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Boots Cuffs de botas Gray em tricot e como usar com Oscar Wilde

Boots Cuffs ou cobre bota Gray em tricot e Oscar Wilde

Boots Cuffs ou cobre bota Gray em tricot e Oscar Wilde

Boots Cuffs ou cobre bota Gray em tricot e Oscar Wilde

Boots Cuffs ou cobre bota Gray em tricot e Oscar Wilde

Boots Cuffs ou cobre bota Gray em tricot e Oscar Wilde

Boots Cuffs ou cobre bota Gray em tricot e Oscar Wilde

Boots cuffs ou cobre bota em tricot com motivos de cordas em tricot com fio de lã matizado em tons de cinza claro, escuro e cru.
Usei lã matizada porque sempre mostra um design bonito na harmonia do ponto com as cores. Neste inverno será muito usado este tipo de acessório complementar seja por dentro ou por fora da bota. Eu gosto muito e espero que vocês também gostem. 

Para encomendar, comprar ou saber mais detalhes desta peça acessem a minha loja virtual pelo link abaixo:
O motivo de cordas que usei está no gráfico abaixo:
Boots Cuffs de bota Gray em tricot como usar Oscar Wilde

Sinopse do livro de Oscar Wilde - O retrato de Dorian Gray:
O Retrato de Dorian Gray — no original em inglês: The Picture of Dorian Gray — é um romance publicado por Oscar Wilde, considerado um dos grandes escritores Irlandeses do século XIX. Foi publicado inicialmente como a história principal da Lippincott's Monthly Magazine em 20 de junho de 1890 e, mais tarde, Wilde reviu, alterou e ampliou essa edição, que foi publicada em abril 1891 por Ward, Lock e Company.

O cenário é Londres, na Inglaterra aristocrática e hedonista do século XIX. Basil Hallward é um pintor que vê em Dorian Gray — um jovem de 18 anos pertencente à alta burguesia inglesa e dono de uma beleza física inimaginável, porém inocente — a inspiração que o impulsiona na busca da perfeição para que pinte o quadro de uma forma tão transcendente que todos ficam estupefatos com a exatidão da pintura, parecendo mesmo que Basil conseguiu captar a própria alma de Dorian.
É uma profunda reflexão sobre valor da arte, sobre a produção artística, sobre o belo, sobre o narcisismo e sobre uma juventude que parece não ter envelhecido em nada mais de um século depois.

Poder-se-ia dizer que este livro é uma crítica à sociedade inglesa do século XVIII, com uma série de alegorias à decadência moral e espiritual dessa mesma sociedade, sempre tão sorridente e bonita, mas suja e podre por dentro.

O livro também imortaliza o maior medo da humanidade: o medo de envelhecer — o amadurecimento, não só do corpo, mas também da alma e questiona a beleza, a juventude, os valores morais e a sociedade.