
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Entre a fé e a confiança
A confiança constitui uma virtude imprescindível à vida humana equilibrada e proveitosa.
Ela possui vários desdobramentos.
Aproxima-se da fé em Deus, em Sua sabedoria e em Sua justiça.
Alicerçado nesse sentimento, o homem encontra forças para vencer os desafios que se apresentam em seu caminho.
Ele não se sente vítima de acasos ou azares.
Entende que sua vida segue uma fecunda programação de aprendizado e aperfeiçoamento.
Nesse contexto, as dificuldades representam oportunidades benditas.
Mediante elas, reajusta-se com o passado e habilita-se para o futuro.
A vida atual é uma ponte entre duas realidades.
O ontem, com os equívocos próprios de uma época de aprendizado.
O futuro, rico de promessas de alegria e sublimação.
Mas a confiança também se refere à ciência das próprias possibilidades.
Ela deriva da fé na Sabedoria Divina.
Se Deus consentiu com dada experiência no viver de uma criatura, é porque ela pode dar conta.
Não se fala, obviamente, das desgraças que o homem semeia no próprio caminho.
Mas do que surge inelutável, malgrado a conduta reta e equilibrada.
O homem, a par de uma forte fé em Deus, necessita confiar nas próprias forças.
Ciente de seu destino sublime, ele precisa acreditar que consegue lidar com seus problemas.
Não é uma vítima indefesa ou um fraco.
É um Espírito imortal, rico de experiências e de potenciais.
Ciente de que pode, incumbe-lhe encontrar os meios.
Diante de dificuldades, ao ser humano não é lícito assumir a postura de derrotado.
Também não é digno transferir o peso do próprio fardo a terceiros.
Cada qual tem as suas tarefas.
O amparo mútuo é possível e louvável.
Mas jamais se pode impor ao semelhante que arque com o peso da vida alheia.
Urge estudar, trabalhar, refletir e orar.
Com a alma asserenada pela certeza de que pode vencer, agir com firmeza para isso.
Quem não acredita em si mesmo é um derrotado de antemão.
Mesmo que lute um pouco, não logra superar eventuais derrotas.
Já o crente nas próprias forças, ainda que caia, logo se levanta.
Assim, sem confiança, o homem nada faz de relevante.
Porque tudo o que possui importância não surge e nem se realiza de forma rápida.
Sempre é necessário esforço, treino e paciência.
Sem a certeza de que é possível, falta coragem para trilhar as etapas necessárias à realização final.
Se o sucesso não se dá imediatamente, as forças falecem.
Ciente disso, desenvolva confiança em si mesmo.
Analise detidamente seus recursos e invista neles.
O resultado do esforço sério e metódico haverá de surpreendê-lo.
Ela possui vários desdobramentos.
Aproxima-se da fé em Deus, em Sua sabedoria e em Sua justiça.
Alicerçado nesse sentimento, o homem encontra forças para vencer os desafios que se apresentam em seu caminho.
Ele não se sente vítima de acasos ou azares.
Entende que sua vida segue uma fecunda programação de aprendizado e aperfeiçoamento.
Nesse contexto, as dificuldades representam oportunidades benditas.
Mediante elas, reajusta-se com o passado e habilita-se para o futuro.
A vida atual é uma ponte entre duas realidades.
O ontem, com os equívocos próprios de uma época de aprendizado.
O futuro, rico de promessas de alegria e sublimação.
Mas a confiança também se refere à ciência das próprias possibilidades.
Ela deriva da fé na Sabedoria Divina.
Se Deus consentiu com dada experiência no viver de uma criatura, é porque ela pode dar conta.
Não se fala, obviamente, das desgraças que o homem semeia no próprio caminho.
Mas do que surge inelutável, malgrado a conduta reta e equilibrada.
O homem, a par de uma forte fé em Deus, necessita confiar nas próprias forças.
Ciente de seu destino sublime, ele precisa acreditar que consegue lidar com seus problemas.
Não é uma vítima indefesa ou um fraco.
É um Espírito imortal, rico de experiências e de potenciais.
Ciente de que pode, incumbe-lhe encontrar os meios.
Diante de dificuldades, ao ser humano não é lícito assumir a postura de derrotado.
Também não é digno transferir o peso do próprio fardo a terceiros.
Cada qual tem as suas tarefas.
O amparo mútuo é possível e louvável.
Mas jamais se pode impor ao semelhante que arque com o peso da vida alheia.
Urge estudar, trabalhar, refletir e orar.
Com a alma asserenada pela certeza de que pode vencer, agir com firmeza para isso.
Quem não acredita em si mesmo é um derrotado de antemão.
Mesmo que lute um pouco, não logra superar eventuais derrotas.
Já o crente nas próprias forças, ainda que caia, logo se levanta.
Assim, sem confiança, o homem nada faz de relevante.
Porque tudo o que possui importância não surge e nem se realiza de forma rápida.
Sempre é necessário esforço, treino e paciência.
Sem a certeza de que é possível, falta coragem para trilhar as etapas necessárias à realização final.
Se o sucesso não se dá imediatamente, as forças falecem.
Ciente disso, desenvolva confiança em si mesmo.
Analise detidamente seus recursos e invista neles.
O resultado do esforço sério e metódico haverá de surpreendê-lo.

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domingo, 6 de novembro de 2011
É o pogrrreeço fio!
Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. E ela mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisávamos ir a dois quarteirões. Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Naquela época só tínhamos uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado.
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que faziam tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte. Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima. A refeição era na mesa, com a família reunida (você sabe o que é isso) após uma oração de agradecimento.
Então, não é visível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. E ela mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisávamos ir a dois quarteirões. Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Naquela época só tínhamos uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado.
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que faziam tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte. Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima. A refeição era na mesa, com a família reunida (você sabe o que é isso) após uma oração de agradecimento.
Então, não é visível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

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sábado, 5 de novembro de 2011
Obrigado!!!

Oi amigas ...
obrigado pelo imenso carinho de vc, adorei o comentário,beijokas...
Hi friends ...
thanks for the great affection of me , I loved the comments, thanks for all.
obrigado pelo imenso carinho de vc, adorei o comentário,beijokas...
Hi friends ...
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