
sábado, 31 de dezembro de 2011
Feliz Ano Novo
Quatro velas estavam queimando ruidosamente,
calmamente.
O ambiente estava tão silencioso que podia-se ouvir o diálogo que travavam.
A primeira vela disse:
- Eu sou a Paz ! Apesar de minha luz as pessoas não conseguem manter-me, acho que vou apagar. E diminuindo devagarzinho, apagou totalmente.
A segunda vela disse:
- Eu me chamo Fé! Infelizmente sou muito supérflua. As pessoas não querem saber de mim. Não faz sentido continuar queimando. Ao terminar sua fala, um vento levemente bateu sobre ela, e esta se apagou.
Baixinho e triste a terceira vela se manifestou:
- Eu sou o Amor! Não tenho mais forças para queimar. As pessoas me deixam de lado, só conseguem se enxergar esquecem-se até daqueles à sua volta que lhes amam. E sem esperar apagou-se.
De repente... Entrou uma criança e viu as três velas apagadas.
- Que é isto? Vocês deviam queimar e ficar acesas até o fim.
Dizendo isso começou a chorar.
Então a quarta vela falou:
- Não tenha medo criança. Enquanto eu queimar, podemos acender as outras velas. Eu sou a Esperança.
A criança com os olhos brilhantes, pegou a vela que restava e acendeu todas as outras...
calmamente.
O ambiente estava tão silencioso que podia-se ouvir o diálogo que travavam.
A primeira vela disse:
- Eu sou a Paz ! Apesar de minha luz as pessoas não conseguem manter-me, acho que vou apagar. E diminuindo devagarzinho, apagou totalmente.
A segunda vela disse:
- Eu me chamo Fé! Infelizmente sou muito supérflua. As pessoas não querem saber de mim. Não faz sentido continuar queimando. Ao terminar sua fala, um vento levemente bateu sobre ela, e esta se apagou.
Baixinho e triste a terceira vela se manifestou:
- Eu sou o Amor! Não tenho mais forças para queimar. As pessoas me deixam de lado, só conseguem se enxergar esquecem-se até daqueles à sua volta que lhes amam. E sem esperar apagou-se.
De repente... Entrou uma criança e viu as três velas apagadas.
- Que é isto? Vocês deviam queimar e ficar acesas até o fim.
Dizendo isso começou a chorar.
Então a quarta vela falou:
- Não tenha medo criança. Enquanto eu queimar, podemos acender as outras velas. Eu sou a Esperança.
A criança com os olhos brilhantes, pegou a vela que restava e acendeu todas as outras...
ESPERO QUE A VELA DA ESPERANÇA NUNCA SE APAGUE DENTRO DE VOCÊ.
Feliz Ano Novo!!!
Feliz Ano Novo!!!

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Ano Novo
Quatro velas estavam queimando ruidosamente, calmamente. O ambiente estava tão silencioso que podia-se ouvir o diálogo que travavam. A primeira vela disse: - Eu sou a Paz ! Apesar de minha luz as pessoas não conseguem manter-me, acho que vou apagar. E diminuindo devagarzinho, apagou totalmente. A segunda vela disse: - Eu me chamo Fé! Infelizmente sou muito supérflua. As pessoas não querem saber de mim. Não faz sentido continuar queimando. Ao terminar sua fala, um vento levemente bateu sobre ela, e esta se apagou. Baixinho e triste a terceira vela se manifestou: - Eu sou o Amor! Não tenho mais forças para queimar. As pessoas me deixam de lado, só conseguem se enxergar, esquecem-se até daqueles à sua volta que lhes amam. E sem esperar apagou-se. De repente... entrou uma criança e viu as três velas apagadas. - Que é isto? Vocês deviam queimar e ficar acesas até o fim. Dizendo isso começou a chorar. Então a quarta vela falou: - Não tenha medo criança. Enquanto eu queimar, podemos acender as outras velas. Eu sou a Esperança. A criança com os olhos brilhantes, pegou a vela que restava e acendeu todas as outras... ESPERO QUE A VELA DA ESPERANÇA NUNCA SE APAGUE DENTRO DE VOCÊ. Tenha um ótimo Natal e um Maravilhoso Ano Novo.

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Fim de caso
Querido Panetone:
Eu te amo, mas não podemos viver assim:
eu cortando você em pedaços e você me engordando sem parar.
Quando o amor deixa o casal infeliz, é hora de parar.
Amor não é sofrimento.
Apesar da sua massa macia e suave, tem aquelas frutinhas cristalizadas de toda relação.
Acredite, vai ser melhor pra nós dois.
Você fica com sua integridade, e eu com minha cintura.
Continuarei olhando você com ternura e desejo, mas sabendo que já não nos
pertencemos mais.
Adeus, Panetone.
Foi doce, foi bom, mas deixou marcas que agora a blusa comprida precisa encobrir.....
Adeus...
Resposta do Panetone:
Querida:
Primeiramente quero dizer que o que engorda não é o que te delicia entre o Natal e o Ano Novo,
mas tudo o que você come entre o Ano Novo e o Natal; portanto, reveja seus fundamentos.
Sei da sua admiração por mim, e que sua decisão de me deixar está muito mais ligada à sua incapacidade
de administrar seu peso do que a qualquer insatisfação comigo.
Sinto pela separação, mas ainda vamos nos encontrar.
Assim como minha massa é mole, a carne é fraca.
Você ainda vai ter uma recaída.
Não encare isto como uma praga, mas sabedoria de quem entende muito de tentações.
Acho que você está carente.
Se eu tivesse bracinhos, dar-lhe-ia um abraço.
Por enquanto, do seu sempre,
Panetone
Eu te amo, mas não podemos viver assim:
eu cortando você em pedaços e você me engordando sem parar.
Quando o amor deixa o casal infeliz, é hora de parar.
Amor não é sofrimento.
Apesar da sua massa macia e suave, tem aquelas frutinhas cristalizadas de toda relação.
Acredite, vai ser melhor pra nós dois.
Você fica com sua integridade, e eu com minha cintura.
Continuarei olhando você com ternura e desejo, mas sabendo que já não nos
pertencemos mais.
Adeus, Panetone.
Foi doce, foi bom, mas deixou marcas que agora a blusa comprida precisa encobrir.....
Adeus...
Resposta do Panetone:
Querida:
Primeiramente quero dizer que o que engorda não é o que te delicia entre o Natal e o Ano Novo,
mas tudo o que você come entre o Ano Novo e o Natal; portanto, reveja seus fundamentos.
Sei da sua admiração por mim, e que sua decisão de me deixar está muito mais ligada à sua incapacidade
de administrar seu peso do que a qualquer insatisfação comigo.
Sinto pela separação, mas ainda vamos nos encontrar.
Assim como minha massa é mole, a carne é fraca.
Você ainda vai ter uma recaída.
Não encare isto como uma praga, mas sabedoria de quem entende muito de tentações.
Acho que você está carente.
Se eu tivesse bracinhos, dar-lhe-ia um abraço.
Por enquanto, do seu sempre,
Panetone

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
A força dos nossos pés
Desde o dia em que tu nasceste, eu criei a ilusão dentro de mim, que poderia caminhar por ti.
Imaginei que colocaria teus pés sobre os meus e te levaria pelos caminhos que eu julgasse mais tranquilos e seguros.
Dessa maneira, tu nunca feririas teus pés pisando em espinhos ou em cacos de vidro e jamais te cansarias da caminhada. Nem mesmo precisarias decidir qual estrada tomar. Isso seria eternamente minha responsabilidade.
E foi assim durante um bom tempo. Caminhei por ti e para ti.
Então, o tempo veio me avisar bruscamente que essa deliciosa tarefa não faria mais parte dos meus dias.
Teus pés cresceram e eu já não conseguia mais equilibrá-los em cima dos meus e, quando eu menos esperava, eles escorregaram e alcançaram o solo.
Hoje sou obrigado a vê-los trilhar caminhos nos quais os meus jamais os levariam e ainda tento detê-los insistentemente, mas só consigo raríssimas vezes.
Agora só me é permitido correr com os meus junto aos teus e, em certos momentos, teus passos são tão largos que quase não posso acompanhá-los.
Atualmente assisto aos teus tropeços sempre pronto a levantar-te das tuas quedas.
Por vezes, tu me estendes as mãos em busca de socorro.
Outras, mesmo estando estirado ao chão e ferido, insistes em levantares sozinho para me provar que já és capaz de te erguer, após teus tombos e curares as próprias feridas.
Assim vamos vivendo e sinto uma saudade imensurável daquele tempo que precisavas de mim para te conduzir, pois era bem mais fácil suportar teu peso sobre meus pés do que sobre o meu coração.
No entanto, já consigo compreender como a vida é sábia.
Percebo, finalmente, que em algum momento tu precisarias mesmo desbravar teus caminhos independente de mim.
Como eu, é provável que tenhas que fazê-lo com mais alguns pés sobre os teus, os dos teus filhos.
Claro que não é uma tarefa fácil. Mas se eu consegui, tu também conseguirás porque plantei em teu coração o melhor e mais poderoso aditivo para que suportes tanto peso: o amor.
Imaginei que colocaria teus pés sobre os meus e te levaria pelos caminhos que eu julgasse mais tranquilos e seguros.
Dessa maneira, tu nunca feririas teus pés pisando em espinhos ou em cacos de vidro e jamais te cansarias da caminhada. Nem mesmo precisarias decidir qual estrada tomar. Isso seria eternamente minha responsabilidade.
E foi assim durante um bom tempo. Caminhei por ti e para ti.
Então, o tempo veio me avisar bruscamente que essa deliciosa tarefa não faria mais parte dos meus dias.
Teus pés cresceram e eu já não conseguia mais equilibrá-los em cima dos meus e, quando eu menos esperava, eles escorregaram e alcançaram o solo.
Hoje sou obrigado a vê-los trilhar caminhos nos quais os meus jamais os levariam e ainda tento detê-los insistentemente, mas só consigo raríssimas vezes.
Agora só me é permitido correr com os meus junto aos teus e, em certos momentos, teus passos são tão largos que quase não posso acompanhá-los.
Atualmente assisto aos teus tropeços sempre pronto a levantar-te das tuas quedas.
Por vezes, tu me estendes as mãos em busca de socorro.
Outras, mesmo estando estirado ao chão e ferido, insistes em levantares sozinho para me provar que já és capaz de te erguer, após teus tombos e curares as próprias feridas.
Assim vamos vivendo e sinto uma saudade imensurável daquele tempo que precisavas de mim para te conduzir, pois era bem mais fácil suportar teu peso sobre meus pés do que sobre o meu coração.
No entanto, já consigo compreender como a vida é sábia.
Percebo, finalmente, que em algum momento tu precisarias mesmo desbravar teus caminhos independente de mim.
Como eu, é provável que tenhas que fazê-lo com mais alguns pés sobre os teus, os dos teus filhos.
Claro que não é uma tarefa fácil. Mas se eu consegui, tu também conseguirás porque plantei em teu coração o melhor e mais poderoso aditivo para que suportes tanto peso: o amor.

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
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