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..O lápis

O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:

- Você está escrevendo uma história? A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:

- Estou escrevendo sobre você, é verdade. entretanto mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse. O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.

- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!

- Tudo depende do modo como você olha as coisas.

Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo. Primeira qualidade:

você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma mão que guia seus passos.

Esta mão que podemos chamar de Deus, deve sempre conduzi-lo em direção à sua vontade. Segunda:

de vez em quando, eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. isso faz com que o lápis sofra um pouco.

Mas, no final, ele estará mais afiado.

Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor. Terceira:

o lápis é companheiro da borracha para apagar o que estava errado.

Entenda que corrigir uma coisa não é necessariamente algo ruim... Quarta:

o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro.

Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você. Quinta:

o lápis sempre deixa uma marca...

Portanto, lembre-se:

tudo o que você fizer na vida, irá deixar traços...

Por isso, procure ser consciente de cada ação e que os seus desenhos sejam lindos!
(Uma linda mensagem para que não esqueçamos que o que vale é a "ALMA" )

Selo

Ganhei esse selo do Blog Patricia Ponto Cruz obrigado amiga,beijokas...

Como surgiu a expressão gaúcha Tchê!

Sotaques e regionalismos na hora de falar são conhecidos desde os tempos de Jesus.

Todos na casa do sumo sacerdote reconheceram Pedro como discípulo de Jesus pelo seu jeito "Galileu" de se expressar.

No Brasil também existem muitos regionalismos.
Quem já não ouviu um gaúcho dizer: "Barbaridade, Tchê"? Ou de modo mais abreviado "bah, Tchê"?

Essa expressão, própria dos irmãos do sul, tem um significado muito curioso.

Para conhecê-lo, é preciso falar um pouquinho do espanhol, dos quais os gaúchos herdaram seu "Tchê".

Há muitos anos, antes da descoberta do Brasil, o latim marcava acentuada presença nas línguas europeias como o francês, espanhol e o português.

Além disso, o fervor religioso era muito grande entre a população mais simples.

Por essa razão, a linguagem falada no dia, era dominada por expressões religiosas como: "vá com Deus", "queira Deus que isso aconteça", "juro pelo céu que estou falando a verdade" e assim por diante.

Uma forma comum das pessoas se referirem a outra era usando interjeições também religiosas como: "Ô criatura de Deus, por que você fez isso"? Ou "menino do céu, onde você pensa que vai"? Muita gente especialmente no interior ainda fala desse jeito.

Os espanhóis preferiam abreviar algumas dessas interjeições e, ao invés de exclamar "gente do céu", falavam apenas Che! (se lê Tchê) que era uma abreviatura da palavra caelestis(se lê tchelestis) e significa do céu.

Eles usavam essa expressão para expressar espanto, admiração, susto.
Era talvez uma forma de apelar a Deus na hora do sufoco.. Mas também serviam dela para chamar pessoas ou animais.

Com a descoberta da América, os espanhóis trouxeram essa expressão para as colônias latino-americanas.

Aí os Gaúchos, que eram vizinhos dos argentinos e uruguaios acabaram importando para a sua forma de falar.

Portanto exclamar "Tchê" ao se referir a alguém significa considerá-lo alguém "do céu". Que bom seria se todos nos tratássemos assim.

Considerando uns aos outros como gente do céu.

Um abraço, Tchê!

SUFICIENTE PARA VOCÊ!

Há pouco tempo, estava no aeroporto e vi mãe e filha se despedindo.
Quando anunciaram a partida, elas se abraçaram e a mãe disse:

- Eu te amo. Desejo o suficiente para você.

A filha respondeu:

- Mãe, nossa vida juntas tem sido mais do que suficiente. O seu amor é tudo de que sempre precisei. Eu também desejo o suficiente para você.

Elas se beijaram e a filha partiu.

A mãe passou por mim e se encostou na parede.

Pude ver que ela queria, e precisava, chorar.

Tentei não me intrometer nesse momento, mas ela se dirigiu a mim, perguntando:

- Você já se despediu de alguém sabendo que seria para sempre?

- Já - respondi. - Me desculpe pela pergunta, mas por que foi um adeus para sempre?

- Estou velha e ela vive tão longe daqui. Tenho desafios à minha frente a verdade é que a próxima viagem dela para cá será para o meu funeral.

- Quando estavam se despedindo, ouvi a senhora dizer 'Desejo o suficiente para você'. Posso saber o que isso significa?

Ela começou a sorrir.

- É um desejo que tem sido passado de geração para geração em minha família. Meus pais costumavam dizer isso para todo mundo.

Ela parou por um instante e olhou para o alto como se estivesse tentando se lembrar em detalhes e sorriu mais ainda.

- Quando dissemos 'Desejo o suficiente para você', estávamos desejando uma vida cheia de coisas boas o suficiente para que a pessoa se ampare nelas.

Então, virando-se para mim, disse, como se estivesse recitando:

- Desejo a você sol o suficiente para que continue a ter essa atitude radiante.
- Desejo a você chuva o suficiente para que possa apreciar mais o sol..
- Desejo a você felicidade o suficiente para que mantenha o seu espírito alegre.
- Desejo a você dor o suficiente para que as menores alegrias na vida pareçam muito maiores.
- Desejo a você que ganhe o suficiente para satisfazer os seus desejos materiais.
- Desejo a você perdas o suficiente para apreciar tudo que possui.
- Desejo a você 'alôs' em número suficiente para que chegue ao adeus final.

Ela começou então a soluçar e se afastou.

Dizem que leva um minuto para encontrar uma pessoa especial, uma hora para apreciá-la, um dia para ama-lá, mas uma vida inteira para esquecê-la.

Mande esta mensagem para as pessoas que você nunca esquecerá e lembre-se de mandá-la de volta à pessoa que a enviou.

Se você não mandá-la para ninguém, significa que você vive com tanta pressa que se esqueceu de seus amigos.

ARRUME TEMPO PARA VIVER...

EU DESEJO O SUFICIENTE PARA VOCÊ...

FAITH (FÉ) - a história de um cão














Apresento-lhes um cachorro chamado FAITH ( Fé) !


Este Cachorrinho nasceu na Véspera de Natal no ano de 2002.

Nasceu apenas com as duas patas traseiras.

Como está claro, não conseguia andar, e até a sua própria mãe o rejeitou.

Seu primeiro dono também pensou que ele jamais conseguiria andar, e considerou "pô-lo a dormir"....


Nessa altura, a sua atual dona, Jude Stringfellow, conheceu-o e pediu para ficar com ele.

Determinada, foi ela quem ensinou e treinou este pequeno cão a andar por si só.


Chamou-lhe 'Faith', ou Fé.

De princípio, ela colocou-o numa prancha de skate, para que sentisse o movimento...usou depois manteiga de amendoim para atrai-lo, e como recompensa para que ele se levantasse e saltasse, apenas nas duas pernas

ao fim de apenas 6 meses, o "Fé" começou a aprender a equilibrar-se nas pernas traseiras, e a saltar para a frente, movendo-se assim.


Depois de mais treinos na neve, ele pode "caminhar" como um ser humano.

Faith adora movimentar-se por todo o lado agora..


Onde quer que ele vá, atrai sobre si todas as atenções.


Tornou-se famoso na cena Internacional, e já apareceu em programas de Televisão e em Jornais.

Está para ser publicado um livro sobre ele entitulado "Com um pouco de Fé".


Considerou-se ainda incluí-lo num dos filmes de Harry Potter.

Sua dona, Jude Stringfellew , deixou o trabalho como Professora, e planeja levá-lo numa volta ao mundo, pora mostrar que mesmo sem um corpo perfeito, se pode ter uma alma perfeita.


Na Vida, existem sempre coisas que não desejamos, porém, basta olhar a vida noutra perspectiva para que nos sintamos melhor.

Espero que esta mensagem traga para as pessoas, novas maneiras de pensar e que possam sentir e agradecer cada novo dia como uma benção.


O "Faith" é a demonstração contínua do valor e maravilha que é a Vida.

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Cachecol Scarf feito em fio de algodão para meia-estação, super versátil, com contas de acrilico no arremate.

Conhecendo o velho pai

Filho, acorda! São oito horas! Você vai se atrasar!
De um salto, o rapaz se levantou. Contudo, logo se deu conta que era seu primeiro dia de férias.
Atrasar para quê, mãe?
Para pescar com seu pai.
O jovem perdeu todo o entusiasmo. Sim, ele prometera, quando estivesse em férias, pescar com seu pai. Mas, tinha que ser logo no primeiro dia de férias?
Enfim, ele foi, mesmo a contragosto.
Sentado ao lado do pai, que dirigia, cantando, ele pensava em como seu pai estava ficando velho e meio lelé.
Ficava cantando músicas antigas, ria, conversava e conversava.
Finalmente, chegaram. Quer dizer, o carro estacionou, mas o pai disse que ali não era local apropriado para pesca. Só dava peixe pequeno.
Andaram durante duas horas, no meio de mata densa, até chegar ao pesqueiro secreto do pai.
Claro que é secreto, falou o rapaz, incomodado. Ninguém, a não ser você vem aqui. Nem os peixes.
Isso é o que você pensa! – Falou o pai. Aqui é que se reúnem as maiores tilápias da represa.
E, disposto, colocou botas altas, calças impermeáveis e entrou na água para cortar o mato que tomava conta quase total do lago.
Tudo aquilo estava parecendo muito doido ao filho. Que graça podia ter tudo aquilo?
Quando o pai preparou a vara e jogou o anzol, ele não aguentou e falou:
Pai, estou preocupado com você.
Essa maluquice de vir até este fim de mundo para pescar tilápias. E a mamãe falou que você nunca volta com peixe.
Já pensou em procurar um psicólogo?
Estou ótimo, falou o pai. O Freitas, que vem sempre aqui comigo, é psicólogo. O Tavares é psiquiatra.
Nesse momento, ele sentiu a fisgada no anzol, puxou a linha e lá estava ela: uma grande tilápia.
O rapaz estava surpreso.
Pai, você já pescou peixe grande assim, antes?
Sempre, meu filho.
Mas eu nunca vi você levar para casa nenhum.
Eu vou mostrar por que, falou o pai.
E fotografou o filho segurando o peixe. Depois, pegou a tilápia e a devolveu à água.
Eu pesco por prazer, não para encher a barriga.
Aquilo sim era legal, pensou o filho. O resto do dia passou pescando com o pai. E devolvendo às águas o que pescava, depois de fotografar.
Vá procurar o seu irmão, dizia, soltando o peixe.
Ao final do dia, no retorno ao lar, confessou que fazia tempo que não se divertia tanto. Aquilo sim, era radical.
À noite, enquanto se preparava para dormir, pensou que seu pai não tinha nada de louco ou de desequilibrado.
Seu pai sabia viver. Seu pai era um gênio. E ele descobrira naquele dia.

Meu heroi

Meu herói. Este é o nome de matéria de uma revista de circulação nacional, que apresentou ao público relatos muito valiosos.
Abaixo do título do artigo veio escrito:
Todo mundo tem um ídolo assim: em vez de voar ou soltar raios, seu superpoder é o de repassar valores que moldam nosso caráter e nos acompanham pela vida inteira.
Em seguida, as jornalistas apresentam diversos relatos de pessoas falando sobre seus ídolos especiais – esses heróis que lhes deixaram uma contribuição imensurável para a vida.
Deixaram bons exemplos, bons valores. Deixaram uma referência de conduta que lhes permitiu passar pela vida com maior segurança.
Os relatos são belíssimos, singelos, emocionantes.
Um deles, de uma menina de 18 anos, dizia assim:
Meu avô abandonou a família quando meu pai tinha 5 anos. Tempos depois, apareceu em nossa casa, velho e doente.
Meu pai cuidou dele até a morte. Naquele dia, jurei fazer o mesmo:nunca abandonar esse homem tão generoso: meu pai, meu exemplo, meu herói.
Percebamos a beleza desta breve narrativa. Imaginemos que exemplo esse pai está deixando para as próximas gerações!
Um exemplo de amor, de dedicação, de perdão.
Filhos criados em lares que lhes apresentam estas referências elevadas, honrosas, têm muito mais chance de se tornarem homens e mulheres de bem.
Os pais da nova era precisam ter esta vontade de se tornarem heróis para seus filhos, heróis da dignidade, da honestidade, da fraternidade.
Se os filhos encontram seus ídolos dentro do lar, quem sabe possam ser menos influenciados pelos ídolos do momento, pelos ícones instantâneos dos dias atuais, tão perigosos.
Se é natural que as crianças, que os adolescentes e jovens imitam aquilo que julgam interessante, que esta imitação possa ter, no seio da família, uma fonte inesgotável e de qualidade superior.
Depois da vontade, precisam ter o esforço e a abnegação, pois para ser herói de verdade é preciso se dedicar, planejar as ações. Construir em casa uma fonte de boas referências em tudo.
O exemplo vivenciado entre as paredes de um lar possui uma força inimaginável, na construção do caráter da alma infantil.
Não se exige perfeição dos progenitores, de forma alguma. Aliás: a constatação das falhas, das deficiências também é parte importante da construção de um herói.
Heróis não são seres perfeitos: são seres que buscam a perfeição, dia após dia, batalha após batalha.
Que os pais possam ter em mente este objetivo: de deixarem, a cada dia, ano após ano, um jardim de boas referências a seus filhos.
Tais exemplos terão a força de modificar as próximas gerações, pois se forem fortes o suficiente, se marcarem a vida dos filhos, certamente seguirão na direção de netos, bisnetos, etc.
Que os pais deixem belas histórias, belas lembranças, que serão sempre um grande farol a guiar os filhos nos momentos de dificuldade.
Estes são os heróis dos novos tempos: os homens e mulheres de bem que deixarão o legado dos exemplos inesquecíveis, das lições que jamais se poderá olvidar.

Sabedoria materna

Todos temos mãe. Presente, ausente, bonita ou nem tanto, culta ou analfabeta sempre existe mãe, na vida de cada pessoa.
É com essa criatura especial que aprendemos lições que nos acompanham vida afora.
Quando crianças, de um modo geral, consideramos que mãe é aquela pessoa que sabe ser estraga-prazeres muito além da medida.
É aquela que nos chama para fazer o dever de casa justo na hora em que a brincadeira estava no auge. Ou quando estávamos prestes a passar para o próximo nível, no game.
É aquela que só sabe nos falar de obrigações: ir à escola, estudar para a prova, recolher a roupa espalhada pelo quarto, limpar a cozinha, varrer a calçada.
Parece que ela tem um computador que somente fica elaborando tarefas e mais tarefas.
Na adolescência, é a constante vigia das nossas saídas, dos telefonemas, do uso da Internet.
E sonhamos com o dia em que possamos nos liberar de tudo isso.
Nem nos apercebemos que para ela corremos, ao menor problema.
Quando pequenos, qualquer machucado nos faz gritar: Mãe!
Quando uma criança maior nos ameaça bater, corremos na busca de refúgio entre seus braços.
E quando as primeiras desilusões amorosas nos fazem acreditar que nunca seremos felizes é no regaço dela que encontramos um coração amoroso a nos dizer: Espera, amanhã é novo dia. Espera: o amor chegará e te fará feliz.
Quando chegamos à idade adulta, nos damos conta do extraordinário ser que é a mãe.
E, quando temos nossos próprios filhos, repetimos muitas das lições recebidas dela.
Finalmente, quando a maturidade vai salpicando de prata e neve os nossos cabelos, a memória nos recorda como era sábia nossa mãe.
O compositor brasileiro Tom Jobim, recordando sua mãe, dizia que ela era uma pessoa sempre de bem com a vida e, por vezes, engraçada.
Contava que, certa vez, transitava de bonde pelo Rio de Janeiro, com sua mãe. Sentado, começou a mexer com os pés até que, de repente um dos sapatos soltou-se e caiu.
Ele se levantou e ficou olhando o calçado parado, no meio da rua, enquanto o bonde continuava a se distanciar sempre mais.
Vendo seu desassossego, a mãe lhe perguntou: O que aconteceu?
Quando informou o que ocorrera, ela se abaixou, tirou o sapato que ainda estava no pé do filho e o lançou para fora.
Mãe, por que fez isso?
Ora, meu filho, quem encontrar um, encontrará o outro e poderá usar.

Mesmo quanto está Escuro!

Ele era um homem forte que estava enfrentando um inimigo muito forte.
Sua jovem esposa ficou gravemente enferma e faleceu, deixando o
homenzarrão sózinho e uma filha loirinha, de olhos grandes, que
ainda não havia completado cinco anos.

A cerimonia, fúnebre na pequena
capela da cidade foi simples e carregada de dor.

Após o sepultamento no pequeno cemitério, os vizinhos
do homem reuniram-se ao redor dele.
- Por favor, venha com sua filha passar alguns dias conosco
- disse alguém. - Voces não devem voltar para casa ainda.

- Obrigado, meus amigos, pela oferta generosa.
Mas nós precisamos voltar para casa.
Minha filhinha e eu precisamos enfrentar esta dor.

Assim, o homenzarrão e a menina voltaram para casa,
que agora parecia vazia e sem vida.

O pai colocou a cama da filha em seu quarto, para que
eles pudessem passar juntos a escuridão da primeira noite.

Os minutos passavam lentamente, e a menina estava tendo
grande dificuldade para dormir... a mesma de seu pai.
O que pode afligir mais o coração de um pai do que ver uma
criança soluçando de saudades da mãe que nunca mais
vai voltar?

A menina continuou a chorar noite adentro.
O homem esticou o braço para tentar consolá-la
da melhor maneira possível.

Após alguns instantes, a menina conseguiu parar de chorar,
mas apenas por dó do pai.
Pensando que a filha já estava dormindo, o pai olhou para cima
e orou, com voz entrecortada:

Eu confio em Ti, ó Pai, mas a noite está escura demais!!!!!!!!

Ao ouvir a oração do pai, a menina começou a chorar novamente.
- Eu pensei que voce estivesse dormindo, querida - ele disse.
- Eu tentei, papai. Estava triste por voce. Eu tentei de verdade.
Mas não consegui dormir. Papai, voce já viu uma noite tão escura
assim? Por que, papai? Eu não posso ver voce. Está escuro demais

- Em seguida, por entre lágrimas, a menina disse baixinho;
- Mas voce me ama mesmo quando está escuro, não e verdade,
papai?
Voce me ama mesmo quando eu posso enxergar voce, não é
verdade papai?

Como resposta, o homem pegou a filha da cama com suas mãos
enormes, colocou-a de encontro ao peito e segurou-a carinhosamente
até ela dormir.

Quando ela se aquitou, o homem voltou a orar.

Assumiu para si todo o choro da filha e o transferiu para Deus.

"''' Pai, a noite está escura demais. Não posso te enxergar.
Mas tu me amas, mesmo quando está escuro e eu não posso
te enxergar. Não é verade Pai?

Naquelas horas tão tenebrosas, o Senhor o tocou dando-lhe
novas forças para prosseguir.

Ele sabia que Deus continuaria a amá-lo e a sustentá-lo,
mesmo no escuro...

DOENÇAS QUE SÓ CEARENSE TEM...

ISPINHELA CAÍDA
DOR NOS QUARTOS
PÉ DISMINTIDO
MULÊRA MOLE
FIRIDA MAGUADA
QUEBRANTE
TOSSE DE CACHORRO
DOR NO ESTONGO
FARNIZIM
PASSAMENTO
CACHINGAR
FRIÊRA
COBREIRO DE PÉ
ISPRITO RUIM
PERÉBA
CURUBA
REMELA NO ZÓI
DORDÓI (conjuntivite)
GASTURA
MARIA PRETA
TERSOL
DOR NO PÉ DA BARRIGA
DOR DE VIADO
BODE
MORRÓIDIA
IMPINGE
PILÔRA
PANO BRANCO
XANHA
CATARRO NOS PEITO
ESTALICIDO
BICHÊRA
FININHA
ALÔJO
ÍNGUA
COCEIRA NAS VIRÍA
BICHO DE PÉ
EMPACHADO
FARTIO
DOR NO ESPINHAÇO
BUCHO QUEBRADO
DENTIQUÊRO
CALO SECO
UNHA FOFA
PÉ INCHADO
PAPOQUINHA
CORPO REIMOSO
MUCUÍM
ZOVIDO ESTOURADO
ÁGUA NA PLEURA
SUVACO PÔDE
BERRUGA
OLHO DE PEIXE (verruga na planta do pé)
SETE COURO
CAGANO MOLE
CORPO MUÍDO
BARRIGA FAROSA
DIFRUÇO (resfriado)
GÔTO INFLAMADO (quando a comida cai no g?to)
DENTE PÔDI
MÔCO (surdo)
PÁ QUEBRADA
CADUQUICIMENTO

Selo

Ganhei esse selo do Blog Meu Jardim de Crochê e adorei,
beijokas amiga.

O valor de um milagre

Uma garotinha foi para o quarto e pegou um vidro de geléia que estava escondido no armário e derramou todas as moedas no chão.
Contou uma por uma, com muito cuidado, três vezes. O total precisava estar exatamente correto. Não havia chance para erros.
Colocando as moedas de volta no vidro e tampando-o bem, saiu pela porta dos fundos em direção à farmácia Rexall, cuja placa acima da porta tinha o rosto de um índio.
Esperou com paciência o farmacêutico lhe dirigir a palavra, mas ele estava ocupado demais. A garotinha ficou arrastando os pés para chamar atenção, mas nada. Pigarreou, fazendo o som mais enojante possível, mas não adiantou nada. Por fim tirou uma moeda de 25 centavos do frasco e bateu com ela no vidro do balcão. E funcionou!
- O que você quer? - perguntou o farmacêutico irritado.
- Estou conversando com o meu irmão de Chicago que não vejo há anos -, explicou ele sem esperar uma resposta.
- Bem, eu queria falar com o senhor sobre o meu irmão -, respondeu Tess no mesmo tom irritado.
- Ele está muito, muito doente mesmo, e eu quero comprar um milagre.
- Desculpe, não entendi. - disse o farmacêutico.
- O nome dele é Andrew. Tem um caroço muito ruim crescendo dentro da cabeça dele e o meu pai diz que ele precisa de um milagre. Então eu queria saber quanto custa um milagre.
- Garotinha, aqui nós não vendemos milagres. Sinto muito, mas não posso ajudá-la. - explicou o farmacêutico num tom mais compreensivo.
- Eu tenho dinheiro. Se não for suficiente vou buscar o resto. O senhor só precisa me dizer quanto custa.
O irmão do farmacêutico, um senhor bem aparentado, abaixou-se um pouco para perguntar à menininha de que tipo de milagre o irmão dela precisava.
- Não sei. Só sei que ele está muito doente e a minha mãe disse que ele precisa de uma operação, mas o meu pai não tem condições de pagar, então eu queria usar o meu dinheiro.
- Quanto você tem? - perguntou o senhor da cidade grande.
- Um dólar e onze cêntimos -, respondeu a garotinha bem baixinho. - E não tenho mais nada. Mas posso arranjar mais se for preciso.
- Mas que coincidência! - disse o homem sorrindo. - Um dólar e onze cêntimos! O preço exato de um milagre para irmãozinhos!
Pegando o dinheiro com uma das mãos e segurando com a outra a mão da menininha, ele disse:
- Mostre-me onde você mora, porque quero ver o seu irmão e conhecer os seus pais. Vamos ver se tenho o tipo de milagre que você precisa..
Aquele senhor elegante era o Dr. Carlton Armstrong, um neurocirurgião. A cirurgia foi feita sem ônus para a família, e depois de pouco tempo Andrew teve alta e voltou para casa.
Os pais estavam conversando alegremente sobre todos os acontecimentos que os levaram àquele ponto, quando a mãe disse em voz baixa:
- Aquela operação foi um milagre. Quanto será que custaria?
A garotinha sorriu, pois sabia exatamente o preço: um dólar e onze cêntimos! - Mais a fé de uma criancinha.
Em nossas vidas, nunca sabemos quantos milagres precisaremos.
Um milagre não é o adiamento de uma lei natural, mas a operação de uma lei superior. Sei que você vai passar esta bola pra frente!
Lá vai ela. Jogue de volta para alguém que significa algo para você!
Uma bola é um círculo, sem início, sem fim. Ela nos mantém unidos como nosso Círculo de Amigos. Mas o tesouro interior que você verá é o tesouro da amizade que você me concedeu.
Hoje eu passo a bola da amizade para você.
Passe ela para alguém que seja um amigo seu.
MEU JURAMENTO PARA VOCÊ.
Quando você estiver triste... Vou secar suas lágrimas.
Quando você estiver com medo... Eu lhe darei conforto.
Quando você estiver preocupado... Vou dar-lhe esperança.
Quando você estiver confuso... Vou ajudá-lo a enxergar.
E quando você está perdido... E não pode ver a luz,
Vou ser o seu farol... Brilhando cada vez mais.
Este é o Meu juramento... Prometo até o fim...
Por que? Você pode perguntar... Porque você é Meu amigo.
Assinado: DEUS

Hino do Rio Grande do Sul e História dos Farrapos


Farrapos ou farroupilhas foram chamados todos os que se revoltaram contra o governo imperial, e que culminou com a Proclamação da República Rio-Grandense. Era termo considerado originalmente pejorativo, já utilizado pelo menos uma década antes da Guerra dos Farrapos para designar os sul-rio-grandenses vinculados ao Partido Liberal, oposicionistas e radicais ao governo central, destacando-se os chamados jurujubas. O termo, oriundo do parlamento, com o tempo foi adotado pelos próprios revolucionários, de forma semelhante à que ocorreu com os sans-cullotes à época da Revolução Francesa. Seus oponentes imperiais eram por eles chamados de caramurus ou camelos, termo jocoso em geral aplicado aos membros do Partido Restaurador no Parlamento Imperial.

Em 1831, no Rio de Janeiro, havia os jornais Jurujuba dos Farroupilhas e Matraca dos Farroupilhas. Em 1832 foi fundado o Partido Farroupilha pelo tenente Luís José dos Reis Alpoim, deportado do Rio para Porto Alegre. O grupo se encontrava na casa do major João Manuel de Lima e Silva (tio de Luís Alves de Lima e Silva, que viria a ser o Duque de Caxias), casa esta que era sede também da Sociedade Continentino, editora do jornal O Continentino, ferrenho critico ao Império. Em 24 de outubro de 1833, os farroupilhas promoveram um levante contra a instalação da Sociedade Militar em Porto Alegre.

Inicialmente, reivindicavam a retirada de todos os portugueses que se mantinham nos mais altos cargos do Império e do Exército, mesmo depois da Independência, respaldados pelo Partido Restaurador ou caramuru. Os caramurus almejavam a volta de D. Pedro I ao governo do Brasil.

No entanto, é bom notar que entre os farrapos havia os que acreditavam que só tornando suas províncias independentes poderiam obter uma "sociedade chula", ou seja, administrada por provincianos. Havia, portanto, estancieiros, estancieiros-militares, farroupilhas-libertários, militares-libertários, estancieiros-farroupilhas, abolicionistas e escravos que buscavam a liberdade, e assim por diante, numa combinação e interpenetração ideológica sem fim. Inicialmente nem todos eram republicanos e separatistas, mas os acontecimentos e os novos rumos do movimento conduziram a esse desfecho.

A maçonaria sulista, tendendo aos ideais republicanos, teve importante papel nos rumos tomados, sendo que muitos dos líderes farroupilhas foram seus adeptos, dentre eles, Bento Gonçalves da Silva, com o codinome Sucre. Bento organizou outras lojas maçônicas no território rio-grandense, o que lhe havia sido permitido desde o ano de 1833.



Hino do Rio Grande do Sul

Como aurora precursora
Do farol da divindade
Foi o 20 de Setembro
O precursor da liberdade

Mostremos valor constância
Nesta ímpia e injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra

De modelo a toda Terra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra

Mas não basta pra ser livre
Ser forte, aguerrido e bravo
Povo que não tem virtude
Acaba por ser escravo

Mostremos valor constância
Nesta ímpia e injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra

De modelo a toda Terra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra

Duas mães

Narra o Evangelista Lucas que um anjo do Senhor foi enviado a uma cidade da Galileia chamada Nazaré. Sua missão era transmitir um recado muito importante.
Entrou em casa de uma jovem chamada Maria e a saudou, apresentando-se:
Sou Gabriel, um dos mensageiros de Yaweh. Venho confirmar-te o que teu coração aguarda, de há muito. Teu seio abrigará a glória de Israel.
Conceberás e darás à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo e o Seu reino não terá fim.
O mensageiro celeste ainda lhe disse que sua prima Isabel se encontrava grávida, alcançando já o sexto mês de gestação.
E Maria foi ao encontro dela, que habitava uma cidade da Judeia.
O encontro de ambas é comovente. Isabel, ao ver sua prima à porta do jardim, corre-lhe ao encontro e a saúda.
Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre. E donde me provém isto a mim, que venha visitar-me a mãe do meu Senhor?
E explica que, tão logo a voz de Maria cumprimentando-a, à distância, chegou aos seus ouvidos, o menino exultou de alegria em seu ventre.
Duas mulheres. Duas mães. Isabel deu a luz a João, o arauto do Senhor.
Depois de lhe ter acompanhado a infância, a adolescência, a juventude, o viu buscar as estradas do mundo.
Ela sabia, desde o anúncio espiritual a seu marido, no templo, que seu filho nasceria para ser aquele que aplainaria as veredas do Senhor.
Ele iria à frente, anunciando a chegada do Reino de Deus e que o Rei já se encontrava entre os homens.
Terá sabido das tantas coisas que se diziam a respeito dele? Louco, lunático, ermitão.
Quantos lhe terão rido nas ruas, apontando-a como a mãe do estranho homem que se vestia com pele de animal e trazia cabelos e barba crescidos...
Terá sabido da sua prisão, da morte por degola? Terá sabido de que aquela cabeça, que ela tantas vezes acarinhara, retendo-a tão próxima do seu colo, foi oferecida, em uma salva de prata, como prêmio a uma mulher alucinada pela vingança?
E Maria? Ao afirmar ao mensageiro celeste que tudo nela se cumprisse, conforme ele anunciava, tinha plena consciência de todas as dores que a alcançariam.
Viúva, ela viu o filho sair de casa para cumprir a Sua missão. Um filho sempre contestado, perseguido e, por fim, supliciado da forma mais torpe.
Crucificado como um celerado, quando Ele nada mais fizera que semear estrelas de amor nos corações.
Maria e Isabel. Duas mães que bem souberam cumprir sua missão. Deram à luz a filhos cujas missões não desconheciam elas, desde o princípio.
E, despojadas de egoísmo, os viram partir, sofrendo à distância, pelas notícias inquietantes.
Duas mães que nos levam a meditar profundamente na missão da maternidade. Gerar filhos, educá-los, entregá-los ao mundo para realizarem as grandes reformas do pensamento, da ciência, das artes.

Enquete

Pessoal respondam a enquete ao lado bem acima da barra lateral perguntando:
Quantas postagens vc deseja por dia?
Agradeço a vcs, beijokas....

Mensagem Verdadeira

“Que país é este que junta milhões numa marcha gay, outros milhões numa marcha evangélica, muitas centenas numa marcha a favor da maconha, mas que não se mobiliza contra a corrupção?”

(07/07/2011 Juan Arias, correspondente no Brasil do jornal espanhol El País)

Triste ler isto escrito por um estrangeiro, que com toda propriedade e elegância pôs o dedo em uma ferida que nós brasileiros nos negamos a ver.

CHARADINHAS...

1 O que o dente pai falou pra dente mãe sobre o dente filho? Resposta
É a cárie do pai.

2 O que um rato brasileiro falou para um rato americano? Resposta
Camon-dongo.

3 O que um etanol disse para o outro? Resposta
Eita nóis!

4 Por que o "i" estava andando? Resposta
Porque ele é um "i"móvel.

5 Qual cidade espanhola tem um cômodo todo torto? Resposta
Salamanca.

6 Uma mulher tem 30 reais pra dividir entre suas duas filhas, que horas são? Resposta
15 pras duas.

7 Encontraram um político honesto. Qual o nome do filme? Resposta
Ah Vá, Tá!

8 Qual o país onde todos freqüentam a academia? Resposta
SoMália.

9 O que a carteira falou para o pão duro? Resposta
Tô contigo e não abro!

10 O que acontecerá se você alimentar uma vaca com flores? Resposta
Ela dará leite de rosas.

A luz em nossas vidas

Foi um sonho, há muito tempo acalentado, esse de o homem poder viver num ambiente iluminado.
Em 1828, Thomas Alva Edison conseguiu, pela primeira vez, a lâmpada elétrica de filamento.
A partir desse momento, tudo se modificou na sociedade. Cinquenta anos depois, Joseph Swan patenteou a lâmpada incandescente, que passou a ser industrializada.
É inconcebível hoje, para nossa mentalidade, um mundo sem luz elétrica. Ficamos a pensar no que seria uma casa iluminada por tochas, por candelabros, por velas.
Pode ser muito romântico um jantar à luz de velas. Contudo, viver uma vida inteira tendo que ler, fazer os serviços domésticos, tratar de doentes, costurar utilizando-se de velas, de tochas, de lampiões, de lamparinas... Inconcebível!
A própria natureza nos fala da importância da luz porque nos dá, ao longo do dia, o brilho solar. Quando estamos vivendo sob o brilho do sol, complicado pensar na noite escura.
Quando estamos refletindo sobre a noite escura, temos a oportunidade de pensar no brilho do luar e nos beijos cintilantes das estrelas.
A luz é, em verdade, a grande mensagem do Criador diante das trevas que ainda empanam a vida humana.
Diz o Velho Testamento, no livro do Gênesis: E o Senhor fez a luz. Faça-se a luz. Fiat lux. E a luz se fez.
E Jesus de Nazaré afirmou sem rebuços: Eu sou a luz do mundo. Aquele que andar em mim, jamais conhecerá as trevas.
Naturalmente que a luz de que falava Jesus Cristo não era uma luz física. Ele falava de uma luz mental, de uma claridade espiritual, de algo que Ele viera trazer ao mundo para nos retirar das nossas sombras.
Sombras de ignorância, noites de maldade, escuridão dos tormentos. Então, Ele veio como um astro do dia, uma estrela de primeira magnitude, com essa coragem de dizer, em pleno período das sombras: Eu sou a luz do mundo.
Mas o Homem de Nazaré ainda propôs que nós também trabalhássemos por desenvolver a nossa própria claridade: Brilhe a vossa luz.
Jesus propõe que façamos brilhar a nossa própria luz, porque somos lucigênitos. Fomos criados, gerados pela luz de Deus.
Esse é um convite para que trabalhemos o quanto nos seja possível para sairmos das trevas do não saber, do não sentir, do não amar, do não viver.
Em outro momento, asseverou o Celeste Amigo: Quando os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz.
Os nossos olhos bons não são os olhos da face. É a nossa maneira de ver as coisas, nossa visão de mundo, nosso olhar sobre as pessoas.
Na medida em que formos misericordiosos, atenciosos, fraternos para com os outros e seus problemas, é natural que estaremos evoluindo, crescendo na direção do Altíssimo.
Todo o nosso ser espiritual, o nosso corpo espiritual, nosso corpo astral brilhará: Todo o teu corpo terá luz.
Todos os grandes gênios espirituais do mundo valorizaram a luz. Não é à toa que Siddhartha Gautama, o grande Buda, é chamado a luz da Ásia.
Por isto, quando Jesus afirma ser a Luz do mundo, Ele ultrapassa as dimensões de todas as terras, de todos os seres e Se mostra de fato como a Luz, Modelo e Guia para todos nó

Descanse em Paz?

Em uma de suas cartas, o romancista Gustave Flaubert escreveu: "Que grande necrópole é o coração humano! Para que irmos aos cemitérios? Basta abrirmos as nossas recordações; quantos túmulos!".

"Não temos tempo!" Houve uma época na história humana (e não faz muito tempo) na qual, quando um dos nossos morria, parávamos tudo o que estivéssemos fazendo; o trabalho, ou o que mais fosse, era interrompido, e, se preciso, faziam-se longas viagens, até noturnas (sem os rápidos aviões, carros e boas estradas), mas não deixávamos de, velando os partintes, cuidar dos ficantes.

A humanidade houvera compreendido que, se com a morte não nos conformamos, ao menos nos confortamos, nos fortalecemos em conjunto, nos apoiamos. As pessoas ficavam às vezes por um dia e uma noite, em volta da família, aglomerados, grudados, exalando solidariedade e emoção, orando e purgando lentamente o impacto, mostrando aos mais próximos que não estavam sozinhos na perda.

É sinal de humanidade não se conformar com a morte e, portanto, buscar vencer simbolicamente o que parece ser invencível. A própria palavra cemitério (derivada do grego), usada em vários idiomas, significa lugar para dormir, dormitório, lugar para descansar.

Deixamos de velar (no sentido de tomar conta, cuidar!) para velar (como cobrir, ocultar, esquecer, apagar).

Não temos mais tempo! Se recebemos a notícia de que algum conhecido faleceu, olhamos o relógio e pensamos: "vou ver se dou uma passadinha lá...."; alguém morre às 10 horas da manhã e, se der, será enterrado até as cinco da tarde, de maneira a, em nome do "não sofrermos muito", sermos mais práticos e rápidos. Nem as crianças (já um pouco crescidas) são levadas a velórios; muitos argumentam que é para poupá-las da dor. Isso não pode valer, parte delas cresce sem a noção mais próxima de perda e, despreparadas e insensibilizadas para enfrentar algumas situações nas quais a nossa humanidade desponta, simultaneamente, fraca e forte, perdem força vital.

Por isso, não será estranho se, em breve, tivermos que nos acostumar também com o velório virtual ou, principalmente, como já está começando em países mais "avançados", o velório "drive-thru": entra-se com o carro, coloca-se a mão sobre o corpo do falecido (enquanto o sensor lê tuas digitais para enviar um agradecimento formal), aperta-se um botão com a oração que se deseja fazer e...pronto, já vai tarde. Parece ridículo? Se não prestarmos atenção, assim será.

Vale o alerta de Gilberto Cesbron: "E se fosse isso perder a vida: fazermos a nós próprios as perguntas essenciais um pouco tarde demais?"


Resumo do texto "Descanse em Paz?", do Livro "Não Nascemos Prontos", do filósofo prof. Mário Sérgio Cortella (ed. Vozes).


Sobre o Autor : Mário Sérgio Cortella, filósofo, com Mestrado e Doutorado em Educação pela PUC-SP, na qual é professor-titular. Foi Chefe-de-Gabinete do Prof. Paulo Freire na Secretaria Municipal de Educação de São Paulo e atua como comentarista, debatedor e âncora em programas de TV e Rádio, além de apresentar o programa "Diálogos impertinentes".

Tricot - Poncho Cru




O DIVÓRCIO

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: “Tenho algo importante para te dizer”. Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: “Por quê?”
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou “você não é homem!” Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a outra mulher. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Sentindo-me muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia, mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a outra mulher profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a outra mulher.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a outra mulher sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. “Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio”, disse a outra mulher em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo “O papai está carregando a mamãe no colo!” Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho “Não conte para o nosso filho sobre o divórcio” Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada à outra mulher, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles, mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse: “Todos os meus vestidos estão grandes para mim”. Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso… Ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração… Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse “Pai, está na hora de você carregar a mamãe”. Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: “Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo”.
Eu não consegui dirigir para o trabalho… Fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia… Subi as escadas e bati na porta do quarto. Quando ela abriu a porta e eu lhe disse: “Desculpe, eu não quero mais me divorciar”.
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa “Você está com febre?” Eu tirei sua mão da minha testa e repeti: “Desculpe, eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
Ela então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: “Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe”.
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama – morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando há vários meses, mas eu estava muito ocupado com a outra mulher para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio – e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

Uma Vida, Duas Vidas,um Sorriso

Foi durante a guerra civil na Espanha. Antoine de Saint-Exupéry,
o autor de O pequeno príncipe, foi lutar ao lado dos espanhóis
que preservavam a democracia.

Certa feita, caiu nas mãos dos adversários.
Foi preso e condenado à morte.
Na noite que precedia a sua execução, conta ele que foi despido
de todos os seus haveres e jogado em uma cela miserável.

O guarda era muito jovem.
Mas era um jovem que, por certo, já assassinara a muitos.
Parecia não ter sentimentos.
O semblante era frio.
Vigilante, ali estava e tinha ordens para atirar para matar, em caso de fuga.

Exupéry tentou uma conversa com o guarda, altas horas da madrugada.
Afinal, eram suas últimas horas na face da Terra.
De início, foi inútil.
Contudo, quando o guarda se voltou para ele, ele sorriu.

Era um sorriso que misturava pavor e ansiedade.
Mas um sorriso.
Sorriu e perguntou de forma tímida:
Você é pai?

A resposta foi dada com um movimento de cabeça, afirmativo.
Eu também, falou o prisioneiro.
Só que há uma enorme diferença entre nós dois.
Amanhã, a esta hora eu terei sido assassinado.
Você voltará para casa e irá abraçar seu filho.

Meus filhos não têm culpa da minha imprevidência.
E, no entanto, não mais os abraçarei no corpo físico.
Quando o dia amanhecer, eu morrerei.

Na hora em que você for abraçar o seu filho, fale-lhe de amor.
Diga a ele: “Amo você.
Você é a razão da minha vida.” Você é guarda.
Você está ganhando dinheiro para manter a sua família, não é?

O guarda continuava parado, imóvel.
Parecia um cadáver que respirava.
O prisioneiro concluiu:
Então, leve a mensagem que eu não poderei dar ao meu filho.

As lágrimas jorraram dos olhos.
Ele notou que o guarda também chorava.
Parecia ter despertado do seu torpor.
Não disse uma única palavra.

Tomou da chave mestra e abriu o cadeado externo.
Com uma outra chave abriu a lingueta.
Fez correr o metal enferrujado, abriu a porta da cela, deu-lhe um sinal.
O condenado à morte saiu apressado, depois correu, saindo da fortaleza.

O jovem soldado lhe apontou a direção das montanhas para que ele fugisse,
deu-lhe as costas e voltou para dentro.
O carcereiro deu-lhe a vida e, com certeza, foi condenado por ter permitido
que um prisioneiro fugisse.
Antoine de Saint-Exupéry retornou à França e escreveu uma página inesquecível:
Uma vida, duas vidas, um sorriso.

* * *
Tantas vezes podemos sorrir e apresentamos a face fechada, indiferente.
Entretanto, as vozes da Imortalidade cantam.
Deus canta em todo o Universo a glória do amor.
Sejamos nós aqueles que cantemos a doce melodia do amor, em todo lugar,
nos corações.

Hoje mais do que ontem, agora mais do que na véspera quebremos
todos os impedimentos para amar.

Você sabe onde mora a felicidade?

Você sabe onde mora a felicidade?
Sim, se você deseja encontrar a felicidade,
primeiro é preciso saber onde ela mora.

Talvez você nunca tenha pensado nisso, mas a felicidade
pode ser encontrada em vários lugares e revestida das
mais variadas formas.

No entanto, é preciso procurar com sabedoria, para não seguir falsos
guias ou falsas trilhas.

Muitas vezes o prazer tem acenado para as pessoas que estão em
busca da felicidade, mas logo ele se vai, deixando rastros
confusos e um forte sabor de amargura.

Outras vezes a riqueza se diz proprietária da felicidade,
mas nem sempre consegue aprisionar essa fugitiva,
que logo se vai, deixando uma sensação de vazio naqueles
que acreditam em suas falsas promessas.

Não raro, o poder, travestido de orgulho, se coloca como
único mensageiro da felicidade, iludindo aqueles que caem
em suas malhas cruéis.

Sem escrúpulos, a ambição desmedida tem se apresentado
como guia capaz de conduzir os interessados à morada da
felicidade, mas, tão logo suas vítimas abrem os olhos, já estão
bem distantes do seu objetivo.

Outras vezes, a juventude, de combinação com a beleza física,
arrebata criaturas descuidadas que estão em busca da felicidade,
para logo mais abandoná-las, sem rumo e sem esperança,
na estrada da desilusão.

Talvez seja por isso que a felicidade é o tesouro mais procurado
e mais dificilmente encontrado.

E você sabe por quê?
Porque o homem a tem buscado em coisas exteriores,
situações passageiras ou em outras pessoas.

Com efeito, nem a riqueza, nem o poder, nem a juventude,
nem mesmo todas essas condições tão desejadas reunidas
são condições essenciais à felicidade…

Isso se pode constatar porque incessantemente se ouvem,
no seio das classes mais abastadas, pessoas de todas as idades
se queixarem amargamente da situação em que se encontram.

Quem deseja, sinceramente, ser feliz, sabe que a felicidade
independe de valores externos, mas é a somatória de vários
fatores internos, como o dever cumprido, a consciência tranqüila,
a serenidade da alma.

Ao contrário do que se pensa, a felicidade não é ausência de sofrimento,
de dor, de obstáculos no caminho, mas é o estado da alma que o ser conquista,
apesar de todos os desafios naturais da caminhada.

Jesus preferiu a cruz infamante à mudar seu comportamento baseado no amor.

Como se pode perceber, a felicidade de cada indivíduo depende da
fidelidade que cada um tem para consigo mesmo e para com as metas
que estabeleceu para alcançá-la.

Assim sendo, a felicidade encontra morada onde quer que exista
alguém disposto a lhe dar guarida.

Pode ser num casebre ou numa mansão, num leito de dor
ou num jardim de alegrias, o importante é saber senti-la e saber cultivá-la.

“Na terra, a felicidade somente é possível quando alguém se esquece de
si mesmo para pensar e fazer tudo que lhe seja possível em favor do
seu próximo.”

Dia Internacional do Crochet


Como surgiu o Crochet???

Mas onde como surgiu, ninguém atesta com precisão. No entanto, pesquisas arqueológicas comprovam que o crochê teve origem na China, como uma forma de costura. Posteriormente, a técnica, conhecida como tambouring (palavra do idioma inglês, que significa tambor) ultrapassou fronteiras alcançando a Turquia, Índia, Pérsia, norte da África chegando finalmente ao continente europeu por volta de 1.700.No final do século 18 a técnica evoluiu para o que os franceses chamam de “crochê no ar”, em que o tecido de fundo e o bastidor foram abolidos e a agulha passou a ser trabalhada diretamente com a linha. Espalhando-se pela Europa, o crochê ganhou fama na Inglaterra na era Vitoriana, quando esse tipo de artesanato era o passatempo preferido das senhoras da nobreza.No início do século 19, fios como a seda eram largamente usados para imitar bordados e laços importados, marcando o princípio do crochê filé. Gráficos do começo do século 20 já reproduziam com perfeição as fábulas, contos infantis e até mesmo romances, como a famosa história de Romeu e Julieta...

Cachecol Meia estação Babados






Cachecol feito em tricot, todo em babados, em tons de marrom e cinza, super leve e versátil, todo em fio de viscose.

Independe da posição, comprovado!

De pé, fortalece a coluna;
De cabeça para baixo estimula a circulação do sangue;
De barriga para cima é mais prazeroso;
Sozinho, é estimulante, mas egoísta;
Em grupo, pode até ser divertido;
No banho pode ser arriscado;
No automóvel, é muito perigoso...
Com frequência, desenvolve a imaginação;
Entre duas pessoas, enriquece o conhecimento;
De joelhos, o resultado pode ser doloroso...

Enfim...

sobre a mesa ou no escritório,
antes de comer ou na sobremesa,
sobre a cama ou na rede,
nus ou vestidos,
sobre o sofá ou no tapete,
com música ou em silêncio,
entre lençóis ou no closet:,
sempre é um ato de amor e de enriquecimento, não importa a idade, nem a raça, nem a crença, nem o sexo, nem a posição socioeconômica...
Ler é sempre um prazer!
PARABÉNS pelo que acabou de fazer................. LER sempre é um ótimo exercicio.


DEFINITIVAMENTE, LER LEVA VOCÊ A EXERCITAR A IMAGINACÃO.
E VOCÊ ACABOU DE COMPROVAR ISSO!

O cachorro

"Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso
quando um cachorro entrou.
Ele espantou o cachorro,
mas logo o cãozinho voltou.
Novamente ele tentou espantá-lo,
foi quando viu que
o animal trazia um bilhete na boca.


Ele pegou o bilhete e leu:
- Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor.
Assinado.... Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia
uma nota de 50 Reais. Então ele pegou o dinheiro, separou as
salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica,
junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.


O açougueiro ficou impressionado e como já era
mesmo hora de fechar o açougue, ele
decidiu seguir o animal.
O cachorro desceu a rua, quando chegou ao
cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão
para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na
boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.


O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o
cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada.
Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta.
Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa.
Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo,
foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes.
Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando
alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.
O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:
-'Por Deus do céu, o que você está fazendo?
O seu cão é um gênio!'
A pessoa respondeu:
- 'Um gênio?
Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido ESQUECE a chave!!!'

Moral da História:
' Você pode continuar excedendo às
expectativas, mas para os olhos de alguns, você estará sempre
abaixo do esperado'. Qualquer um pode suportar a adversidade, mas
se quiser testar o caráter de alguém, dê-lhe o poder.
Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não
é o de um profissional, lembre-se:
Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.
Quem conhece os outros é inteligente.
Quem conhece a si
mesmo é iluminado.
Quem vence os outros é forte.
Quem vence a si mesmo é invencível!!

Nossa atitude faz diferença

Algumas vezes as explicações surgem em momentos inesperados. Pouco tempo atrás passei por uma experiência constrangera ao visitar um restaurante “fast-food”. A área de alimentação estava suja e necessitando desesperadamente de meticulosa limpeza. A equipe de funcionários aparentava indiferença e hostilidade. Fiquei imaginando: “O que há de errado com este lugar?”

Sem sombra de dúvida os donos tinham pago a mesma taxa de franquia e os funcionários recebido o mesmo treinamento das demais lojas da rede. Ofereciam os mesmos produtos e os procedimentos eram idênticos a qualquer outro restaurante da franquia. Estava certo que administração ineficiente era um dos motivos, mas não estava convencido que este fosse o único fator responsável pela sua má performance. Então, ocorreu-me que o problema fundamental fosse atitude. Por alguma razão, aquele restaurante e seus funcionários pareciam afligidos por atitude negativa e espírito de derrota.
Imagine alguém criado em um ambiente em que sempre lhe disseram que ele era burro. Ao atingir a idade de trabalhar estaria convencido ser realmente burro e incompetente. Tudo o que poderia desejar seria sobreviver. Esse restaurante parecia cheio de pessoas assim: meros sobreviventes, não realizadoras. Convencidos de que eram incapazes de ser bem-sucedidos, o único objetivo era chegar ao dia seguinte com o menor esforço possível.
É incrível a diferença que nossa atitude faz ao enfrentarmos cada dia e o que somos capazes de realizar. A Bíblia diz:”Porque, como imaginou na sua alma, assim é” (Pv 23.7). A perspectiva que temos a nosso respeito e das circunstâncias que nos cercam pode exercer impacto tremendo sobre o que fazemos, como o fazemos e a forma como é avaliado por outros.
Você é um sobrevivente que deseja tornar-se um realizador, ou abriga pensamentos negativos e destrutivos sobre o passado? Faça um esforço, com a ajuda de Deus, para transformar sua mente, adotando nova atitude em relação a si mesmo e à situação em que se encontra. Você pode começar mantendo foco sobre a verdade. Fp 4.8 diz: “Tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas.”
Anos atrás consultores e preletores motivacionais falavam muito sobre o “poder do pensamento positivo”. Esse “poder” tem seus limites. É preciso mais do que pensar positivamente para se tornar um atleta de nível mundial, um vendedor de primeira linha, ou um executivo altamente respeitado. Porém, uma atitude negativa, sem dúvida, impede as pessoas de alcançarem objetivos elevados.
Conta-se a história de dois escultores a quem perguntaram o que estavam fazendo. Um deles respondeu: “Estou cortando pedras em blocos.” O outro deu uma resposta totalmente diferente:”Faço parte de uma equipe que está construindo uma catedral.”
Ao encarar seu trabalho hoje, o que você estará fazendo: simplesmente cortando pedras em blocos, ou participando da construção de uma catedral?

Tricot - Estola




O mais Forte

Certo dia, a pedra disse:
Eu sou forte!
Ouvindo isso, o ferro disse:
Eu sou mais forte que você! Quer ver?
Então, os dois duelaram ate que a pedra se tornasse pó.
O ferro, por sua vez, disse:
Eu sou forte!
Ouvindo isso, o fogo disse:
Eu sou mais forte que você! Quer ver?
Então os dois duelaram ate que o ferro se derretesse.

O fogo, por sua vez, disse:
Eu sou forte!
Ouvindo isso, a água disse:
Eu sou mais forte que você! Quer ver?
Então, os dois duelaram ate que o fogo se apagasse.

A água, por sua vez, disse:
Eu sou forte!
Ouvindo isso, a nuvem disse:
Eu sou mais forte que você! Quer ver?
Então, as duas duelaram ate que nuvem fez a água evaporar.

A nuvem, por sua vez, disse:
Eu sou forte!
Ovindo isso, o vento disse:
Eu sou mais forte que você! Quer ver?
Então, os dois duelaram ate que o vento soprasse a nuvem
e ela se desfizesse.

O vento , por sua vez, disse:
Eu sou forte!
Ouvindo isso, os montes disseram:
Nos somos mais fortes que você! Quer ver?
Então, os dois duelaram ate que o vento ficasse preso
dentre o círculo de montes.

Os montes, por sua vez, disseram:
Nós somos fortes!
Ouvindo isso, o homem disse:
Eu sou mais forte que vocês! Querem ver?
Então, o homem, dotado de grande inteligência, perfurou os montes,
impedindo que eles prendessem o vento.

Acabando com o poder dos montes, o homem disse:
Eu sou a criatura mais forte que existe!
Ate que veio a morte e com um golpe apenas, acabou com o homem
(que pensava ser o mais inteligente e forte).

A morte ainda comemorava, quando, sem que ela esperasse,
um homem chamado "JESUS" veio e, com apenas 3 dias de falecido,
venceu a morte e todo poder foi lhe dado na terra e no céu.

Pássaro Ferido

Já observaram um pássaro ferido?
Ele não voa nem canta.
Permanece amuado e triste.
Num canto da gaiola, ou num galho de árvore, fica quieto,
como que sem vida.
Ele existe para voar, cantar e, no vôo de sua liberdade encantar
os olhos que o observa.

O coração humano foi criado para ser assim... viver em liberdade,
para amar e cantar.
Cantar de alegria.
Bater no ritmo compassado da paz e da harmonia consigo mesmo,
com os outros e com Deus, seu criador.

Mas os corações também são feridos.
E, como os pássaros, perdem o significado de sua existência,
batem descompassadamente, no ritmo da tristeza e da dor.
O coração é a sede da alma, da vida, das emoções.
Ferido, a alma fica triste e a vida, vazia; o sorriso chora e a mágoa cala.

Certamente Deus irá agir com muita justiça para com as pessoas que
provocam feridas grandes e doloridas nos corações de crianças, idosos,
jovens, mulheres e homens.

Tenho visto corações com feridas tão profundas que precisam de anos de
tratamento psicoterápico e muita graça de Deus derramada sobre ele
para consertá-lo.
Na maioria das vezes essas feridas são provocadas ainda na infância,
roubando a alegria e a inocência da criança.

Não é nada fácil viver com o coração ferido.
Ele fica pesado, mesmo quando há uma sensação de vazio nele;
mesmo quando, para disfarçar a ferida, seu dono brinca e ri.
Mesmo quando ninguém percebe, ou faz de conta que não percebe.
No entanto, ele fica lá no peito, pesando e doendo, sangrando...

Muitas famílias estão sofrendo porque há nelas alguém que vive
com o coração muito ferido.
A dor desse coração contagia o coração dos outros membros da família
e todos padecem.

Só temos uma vida e foi Deus quem nos deu.
Só temos duas alternativas: ou a vivemos com o coração ferido,
ou a vivemos com o coração saudável.
Corações feridos precisam ser cuidados, precisam de remédio;
corações quebrados podem ser consertados.
Esse processo de cura e restauração nunca é fácil.
Mexer na ferida dói e sangra, mas só assim torna-se possível curá-lo.
Só assim torna-se possível organizar o passado, viver o presente
e sonhar bons sonhos para o futuro.
Não é possível viver novamente o passado para consertar o que foi feito de errado,
mas é possível fazer diferente daqui para a frente.
É preciso crer, é preciso buscar, é preciso lutar!

Liberto da ferida, o pássaro alça altos vôos e novamente entra
em harmonia com a natureza de seu Criador.

Liberto da dor, o coração alça altos vôos em direção à vida e ao seu Criador.
Encontra paz na vida e transmite paz aos que estão ao redor.
A pessoa é beneficiada e a família também.

Portanto, cuide de seu coração e também do coração de seus familiares.
Entregue um coração ferido em mãos cuidadosas e lembre-se de que
“Deus aceitará um coração quebrado,
se lhe forem entregues todos os pedaços.” (Eleanor Doan)

Você Sabe Elogiar?

Recentemente um grupo de crianças pequenas passou por um teste muito interessante. Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, mas que as crianças executariam sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo.

Em seguida, foram divididas em dois grupos. O grupo A foi elogiado quanto à inteligência. “Uau, como você é inteligente!”, “Que esperta que você é!”, “Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial!”... e outros elogios à capacidade de cada criança.

O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. “Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou na tarefa!”, “Menino, que legal ter visto seu esforço!”, “Uau, que persistência você mostrou. Tentou, tentou, até conseguir, muito bem!” ... e outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si.

Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Elas não eram obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de conseqüência.

As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa. As crianças não queriam nem tentar. Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa.

A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos. O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. As crianças “inteligentes” não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso pode modificar a imagem que os adultos têm delas. “Se eu não conseguir, eles não vão mais dizer que sou inteligente”.

As “esforçadas” não ficam com medo de tentar, pois mesmo que não consigam é o esforço que será elogiado. Nós sabemos de muitos casos de jovens considerados inteligentes não passarem no vestibular, enquanto aqueles jovens “médios” obtêm a vitória. Os inteligentes confiaram demais em sua capacidade e deixaram de se preparar adequadamente.

Os outros sabiam que se não tivessem um excelente preparo não seriam aprovados e, justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e se aprofundaram melhor em cada uma das disciplinas.

No entanto, isso não é tudo. Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios,feedbacks e incentivos ao comportamento esperado.

Nossos filhos precisam ouvir frases como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “parabéns meu filho por ter dito a verdade apesar de estar com medo... você é ético”, “filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído como algumas colegas fizeram... você é solidária”, “isso mesmo filho, deixar seu primo brincar com seu vídeo game foi muito legal, você é um bom amigo”.

Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real.

Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual. “Que linda você é amor”, “acho você muito esperto meu filho”, “Como você é charmoso”, “que cabelo lindo”, “seus olhos são tão bonitos”. Elogios como esses não estão baseados em fatos, nem em comportamentos, nem em atitudes. São apenas impressões e interpretações dos adultos.

Em breve, crianças como essas estarão fazendo chantagens emocionais, birras, manhas e “charminhos”. Quando adultos, não terão desenvolvido resistência à frustração e a fragilidade emocional estará presente. Homens e mulheres de personalidade forte e saudável são como carvalhos que crescem nas encostas de montanhas.

Os ventos não os derrubam, pois cresceram na presença deles. São frondosos, copas grandes e o verde de suas folhas mostra vigor, pois se alimentaram da terra fértil.

Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa.


Marcos Meier, mestre em Educação, psicólogo, professor de Matemática e especialista na teoria da Mediação da Aprendizagem em Jerusalém, Israel.


Notícia veiculada na Revista Galileu – jan/2011.

Triste realidade

Uma análise da evolução da relação de conquista e do amor do homem para a mulher,
através das músicas que marcaram época.
Não é saudosismo, mas vejam como os quarentões, cinquentões tratavam seus amores.
É por isso que de vez em quando vemos uma mulher nova enroscada no pescoço de um quarentão.
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Década de 30:
Ele, de terno cinza e chapéu panamá, em frente à vila onde ela mora, canta:
"Tu és, divina e graciosa, estátua majestosa! Do amor por Deus esculturada.
És formada com o ardor da alma da mais linda flor,
de mais ativo olor, na vida é a preferida pelo beija-flor...."
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Década de 40:
Ele ajeita seu relógio Pateck Philip na algibeira,escreve para Rádio Nacional e,
manda oferecer a ela uma linda música:
"A deusa da minha rua, tem os olhos onde a lua,costuma se embriagar. Nos seus olhos eu suponho,
que o sol num dourado sonho, vai claridade buscar"
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Década de 50:
Ele pede ao cantor da boate que ofereça a ela a interpretação de uma bela bossa:
" Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça.
É ela a menina que vem e que passa, no doce balanço a caminho do mar.
Moça do corpo dourado, do sol de Ipanema. O teu balançado é mais que um poema.
É a coisa mais linda que eu já vi passar."
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Década de 60:
Ele aparece na casa dela com um compacto simples embaixo do braço,
ajeita a calça Lee e coloca na vitrola uma música papo firme:
"Nem mesmo o céu, nem as estrelas, nem mesmo o mar e o infinito não é maior que o meu amor, nem
mais bonito. Me desespero a procurar alguma forma de lhe falar, como é grande o meu amor por você...."
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Década de 70:
Ele chega em seu fusca, com roda tala larga, sacode o cabelão,
abre porta pra mina entrar e bota uma melô jóia no toca-fitas:
"Foi assim, como ver o mar, a primeira vez que os meus olhos se viram no teu olhar....
Quando eu mergulhei no azul do mar, sabia que era amor e vinha pra ficar...."
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Década de 80:
Ele telefona pra ela e deixa rolar um:
"Fonte de mel, nos olhos de gueixa, Kabuki, máscara. Choque entre o azul e o cacho de acácias,
luz das acácias, você é mãe do sol. Linda...."
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Década de 90:
Ele liga pra ela e deixa gravada uma música na secretária eletrônica:
"Bem que se quis, depois de tudo ainda ser feliz. Mas já não há caminhos pra voltar.
E o que é que a vida fez da nossa vida? O que é que a gente não faz por amor?"
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Em 2001:
Ele captura na internet um batidão legal e manda pra ela, por e-mail:
"Tchutchuca! Vem aqui com o teu Tigrão. Vou te jogar na cama e te dar muita pressão!
Eu vou passar cerol na mão, vou sim, vou sim! Eu vou te cortar na mão!
Vou sim, vou sim! Vou aparar pela rabiola! Vou sim, vou sim"!
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Em 2002:
Ele manda um e-mail oferecendo uma música:
"Só as cachorras! Hu Hu Hu Hu Hu!
As preparadas! Hu Hu Hu Hu!
As poposudas! Hu Hu Hu Hu Hu!"
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Em 2003:
Ele oferece uma música no baile:
"Pocotó pocotó pocotó...minha éguinha pocotó!
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Em 2004:
Ele a chama p/ dançar no meio da pista:
"Ah! Que isso? Elas estão descontroladas! Ah! Que isso? Elas Estão descontroladas!
Ela sobe, ela desce, ela da uma rodada, elas estão descontroladas!"
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Em 2005:
Ele resolve mandar um convite para ela, através da rádio:
"Hoje é festa lá no meu apê, pode aparecer, vai rolar bunda lele!"
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Em 2006:
Ele a convida para curtir um baile ao som da música mais pedida e tocada no país:
"Tô ficando atoladinha, tô ficando atoladinha, tô ficando atoladinha!!!
Calma, calma foguetinha!!! Piriri Piriri Piriri, alguém ligou p/ mim!"
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Em 2010:
Ele encosta com seu carro com o porta-malas cheio de som e no máximo volume:
" Chapeuzinho pra onde você vai, diz aí menina que eu vou atrás.
Pra que você quer saber?
Eu sou o lobo mau, au, au
Eu sou o lobo mau, au, au
E o que você vai fazer?
Vou te comer, vou te comer, vou te comer,
Vou te comer, vou te comer, vou te comer,
Vou te comer, vou te comer, vou te comer"

ONDE FOI QUE NÓS ERRAMOS?
SERÁ QUE AINDA É POSSÍVEL PIORAR?
Eu acredito que sim....o ser humano é muito criativo, e a televisão tem o dom de imbecibilizar as pessoas...

Como contratar um funcionário?

O método consiste em:

1-Colocar todos os candidatos num galpão

2-Disponibilizar 200 tijolos para cada um.

3-Não dê orientação alguma sobre o que fazer.

4-Tranque-os lá.


Após seis horas, volte e verifique o que fizeram.

Segue a análise dos resultados:

1 - Os que contaram os tijolos, contrate como contadores.

2 - Os que contaram e em seguida recontaram os tijolos, são auditores.

3 - Os que tiverem arrumado os tijolos de maneira muito estranha, difícil
de entender, coloque-os no Planejamento, Projeto e Implantação Controle de Produção.

4 - Aqueles que picaram os tijolos em pedacinhos e estiverem tentando
montá-los novamente, devem ir direto à Tecnologia da Informação.

5 - Os que estiverem sentados sem fazer nada ou batendo papo-furado, são
dos Recursos Humanos.

6 - Os que já tiverem saído, são gerentes.

7 - Os que estiverem olhando pela janela com o olhar perdido no infinito,
são os responsáveis pelo Planejamento Estratégico.

8 - Os que estiverem conversando entre si com as mãos no bolso demonstrando
que nem sequer tocaram nos tijolos e jamais fariam isso, cumprimente- os
com muito respeito e coloque-os na Diretoria.

9 - Os que levantaram um muro e se esconderam atrás são do Departamento de
Marketing.

10 - Os que afirmarem não estar vendo tijolo algum na sala, são advogados,
encaminhem ao Departamento Jurídico. (kakakakakaka)

11 - Os que reclamarem que os tijolos 'estão uma porcaria, sem
identificação, sem padronização e com medidas erradas', coloque na Qualidade.

12 - Os que começarem a chamar os demais de 'companheiros' , elimine-os
imediatamente antes que criem um sindicato.

Atenciosamente,

Psicólogo Chefe