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Um Feliz Dia das Mães sendo sempre Amigas hoje, amanhã e sempreeeeeee....



Um Feliz Dia para todas as mães que ganharam o melhor presente da vida, não sendo simplista e nem querendo generalizar , mas já fazendo isso, a minha experiência como mãe até agora tem sido ótima, e espero que continue sempre assim, mas é bom demais ter um amor tão especial e inexplicável como o materno.

O coração em crochet acima está aqui junto com o gráfico, e aqui mais um coração em crochet...



Os presentinhos acima ganhei da minha Laura, feitos por ela, o que os torna ainda mais especiais, adorei...

Eu e a minha Laura, fazendo um lanchinho, hábito que gostamos muito, bem a vontade, juntas, sempre juntas...e como ela sempre me diz:
Amigas hoje, amanhã e sempreeeeeee....

Caminhada da Escola São Francisco de Assis - Pelotas comemorando o Dia das Mães








Em meio a nossos prédios históricos, aconteceu a caminhada comemorativa ao dia das mães, ótima oportunidade de compartilharmos momentos a serem guardados na nossa tenra lembrança, estava ótimo, e a minha Laura como aquela música, continua linda...

Feliz Dia das mães!!!


Na verdade , dia das mães deve ser comemorado todos os dias, não é mesmo?
Feliz Dia.

Presentes para mamãe....

Eram três filhos que saíram de casa, conseguiram bons empregos e prosperaram.
Anos depois, eles encontraram-se e estavam a discutir sobre os presentes que conseguiram comprar para a mãe, que já era bem idosa.
O primeiro disse:
- Eu consegui comprar uma mansão enorme para a mãe.”
O segundo disse:
- Eu enviei-lhe um Mercedes topo de gama com motorista.
O terceiro sorriu e disse:
- Com certeza ganhei-vos em matéria de presentes. Vocês sabem como a mãe gosta da Bíblia, mas ela está praticamente cega e não consegue mais ler. Então, mandei-lhe um papagaio castanho, raro, que consegue recitar a Bíblia todinha. Foram 12 anos de treino num mosteiro, por 20 monges diferentes. Eu tive de doar 1000 contos por ano para o mosteiro, durante 10 anos, mas valeu a pena. A mãe precisa apenas dizer o capítulo e o versículo, que o papagaio recita-o sem um único erro.
Tempo depois, os filhos receberam da mãe uma carta de agradecimento pelos presentes:
“José, a casa que me compraste é muito grande. Eu moro apenas num dos quartos e canso-me bastante a limpar a casa toda”.
“Chico, eu estou muito velha para sair de casa e viajar. Eu fico em casa o tempo todo e nunca uso o Mercedes que me deste. E o motorista também é muito mal educado.”
“Querido António, foste o único filho que teve bom senso para saber o que a tua mãe realmente gosta. Aquela galinha estava deliciosa, muito obrigada.”

Carta a uma Mãe

Mãe, quando eu comecei a escrever esta carta, usei a pena do carinho, molhada na tinta rubra do coração ferido pela saudade.
As notícias, arrumadas como pérolas em um fio precioso, começaram a saltar de lugar, atropelando o ritmo das minhas lembranças.
Vi-me criança orientada pela sua paciência. As suas mãos seguras, que me ajudaram a caminhar.
E todas as recordações, como um caleidoscópio mental, umedeceram com as lágrimas que verteram dos meus olhos tristes.
Assumiu forma, no pensamento voador, a irmã que implicava comigo.
Quantas teimas com ela. Pelo mesmo brinquedo, pelo lugar na balança, por quem entraria primeiro na piscina.
Parece-me ouvir o riso dela, infantil, estridente. E você, lecionando calma, tolerância.
Na hora do lanche, para a lição da honestidade, você dava a faca ora a um, ora a outro, para repartir o pão e o bolo.
Quantas vezes seu olhar me alcançou, dizendo-me, sem palavras, da fatia em excesso por mim escolhida.
As lições da escola, feitas sob sua supervisão, as idas ao cinema, a pipoca, o refri.
Quantas lembranças, mãe querida!
Dos dias da adolescência, do desejar alçar voos de liberdade antes de ter asas emplumadas.
Dos dias da juventude que idealizavam anseios muito além do que você, lutadora solitária, poderia me oferecer.
Lágrimas de frustração que você enxugou. Lágrimas de dor, de mágoa que você limpou, alisando-me as faces.
Quantas vezes ouço sua voz repetindo, uma vez mais:
Tudo tem seu tempo, sua hora! Aguarde! Treine paciência!
E de outras vezes:
Cada dia é oportunidade diferente. Tudo que você tem é dádiva de Deus, que não deve desprezar.
A migalha que você despreza pode ser riqueza em prato alheio. O dia que você perde na ociosidade é tesouro jogado fora, que não retorna.
Lições e lições.
A casa formosa, entre os tamarindeiros assomou na minha emoção.
Voltei aos caminhos percorridos para invadi-la novamente, como se eu fosse alguém expulso do paraíso, retornando de repente.
Mãe, chegou um momento em que a carta me penetrou de tal forma, que eu já não sabia se a escrevera.
E porque ela falava no meu coração dorido, voei, vencendo a distância.
E vim, eu mesmo, a fim de que você veja e ouça as notícias vibrando em mim.
Mãe, aqui estou. Eu sou a carta viva que ia escrever e remeter a você.

Feliz Dia das Mães!!

Às vezes, só para irritar a mamãe um pouco mais, ele também levava o instrumento para a cozinha e tocava até o fim do café-da-manhã.
O pão com geleia de papai ficava meio comido em seu prato, enrolado no formato das dentadas, e a música olhava de frente para Liesel. Sei que soa estranho, mas era assim que ela a sentia. A mão direita de papai passeava pelas teclas cor de dente. A esquerda apertava os botões. (A menina gostava especialmente de vê-lo apertar o botão prateado cintilante - o dó maior.) O exterior do preto acordeão, arranhado, mas reluzente, ia para um lado e para o outro, enquanto os braços de Hans apertavam os foles empoeirados, fazendo-os sugar o ar e tornar a expeli-lo. Na cozinha, nessas manhãs, papai dava vida ao acordeão. Acho que isso faz sentido, quando a gente realmente pára para pensar.
Como é que a gente sabe se uma coisa está viva?
Virifica a respiração.

A Menina que Roubava Livros

Feliz Dia das Mães!!!



Vamos meditar cuidadosamente os relatos da História do maior ser divino que já pisou na esfera terrena.

Ele veio ao Mundo não como a Humanidade o desejava, e sim para cumprir os desígnios do Pai!

“Não como um conquistador como desejava os judeus. Um conquistador inacessível”.

Más, sim! Como aquele cujos primeiros choros foram ouvidos por uma moça simples e um carpinteiro sonolento e cansado da viagem que fizeram. Ele veio ao mundo, como um ser humano igual a nós, que sente frio, calor fome e necessita desenvolver se para uma vida terrena.



Numa Interpretação Celestial...: Deus toca o ombro de uma coletividade na época e diz: ► Ele veio ao Mundo como um Clarão de Luz prateada! - Por favor, com licença, a Eternidade interrompeu o tempo; A Divindade interrompeu a carne e O faz presente em forma de um bebe.

O Cristianismo..., então acaba de nascer, interrompendo o Celestial.....



E os pastores o que sabem? Sabemos muito pouco a respeito dos homens que chegam às caravanas, não sabemos como chamam nem de onde vêm; mas, uma coisa sabemos com certeza.., são ordeiros e pacíficos, não tinham expectativas de agitação.



Naquela noite havia pastores que tomavam contas dos rebanhos de ovelhas. O maior desafio deles era o de não dormir, porque as ovelhas dormiam, aqueles homens nem se quer sonhavam na hipótese de qualquer alvoroço, qualquer anomalia, de qualquer tumulto e nem tão pouco desejavam isso... Qualquer situação contrária seria muito ruim – lobos, pumas ou ladrões. Aqueles pastores valorizavam apenas o positivo.., o previsível descanso. O único objetivo deles era comentarem as esposas, passemos uma noite tranquila, nada aconteceu..., o que não significava que a teriam!



E acontece..., um Anjo do Senhor apareceu-lhes e a Glória de Deus resplandeceu aos seus redores e ficaram todos aterrorizados (LC 2:9)....”e apareceu junto deles um Anjo do Senhor e a claridade de Deus o cercou.” Toda mudança (alteração da normalidade) sempre trazia medo e pavor aos pastores, antes de se produzir a Fé. Sempre ao longo dos tempos a humanidade esperava pelo pior, antes do melhor.



Então..! – Deus trazia a nossa vida.., algo novo, algo que nunca acontecera antes; nunca haviam visto.., e ao invés de louvá-lo, entraram em pânico! Interpretaram os como algo de ausência de Deus e fugiram todos... Más algumas coisas boas aqueles pastores viram..., senão teriam perdido o versículo seguinte (LC 2:11) – ...”Nasceu na cidade de Davi um Salvador, que é o Cristo Senhor”...

E Deus veio a nós!......



Não bastou aos profetas verem o Anjo...

Talvez nós se lá estivéssemos também pensáríamos assim... Na n’aquele momento, o Céu noturno se encheu de Luz retumbante (ressoava o vento e o frio aumentava).

A inquietude rompida pela canção do vento foi geral... Os pastores mais comuns, acordados de seus sonos e postos em pé através de um Coro de Anjos que diziam..: “Glória a Deus nas alturas!” Aqueles homens jamais viram tal grandeza e esplendor.



Entretanto, não bastara aos pastores verem os Anjos..; eles queriam ver aquele aquem os Anjos anunciavam... E como não ficaram satisfeitos, até que o vissem; vocês amados irmãos traçam (visualizam) a longa linhagem dos seguidores de Cristo, as pessoas em um pasto de ovelhas dizendo uma a uma: vamos, vamos..., vejamos o acontecido!

Os magos tiveram o mesmo desejo; queriam que seus olhos contemplassem a Jesus. Tal como os pastores, eles não ficaram satisfeitos com aquilo que viram no Céu noturno..., não que a estrela não fosse brilhante e espetacular! Não que o fato não fosse Histórico! Imaaginem amados irmãos serem testemunhas daquele astro reluzente foi privilégio a todos, mas, para os magos, porém..; não foi o suficiente não bastaram ver aquela luz apenas sobre a cidade de Belém, eles queriam mais.., eles queriam vera “A Luz de Belém”, e partiram até lá para vê-lo..



“...Ela dará a Luz um filho, e você José colocará o nome de Jesus..., porque Ele salvará o seu povo dos seus pecados”. Mt.(1:25) ..”E não a conhecia, até que deu a Luz seu filho primogênito; e pôs lhe o nome de Jesus”.



E ainda hoje amados irmãos, infelizmente a maioria dos seres humanos, necessitam de “ver para crer”, de “tocar para acreditar”....... É o legado de São Thomé..., fica para a nossa reflexição. Por que, as situações negativas se fixam mais rápido em nossas mentes, em nossos hábitos, em nossas culturas?

Feliz Dia das Mães

Uma mulher chamada Ana foi renovar a sua carteira de motorista.
Pediram-lhe para informar qual era a sua profissão.
Ela hesitou, sem saber bem como classificar-se.
- O que eu pergunto é se tem um trabalho, insistiu o funcionário.
- Claro que tenho um trabalho, exclamou Ana. Sou mãe!
- Nós não consideramos “mãe” um trabalho. Vou colocar “Dona de casa", disse o funcionário friamente.
Não voltou a lembrar-se dessa história até o dia em que se encontrou em situação idêntica.
A pessoa que a atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.
- Qual é a sua ocupação? Perguntou.
Não sei o que a fez dizer isso, as palavras simplesmente saltaram-lhe da boca para fora:
- Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas.
A funcionária fez uma pausa e olhou-a como quem diz que não ouviu bem.
Ela repetiu pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.
Então reparou, maravilhada, como a atendente ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.
- Posso perguntar, disse-lhe a atendente, agora com novo interesse:
- O que faz exatamente?
Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, responde
- Desenvolvo um programa de longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente ela teria dito dentro e fora e casa). Sou responsável por uma equipe (minha família) e já recebi quatro projetos (todas meninas). Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda?) e o grau de exigência é em nível de 14 horas por dia (para não dizer 24.).
Houve um
crescente tom de respeito na voz da funcionária que acabou de preencher o formulário, levantou-se e pessoalmente abriu a porta para Ana sair.
Quando chegou em casa, com o título da sua carreira erguido, Ana foi recebida por sua equipe - uma com 13 anos, outra com 7 e outra com 3.
Do andar de cima, pode ouvir o meu novo experimento (um neném de seis meses), testando uma nova tonalidade de voz.
Sentiu-se triunfante!
Assim, as avós deviam ser chamadas:
Doutoras Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas.
As bisavós:
Doutoras Executivas Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas.
E as tias:
Doutoras Assistentes em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas.
Maternidade... Que carreira gloriosa!
Deus abençoe à todas as mães!

MÃES MÁS

Um dia, quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes:
– Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer vocês saberem que aquele novo amigo não era boa companhia.
- Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".
- Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto a vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
- Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
- Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade por suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em momentos até odiaram). Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.
Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também!
E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer:
"Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo..."
– As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos e torradas.
As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas.
E ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão.
Ela insistia em saber onde estávamos a toda hora (tocava nosso celular de madrugada e "fuçava" nos nossos e-mails).
Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles.
Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela violava as leis do trabalho infantil. Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho, que achávamos cruéis.
Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade.
E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata. Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos, tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.
Enquanto todos podiam voltar tarde à noite, com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).
Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência: nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por qualquer crime.
FOI TUDO POR CAUSA DELA.
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos "PAIS MAUS", como minha mãe foi.
EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE: NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS.

Dr. Carlos Hecktheuer - Médico Psiquiatra

Homenagem ao Dia das Mães






Mãe branca, mãe preta, mãe amarela
Mãe loura, morena ou ruiva
Mãe caseira ou cigana itinerante
Mãe de todas as raças, de todas as cores
Mãe que mendiga, mãe que trabalha
Mãe que freqüenta alta sociedade
Mãe que é mãe a todo momento
Sem importar condição social
Mãe é só uma palavra que soa
Como favos de mel dentro da boca.
Mãe guerreira, mãe preciosa
Mãe zelosa, preocupada
Mãe cozinheira, lavadeira, até lixeira
Mãe empresária, industriaria, comerciaria
Mãe dona de casa, madame ou empregada
Mãe que luta com todas as garras
Mãe que batalha por um bem-estar
Por querer muito para o seu filho ou filha
Que sempre tenha em seu mundo
Momentos de muita paz e amor
Com um crescimento interior
Que o faça um alguém nesta vida.
Mãe biológica, mãe adotiva
Mãe que reza, que abençoa
Mãe que perde noites de sono
Mãe que ensina a ler e escrever
Mãe que nos mostra o que é a vida
E o caminho certo a percorrer
Mãe que é Pai em sua ausência,
Pai que é Mãe em tempo integral
Como o substituto adequado
Sem ter medo de ser piegas
Mas por necessidade primordial
De chegar enfim ao final da estrada,
Ver seu rebento crescido, vitorioso
Como um grande ser humano real.
Mãe que sempre incentiva
A lutar, vencer, crescer
Como gente, ser humano
Sem pisar no semelhante
Procurar ser alguém importante
Acreditar em Deus, ter fé
Mãe que só pensa no que é melhor
Mãe que acarinha, que acalanta
Mãe que bronqueia na hora certa
Mostrando um caminho para seguir
Mãe que está sempre presente
Em todas as horas
Mesmo que a distância se faça sentir.
Mãe é mãe não importa onde esteja
Não importa o que seja
Nada tira o seu valor.
E por você mãe presente, onipotente
Que se orgulha por ser mãe,
Por correr atrás do tempo
Tentando suavizar suas marcas
Por você que é mãe ausente
Mãe que existe só na lembrança
Que partiu tão de repente
Deixando no ar só a saudade
Eu te faço esta homenagem.
Mãe de todo dia, ano por ano
Mãe, Mamãe, Mãezinha
Mammy do meu, do seu coração
Este é o nome mais lindo
Suave, sonoro, abençoado
Por Maria, rainha de todas as Mães.
Que Deus guarda com todo carinho
Bem no meio da palma de sua mão.

Para "AS MÃES..."




às Mães que apesar das canseiras, dores e trabalhos, sorriem e riem,felizes, com os filhos amados ao peito, ao colo ou em seu redor; e às que choram, doridas e inconsoláveis, a sua perda física, ou os vêem “perder-se” nos perigos inúmeros da sociedade violenta e desumana em que vivemos;


às Mães ainda meninas, e às menos jovens, que contra ventos e marés, ultrapassando dificuldades de toda a ordem, têm a valentia de assumir uma gravidez - talvez inoportuna e indesejada – por saberem que a Vida é sempre um Bem Maior e um Dom que não se discute e, muito menos, quando se trata de um filho seu, pequeno ser frágil e indefeso que lhe foi confiado;


às Mães que souberam sacrificar uma talvez brilhante carreira profissional, para darem prioridade à maternidade e à educação dos seus filhos e às que, quantas vezes precisamente por amor aos filhos, souberam ser firmes e educadoras, dizendo um “não” oportuno e salvador a muitos dos caprichos dos seus filhos adolescentes;


às Mães precocemente envelhecidas, gastas e doentes, tantas vezes esquecidas de si mesmas e que hoje se sentem mais tristes e magoadas, talvez por não terem um filho que se lembre delas, de as abraçar e beijar...;


às Mães solitárias, paradas no tempo, não visitadas, não desejadas, e hoje abandonadas num qualquer quarto, num qualquer lar, na cidade ou no campo, e que talvez não tenham hoje, nem uma pessoa amiga que lhes leia ao menos uma carta dum filho...;


também às Mães que não tendo dado à luz fisicamente, são Mães pelo coração e pelo espírito, pela generosidade e abnegação, para tantos que por mil razões não tiveram outra Mãe...e finalmente,


também às Mães queridíssimas que já partiram deste mundo e que por certo repousam já num céu merecido e conquistado a pulso e sacrifício...


A todas as Mães, a todas sem excepção, um Abraço e um Beijo cheios de simpatia e de ternura! E Parabéns, mesmo que ninguém mais vos felicite!


E Obrigado, mesmo que ninguém mais vos agradeça!

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