de animais da cidade. Ele foi atrás de Yurt e achou a cadelinha na casa da família Ungs. “No momento que McClain abriu os olhos e viu a cachorrinha foi uma felicidade só. Ela lambeu os braços e o rosto dele”, contou Erceg. Poucos dias depois, McClain morreu e Yurt voltou a morar em sua casa nova.
A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados.
Mahatma Gandhi
Os cães são o nosso elo com o paraíso. Eles não conhecem a maldade, a inveja ou o descontentamento. Sentar-se com um cão ao pé de uma colina numa linda tarde, é voltar ao Éden onde ficar sem fazer nada não era tédio, era paz.
Milan Kundera

sexta-feira, 29 de julho de 2011
One Moment In Time
Each day I live
I want to be a day to give the best of me
I'm only one, but not alone
My finest day is yet unknown
I broke my heart for ev'ry gain
To taste the sweet, I face the pain
I rise and fall, yet through it all this much remains
I want
One moment in time
When I'm more than I thought I could be
When all of my dreams are a heart beat away
And the answers are all up to me
Give me one moment in time
When I'm racing with destiny
and in that one moment of time
I will feel, I will feel eternity
I lived to be the very best
I want it all, no time for less
I've laid the plans
Now lay the chance here in my hands
Give me
chorus
You're a winner for a lifetime
If you seize that one moment in time
Make it shine
Give me
chorus
i will be, i will be free
Cada dia que vivo
Eu quero que seja um dia para dar o melhor de mim.
Eu sou única mas não [estou] sozinha,
Meu melhor dia ainda não é conhecido.
Eu quebrei meu coração por cada ganho,
Para provar o doce eu enfrentei o sofrimento.
Eu levanto e caio, mesmo assim, em meio a tudo, isto persiste...
Eu quero
Um instante no tempo,
Quando eu for mais do que pensei que poderia ser,
Quando todos os meus sonhos estiverem a uma batida de coração de distância
E as respostas couberem todas a mim...
Conceda-me um instante no tempo,
Quando eu estiver correndo com o destino,
Então, naquele instante do tempo,
Eu sentirei, eu sentirei a eternidade...
Eu tenho vivido para ser a melhor,
Eu quero tudo, não há tempo para menos.
Eu tracei os planos,
Agora tenho a chance aqui nas minhas mãos.
Conceda-me
Refrão
Você é um vencedor durante uma vida
Se você aproveitar aquele instante no tempo,
Faça-o brilhar...
Conceda-me
Refrão
Eu serei, eu serei livre

A era da desorientação
Generalizou-se a impressão de que a nossa época seria particularmente imoral e corrupta, com tantos escândalos de conduta explodindo todos os dias e em todo lugar. Um breve recorrido histórico mostra que não é assim.
Na antiguidade, ao final do império romano, nenhuma instituição ficou em pé, todas solapadas pelo maior tsunami nunca visto de corrosão e depravação dos costumes. Tudo era movido à propina, na administração, no senado, nos tribunais, no exército, na religião.
Na Renascença, período de transição da idade média para os tempos modernos, países como a Itália eram dominados por uma orgia de devassidão e violência, da qual nem a Igreja escapou, com o honorabilíssimo papa Alexandre VI, da família Borgia, e seus filhos César e Lucrecia, refinados intrigantes e assassinos de implacável crueldade.
Não falemos na Espanha, Portugal e Holanda ao tempo das navegações e domínio dos novos territórios no Oriente e nas Américas.
Não mencionemos o tráfico de escravos e o elenco de abominações alimentadas à sombra do comércio negreiro.
Chegando mais perto de nossos dias, poucos levam em conta que ao final do século XIX, o país campeão da desordem moral e da violência foram os Estados Unidos.
Nunca houve frouxidão moral coletiva maior do que a que devastou os USA quando da descoberta do petróleo e da construção das grandes ferrovias leste-oeste. E todos nós tomamos conhecimento, pelo cinema, do que foi a onda de gangsterismo que dominou cidades como Chicago durante a Lei Seca.
Claro que tudo isso mudou. O velho fundo puritano da nação se impôs com força, o Judiciário reagiu e hoje derruba qualquer político que saia da linha.
Em suma, nossa época pode não ser nenhum modelo de moral coletiva nem de pureza dos costumes, mas está longe de ser a mais imoral de todas.
Não pode competir nem com o final da Antiguidade, com o Renascimento, com o colonialismo e o tráfico negreiro, e nem com situações mais modernas, como a América ao final do século XIX.
O que ocorre - isso sim - é que nossa época é a mais desorientada dos últimos tempos em matéria de valores, princípios, normas de conduta, distinção entre o certo e o errado. E esta desorientação geral e enciclopédica responde pelas confusões, pela insegurança e incapacidade de discernimento que estão na origem das más condutas tanto na vida coletiva quanto na vida pessoal.
"Há muitas pessoas que na realidade não sabem bem a que se ater, não sabem bem o que opinar, aceitam o que se lhes apresenta, aceitam-no sem muito entusiasmo, sem muita força também, com certa apatia ou debilmente, mas aceitam-no" (Julián Marías).
Em outras palavras: nossa época é o lugar dos maiores equívocos de julgamento, das mais gigantescas mistificações ampliadas espetacularmente pela força irresistível e crescente da publicidade, que apresenta a mentira como verdade, o duvidoso como certo, o sem valor como valioso, operando nas cabeças a lavagem cerebral que as torna incapazes de decidir com autenticidade e responsabilidade por suas opções em qualquer campo.
Pense-se no fenômeno nazista, por exemplo. Sem aliança entre a mistificação e a publicidade oficial, Hitler não teria levado ao delírio e à loucura um país inteiro da mais alta e criativa cultura, como a Alemanha.
Mas não é preciso chegar a extremos tão violentos e sanguinolentos como foi o nazismo. Por exemplo, desde que o mundo é mundo, sempre se acreditou que o certo, o bom, o normal é o que a maioria pensa, faz e decide. Acontece que a força e a extensão da publicidade, da mídia, veio potenciar desmedidamente esta crença, consagrando a ideia de que o certo e o errado é a maioria que decide. Na mídia qualquer manifestação massiva e ruidosa de uma minoria agiganta-se como expressão irresistível da maioria.
Assim, a passeata anual do orgulho gay induz a acreditar que os gays são maioria esmagadora em nossa sociedade, quando não passam de uma minoria com muito poder de fogo. O mesmo se diga das passeatas pela legalização da maconha. Uma maioria? Não, uma simples minoria fazendo muito barulho.
A mistificação está posta, orquestrada pela mídia: o critério da maioria é a medida da verdade e a própria expressão da realidade. As pessoas guiam sua vida, não a partir de seu próprio e mais autêntico discernimento, e sim daquilo que "todo-o-mundo faz". Se outros mentem para tirar vantagem, por que eu também não minto? Se meus amigos e vizinhos enganam e roubam, por que não eu?
Este é o clima de nosso tempo: se é preciso violar todas as normas para tirar vantagem, e se a mídia e a TV mostram isso a toda hora, eu tenho que dançar conforme a música e tudo bem. "Ou restaure-se a moralidade, ou nos locupletemos todos." Antes de chamar a isso imoralidade e corrupção, pura e simples, seria melhor dizer desorientação, falta de rumo, de norte, devido à quebra da taboa de crenças e valores que orientam e alimentam a concórdia ou o pacto social.
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Gilberto de Mello Kujawski*- Ex-promotor de Justiça. Escritor e jornalista

quinta-feira, 28 de julho de 2011
Professor - a lenda
Conta a lenda que, quando Deus liberou o conhecimento sobre como ensinar os homens , determinou que aquele "saber" ficaria restrito a um grupo muito selecionado de sábios. Mas, neste pequeno grupo, onde todos se achavam "semi-deuses" , alguém traiu as eterminações divinas.
Aí aconteceu o pior!
Deus, zangado com a traição, resolveu fazer valer alguns mandamentos:
1º - Não terás vida pessoal, familiar ou sentimental.
2º - Não verás teu filho crescer.
3º - Não terás feriado, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga.
4º - Terás gastrite, se tiveres sorte. Se for como os demais terás úlcera.
5º - A pressa será teu único amigo e as suas refeições principais serão os lanches, as pizzas e o china in box.
6º - Teus cabelos ficarão brancos antes do tempo, isso se te sobrarem cabelos.
7º - Tua sanidade mental será posta em cheque antes que completes 5 anos de trabalho;
8º - Dormir será considerado período de folga, logo, não dormirás.
9º - Trabalho será teu assunto preferido, talvez o único.
10º - As pessoas serão divididas em 2 tipos: as que ensinam e as que não entendem. E verás graça nisso.
11º - A máquina de café será a tua melhor colega de trabalho, porém, a cafeína não te fará mais efeito.
12º - Happy Hours serão excelentes oportunidades de ter algum tipo de contato com outras pessoas loucas como você.
13º - Terás sonhos com cronograma, planejamento, provas, fichas de alunos, provas substitutivas e não raro, resolverás problemas de trabalho neste período de sono.
14º - Exibirás olheiras como troféu de guerra.
15º - E, o pior........ inexplicavelmente gostarás de tudo isso.
16º - Serás chamado de PROFESSOR

quarta-feira, 27 de julho de 2011
Simply The Best
I call you when I need you,
my heart's on fire
You come to me, come to me wild and wild
When you come to me
Give me everything I need
Give me a lifetime of promises and a world of dreams
Speak a language of love like
you know what it means
And it can't be wrong
Take my heart and make it strong baby
You're simply the best, better than all the rest
Better than anyone, anyone I've ever met
I'm stuck on your heart,
and hang on every word you say
Tear us apart,
Baby I would rather be dead
In your heart I see the star
of every night and every day
In your eyes I get lost, I get washed away
Just as long as I'm here in your arms
I could be in no better place
You're simply the best, better than all the rest
Better than anyone, anyone I've ever met
I'm stuck on your heart,
and hang on every word you say
Tear us apart, no, no,
Baby I would rather be dead
Each time you leave me I start losing control
You're walking away with my heart and my soul
I can feel you even when I'm alone
Oh baby, don't let go
You're the best, better than all the rest
Better than anyone, anyone I've ever met
I'm stuck on your heart,
and hang on every word you say
Tear us apart, no, no,
Baby I would rather be dead
Oh ! You're the best !!!

Cegonha visita namorada ferida todos os anos na Croácia - Malena e Rodan, uma linda história de amor
As cegonhas que fazem ninho na Croácia todos os anos, fazem um longo caminho de 13 mil quilômetros da África do Sul pelo vale do Nilo.
A cada primavera, o país se emociona com a chegada do macho Rodan que volta da África ao país balcânico para encontrar sua amada Malena, que não pode voar devido às sequelas de um tiro d qual foi vítima há 18 anos.
O casal de aves oferece este ano, um espetáculo de alegria, já que em seu ninho, há quatro filhotes recém-nascidos, enquanto os demais estão por sair de seus ovos, segundo informou a imprensa local.
Malena foi encontrada ferida, em 1993, em um campo perto de Slavonski Brod, uma cidade de 200 km a leste de Zagreb, com a asa ferida por tiros dados por um caçador italiano.
Stipe Vokic, porteiro de uma escola primária, cuidou da ave, conseguiu cura-la e fez um ninho no telhado da escola para ela.
Faz nove anos que Rodan se apaixonou por Malena, que não pode acompanhar seu amado na viagem até a África, pois apresenta sequelas do ferimento que a impedem de voar para a rota migratória que fazem as aves de sua espécie todos os anos.
Durante o inverno, Vokic cuida e alimenta Malena, mas todas as primaveras, quando Rodan regressa, ele mesmo trata de cuidar da companheira. Ele leva comida fresca a ela, arruma o ninho e alimento os filhotes.
"É uma relação terna, da qual se pode fazer um filme de amor", comenta Vokic ao jornalVecernji list.
Em Julho, Rodan ensinará aos seis filhotes a voar e, em meados de agosto, voarão juntos à África.
"A cada ano, me parte o coração quando chega a hora de partirem. Rodan chama Malena, para que vá com ele, mas ela não pode. Até hoje, já criaram 35 filhotes", diz Vikic.
Esta primavera, a imprensa croata publicou a triste notícia de que Rodan não estava de volta e, certamente, alguma coisa ocorreu na África, mas para a alegria de todos, apareceu de repente, apesar de mais cansado do que nunca.
As cegonhas que fazem seus ninhos na Croácia todos os anos, realizam uma longa viagem de 13 mil quilômetros pelo Vale do Nilo até a África do Sul, caminho onde encontram muito perigos e penúrias.

terça-feira, 26 de julho de 2011
Feliz Dia da Vovó

Falar de Vó para mim é beleza!
É pura certeza de viva alegria,
Vovó é doçura, é mel que escorre,
É fada – socorre de noite e de dia.
Vovó é denguinho gostoso,
Molhado, fofinho...
Ensopado de amor e carinho,
Vovó é segurança.
Vovó – esperança do esperto netinho
De tomar (sem ser a hora!) o seu “danoninho”...
Vovó tem magia nos lábios e encantos,
Pois sara com beijos a neta, que em pranto,
Mostra-lhe o dedinho que machucou.
É flor sempre viva que não tem idade,
Pois brinca de roda, se deita no chão,
Se faz de cavalinho pra neta ou netinho
Do seu coração.
Vovó conta história pra gente comer comidinha,
Vovó conta história pra chegar o soninho,
Vovó conta história de lobo, girafa,
Formiga, ursinho...
Vovó conta história da Bíblia Sagrada,
Vovó conta história do menino e Rei Jesus,
Vovó conta história dos santos do céu,
Do reino de Deus, dos anjos de luz...
Vovó é sabidinha!...
Enquanto pode,
Carrega pra igreja os netinhos amados,
Igual vovó Lóide, na Bíblia citada.
Faz tudo o que pode
Pra ver seus netinhos
De Deus sendo anjinhos
Sempre abençoados!



































































