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sábado, 19 de abril de 2014

Uma mensagem de Páscoa


Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade.
Páscoa é dizer sim ao amor e a vida; é investir na fraternidade, é lutar por um mundo melhor, é vivenciar a solidariedade.
A Páscoa vem trazendo uma mensagem de paz, esperança e amor. Feliz Páscoa!
Volta a nós, ó nossa Páscoa, teu semblante redivivo e permita que, sob teu constante olhar, sejamos renovados por atitude…
Que o espírito da páscoa esteja conosco todos os dias do ano.
A páscoa nos lembra que Jesus morreu e ressuscitou por nós.
É a lembrança da atividade redentora de Jesus Cristo.
Nesta páscoa com a ressurreição de Cristo seja salvo pelo o amor do pai nesta páscoa todas as crianças felizes com o nosso senhor. Amém.
Que, na Páscoa, nossa fé seja revigorada pela certeza de que Cristo ressuscitou e está entre nós!
Que os chocolates e as amêndoas não nos distraiam do verdadeiro significado da Páscoa!
Estas amêndoas jamais se poderão equiparar à doçura do vosso amor e carinho para comigo. Obrigada queridos pais e tenham uma Páscoa muito feliz.
É ser capaz de mudar,
É partilhar a vida na esperança,
É lutar para vencer toda sorte de sofrimento.
É ajudar mais gente a ser gente,
É viver em constante libertação,
É crer na vida que vence a morte.
É dizer sim ao amor e à vida,
É investir na fraternidade,
É lutar por um mundo melhor,
É vivenciar a solidariedade.
É renascimento, é recomeço,
É uma nova chance para melhorarmos
as coisas que não gostamos em nós,
Para sermos mais felizes por conhecermos
a nós mesmos mais um pouquinho.
É vermos que hoje…
somos melhores do que fomos ontem.
Desejo a todos as amigas e amigos uma
Feliz Páscoa, cheia de paz, amor e muita saúde!

sexta-feira, 18 de abril de 2014

FELICIDADE PARTILHADA



Uma história fantástica, e simples... Para se ler obrigatoriamente!!! Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões. Sua cama estava junto da única janela do quarto. O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas. Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres e famílias, das suas casas, dos seus empregos, onde tinham passado as férias... E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, ele passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que ele conseguia ver do lado de fora da janela.

O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a atividade e cor do mundo do lado de fora da janela. A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris.

Arvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vista no horizonte. Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava a pitoresca cena. Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia a passar.

Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, ele conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas. Dias e semanas passaram. Uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida do homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia.

Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo. Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.

Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela... que dava, afinal, para uma parede de tijolo! O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela. A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede.

"Talvez ele quisesse apenas dar-lhe coragem...".

Moral da História:

Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas. A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.

Se te queres sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode comprar.

Autor desconhecido

quinta-feira, 17 de abril de 2014

O BICHO-PAPÃO DA AUTO-ESTIMA



Num país como o Brasil, descobrir forças para levantar a auto-estima sempre foi um desafio. A felicidade e o sucesso, em todos os sentidos da vida, estão relacionados à auto-estima. Só consegue amar o próximo aquele que realmente se gosta e/ou se relaciona bem consigo mesmo. A perplexidade constante diante de autocríticas indica que é preciso, inicialmente, trabalhar numa auto-avaliação. O desprezo ao autoconhecimento implica na incapacidade do indivíduo de se arriscar e tomar decisões necessárias para levar uma vida plena. A carreira, um relacionamento, uma amizade e a relação que o indivíduo tem com a família, tudo isso tem grandes chances de desmoronar quando se tem uma baixa auto-estima.

Valorizar a si mesmo e alimentar o amor-próprio é imprescindível para se ter uma vida saudável, mas, infelizmente, o discurso da mídia sobre os padrões aceitáveis por certos grupos sociais ainda é uma das maiores barreiras para quem está disposto a tentar. No Brasil, segundo pesquisa realizada, a maioria dos brasileiros tem tendência a se diminuir e viver embriagado em meio a uma pasmaceira extremamente passiva, a ponto de aceitar qualquer tipo de extorsão e/ou exploração do mundo externo. Existe uma grande massa com complexo de inferioridade em nosso país, em sua maioria crianças e adolescentes, pois quando se é adulto alguns complexos podem ser controlados, ou melhor, camuflados.

Os pequenos tupiniquins passam o início da infância sendo amedrontados e aterrorizados por canções de ninar aparentemente inocentes, ou seja, desde cedo, nossas crianças, ainda bebês, já são obrigadas a encarar tragédias. Que tal "O cravo brigou com a rosa, debaixo de uma sacada. O cravo saiu ferido e a rosa despedaçada!" ou "Boi, boi, boi! Boi da cara preta, pega esse menino que tem medo de careta!" ou ainda "Nana neném que a cuca vem pegar!"? É difícil acreditar que a maioria das crianças consegue dormir escutando esse tipo de contexto. Elas dormem, mas o medo do boi da cara preta ou a desgraça da briga do cravo com a rosa ficam incrustados em seus subconscientes.

Essas musiquetas infantis que cantamos há décadas para nossas criancinhas estão longe da inocência. Somente um indivíduo que sofre de extremo sadismo inconsciente acredita ser normal dizer a uma criança que a música que seus pais cantam para fazê-la dormir é, literalmente, ameaçadora. "Marcha, soldado, cabeça de papel! Quem não marchar direito vai preso pro quartel." Quer dizer, se a criança não fizer tudo direito ela será presa. É realmente lindo assistir a menininhos de 5 anos de idade marchando como soldados, não é mesmo? E quando se tornam adolescentes são incentivados pelos pais a lutar pela paz mundial. "Eu sou pobre, pobre, pobre de marré de si. Eu sou rico, rico, rico de marré de si." Eis aqui pedaços de uma canção infantil que, inconscientemente, incentiva a criança a dar início a um processo de discriminação social financeira.

Não é certo esconder a verdade das crianças, mas antes de dormir é aconselhável que ouçam coisas meigas, pois a dura realidade da vida, certamente, elas enfrentarão mais tarde. O clássico "Atirei um pau no gato" é uma menção nada honrosa à falta de respeito com os animais e também à crueldade. E o medo de levar umas boas palmadas por ter ficado doente como "Samba Lelê"? Ou o receio de trabalhar em equipe por não poder deixar "a canoa virar" algumas vezes? Que criança vai acreditar no amor depois de ouvir "O amor que tu me tinhas era pouco e se acabou"?

Infelizmente, são raras as canções infantis do folclore brasileiro que apontam para causas positivas e alegres. As ameaças são tantas que podemos compreender por que grande parte dos brasileiros se diminui e admite quase tudo de cabeça baixa. Não nos lembramos muito bem das coisas da infância, mas algumas delas ficam em nosso subconsciente sob a forma de um trauma. Em algum momento da vida elas vêm à tona e, infelizmente, acabam afetando, de forma negativa, nosso projeto de vida plena.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Papel ao vento



Um senhor, há muito tempo, tanto falou que seu vizinho era ladrão que o rapaz acabou preso! Dias depois, descobriram que era inocente.
O rapaz foi solto, e processou o homem.
No tribunal, o velho diz ao juiz:
- Comentários não causam tanto mal.
E o juiz responde:
- Escreva os comentários num papel, depois pique e jogue os pedaços no caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir a sentença. O senhor obedeceu e voltou no dia seguinte.
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem - disse o juiz. Responde o velho:
- Não posso fazer isso. O vento deve tê-los espalhado, já não sei onde estão. Responde o juiz:
- Da mesma maneira, um simples comentário pode destruir a honra de um homem, a ponto de não podermos consertar o mal. Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada.

Sejamos donos de nossa boca para não sermos escravos de nossas palavras.

Autor desconhecido.

terça-feira, 15 de abril de 2014

ANTES DE CONCLUIR, OBSERVE MELHOR!

Certo dia uma moça estava à espera de seu vôo, na sala de embarque de um Aeroporto.Como ela deveria esperar por muitas horas resolveu comprar um livro para matar o tempo. Também comprou um pacote de biscoitos. Sentou-se numa poltrona na sala vip do aeroporto, para que pudesse descansar e ler em paz.
Ao seu lado sentou-se um homem.Quando ela pegou o primeiro biscoito, o homem também pegou um. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada. Ela pensou: "Mas que cara de pau. Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que ele nunca mais esquecesse".
A cada biscoito que ela pegava, o homem também pegava um. Aquilo a deixava tão indignada que não conseguia reagir. Restava apenas um biscoito e ela pensou: O que será que o abusado vai fazer agora?
Então o homem dividiu o biscoito ao meio, deixando a outra metade para ela.

Aquilo a deixou bufando de raiva. Ela pegou o seu livro e as suas coisas e se dirigiu ao embarque. Quando sentou confortavelmente, numa poltrona, no interior do avião, olhou dentro da bolsa, e, para sua surpresa, o pacote de biscoito estava ainda intacto. Ela sentiu muita vergonha, pois quem estava errada era ela, e já não havia mais tempo para pedir desculpas.

O homem dividiu os seus biscoitos sem se sentir indignado, enquanto que ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar dividindo os dela.

Quantas vezes, em nossa vida, nós é que estamos comendo os biscoitos dos outros, e não temos a consciência disto? Há quem proceda de forma muito diferente da que nós gostaríamos. Isso tira a nossa calma e nos dá a impressão de que ninguém gosta de nós.

Raciocine claramente!
Antes de concluir, observe melhor!
Talvez as coisas não sejam exatamente como você vê ou pensa!
SORRIA E SEJA FELIZ!!!

segunda-feira, 14 de abril de 2014

CURRICULUM VITAE


Redação feita por um candidato num processo de seleção. Não sei se ele foi aprovado, mas seu texto está fazendo sucesso e ele com certeza será sempre lembrado pela sua criatividade, sua poesia e, acima de tudo, pela sua alma. 
Vale a pena ler. O nome dele não aparece, infelizmente.


CURRICULUM VITAE

Eu já dei risada até a barriga doer, já nadei até perder o fôlego, já chorei até dormir e acordei com o rosto desfigurado.
Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar, já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. 
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.
Já passei trote por telefone, já tomei banho de chuva e acabei me viciando.
Já roubei beijo, Já fiz confissões antes de dormir num quarto escuro pro melhor amigo. Já confundi sentimentos,

Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer.
Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra roubar fruta, já caí da escada de bunda. 
Conheci a morte de perto, e agora anseio por viver cada dia.
Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.
Já saí pra caminhar sem rumo, sem nada na cabeça, ouvindo estrelas. Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.
Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um "para sempre" pela metade.
Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: "- Qual sua experiência?"
Essa pergunta ecoa no meu cérebro: " Experiência...experiência..."

Será que ser "plantador de sorrisos" é uma boa experiência?
Não!!! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!

Autor desconhecido

sábado, 12 de abril de 2014

O silêncio é de ouro

Pense em alguém que seja poderoso.
Essa pessoa briga e grita como uma galinha, ou olha e silencia, como um lobo?
Lobos não gritam.
Eles têm a aura de força e poder.
Observam em silêncio.

Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio.

Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar
alguém com palavras ásperas e impensadas.

Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos.

Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis.

Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia e continua a trabalhar mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota.

Olhe.
Sorria.
Silencie.
Vá em frente.

Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar.

Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha que se esforçar para isso.

Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) idéia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques.

Não é verdade !
Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que quer reagir.

Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal. 

Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça.
Você pode escolher o silêncio.

Além disso, você não terá que se arrepender por coisas ditas em momentos impensados, como defendeu Xenocrates, mais de trezentos anos antes de Cristo, ao afirmar: "me arrependo de coisas que disse, mas jamais de meu silêncio".

Responda com o silêncio, quando for necessário.

Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos, mas reais.
Use o olhar, use um abraço ou use qualquer outra coisa para não responder em alguns momentos.

Você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das respostas.

E, no momento certo, a mais compreensiva e real delas.

(Aldo Novak)
 

sexta-feira, 11 de abril de 2014

A idade de ser feliz - Mário Quintana

Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Fica contente


Fica contente, tua respiração é presente.
Teus dons banham tua consciência e a luz, a luz brilha apesar da tua resistência, apesar do teu apego às criações que tu mesmo inventaste.
Quando desejares, poderás dar início ao teu despertar.
Tudo está pronto, apenas no aguardo da tua vontade.
E quando te decidires, sentirás quão importante foi ter vivido tudo que viveste...
Todas as confusões, todas as ilusões...
Sim, cada uma serviu para clarear tua visão frente aos horizontes de luz que se estendem silenciosamente ao teu redor.
Sim, cada uma delas serviu para calar as múltiplas vozes que ecoavam em tua mente, e através do silêncio encontrar o conhecimento, a pureza, a tua inocência.
Mas, não te prolongues. Se atento, basta uma vez para aprenderes com teus erros.
Fica contente, a vida vai contigo assim como a chuva vai com os ventos.
Fica contente, o amor vai contigo assim como as estrelas vão com o anoitecer.
Não estás só, o Universo caminha contigo e, lado a lado, vai construindo teu despertar, tua mansa alegria e teu desprendimento para com as ilusões, restando somente a verdade, a chama sagrada, doce e pura, que sempre te pertenceu, sempre.


(Autor desconhecido).

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Um caso real - Deus procura...


Esta é uma história verídica, narrada por John Powel, S.J.,professor de Teologia da Fé, da Loyola University de Chicago, EUA:

"Um dia, há muitos anos atrás, eu estava de pé na porta da sala, esperando meus alunos entrarem para nosso primeiro dia de aula do semestre. Foi aí que vi Tom, pela primeira vez. Não consegui evitar que meus olhos piscassem de espanto. Ele estava penteando seus cabelos longos e muito loiros que batiam uns vinte centímetros abaixo dos ombros. Eu nunca vira um rapaz com cabelos tão longos. Acho que a moda estava apenas começando nessa época.
Mesmo sabendo que o que importa não é o que está fora, mas o que vai dentro da cabeça, naquele dia eu fiquei  um pouco chocado. Imediatamente
classifiquei Tom com um” E “de estranho... muito estranho!”.

Tommy acabou se revelando o "ateísta de plantão" do meu curso de Teologia
da Fé. Constantemente, fazia objeções ou questionava sobre a possibilidade
de existir um Deus-Pai que nos amasse incondicionalmente.
Convivemos em relativa paz durante o semestre, embora eu tenha que admitir
que às vezes ele era bastante incômodo.
No fim do curso, ele se aproximou e me perguntou, num tom ligeiramente irônico:
- O senhor acredita mesmo que eu possa encontrar Deus algum dia?
Resolvi usar uma terapia de choque: - Não, eu não acredito! -respondi.
- Ah! - ele respondeu - Pensei que era este o produto que o senhor esteve
tentando nos vender nos últimos meses.
Eu deixei que ele se afastasse um pouco e falei, bem alto:

Eu não acredito que você consiga encontrar Deus, mas tenho absoluta certeza de que Ele o encontrará um dia. Ele deu de ombros e foi embora da
minha sala e da minha vida.
Algum tempo depois soube que Tommy tinha se formado e, em seguida, recebi
uma notícia triste: ele estava com um câncer terminal. E antes que eu
resolvesse se ia à sua procura, ele veio me ver.
Quando entrou na minha sala, percebi que seu físico tinha sido devastado pela  doença e que os cabelos longos não existiam mais, devido à quimioterapia.
Entretanto, seus olhos estavam brilhantes e sua voz era firme, bem
diferente daquele garoto que conheci.
- Tommy, tenho pensado em você. Ouvi dizer que está doente! - falei.
- Ah, é verdade, estou seriamente doente. Tenho câncer nos dois pulmões. É
uma questão de semanas, agora.

Você consegue conversar bem a esse respeito?
- Claro, o que o senhor gostaria de saber?

-Como é ter apenas vinte e quatro anos e saber que está morrendo?
-Acho que poderia ser pior.
Como assim?
- Bem, eu poderia ter cinqüenta anos e não ter noção de valores ou ideais, ou  ter sessenta anos e pensar que bebida, mulheres e dinheiro são as coisas mais "importantes" da vida.

Lembrei-me da classificação que atribuí a ele: "E" de "estranho" (parece que as
pessoas que recebem classificações desse tipo, são enviadas de volta por Deus para que eu possa repensar o assunto).
- Mas a razão pela qual eu realmente vim vê-lo - disse Tom - foi a frase
que o senhor me disse no último dia de aula. (Ele se lembrava!...)

Tom continuou: - Eu lhe perguntei se o senhor acreditava que eu encontraria Deus algum dia e  o senhor respondeu 'Não', o que me surpreendeu. Em seguida, o senhor disse, "mas Ele o encontrará". Eu pensei  um bocado a respeito daquela frase,  embora na época não estivesse muito interessado no assunto.  Mas quando os médicos removeram um nódulo da minha virilha e me disseram que se tratava de um tumor maligno, comecei a pensar com mais seriedade sobre a idéia de procurar Deus. E quando a doença se espalhou por outros órgãos, eu comecei realmente a dar murros desesperados nas portas de bronze do paraíso. Mas Deus não apareceu. De fato, nada aconteceu. O senhor já tentou fazer alguma coisa por um longo período,sem sucesso? A gente fica cansado, desanimado. Um dia, ao invés de continuar atirando apelos por cima do muro alto atrás de onde Deus poderia estar... ou não... eu desisti,
simplesmente. Decidi que de fato não estava me importando... com Deus, com uma possível vida eterna ou qualquer coisa parecida. E decidi utilizar o tempo que me
restava fazendo alguma coisa mais proveitosa. Pensei no senhor e nas suas  aulas e me lembrei de uma coisa que o senhor havia dito noutra ocasião: "A  tristeza mais profunda, sem remédio, é passar pela vida sem amar. Mas é  quase tão triste passar pela vida e deixar este mundo sem jamais ter dito às pessoas queridas o quanto você as amou.

"Então resolvi começar pela pessoa mais difícil: meu pai.
Ele estava lendo o jornal quando me aproximei dele: - Papai...eu disse.
- Sim, o que é? - ele perguntou, sem baixar o jornal.
- Papai, eu gostaria de conversar com você.
- Então fale.
- É um assunto muito importante!
O jornal desceu alguns centímetros, vagarosamente.
- O que é?
- Papai, eu o amo muito. Só queria que você soubesse disso.
O jornal escorregou para o chão e meu pai fez duas coisas que eu jamais havia  visto: Ele chorou e me abraçou com força. E conversamos durante toda à  noite, embora ele tivesse que ir trabalhar na manhã seguinte. Foi tão bom poder me sentar junto do meu pai, conversar, ver suas lágrimas, sentir seu abraço, ouvi-lo dizer que também me amava!... Foi uma emoção indescritível!

Foi mais fácil com minha mãe e com meu irmão mais novo. Eles choraram também e nós nos abraçamos e falamos coisas realmente boas uns para os outros. Falamos sobre as coisas que tínhamos mantido em segredo por tantos anos, e
que era tão bom partilhar.
Só lamentei uma coisa: que eu tivesse desperdiçado tanto tempo, me
privando de momentos tão especiais.
Naquela hora eu estava apenas começando a me abrir com as pessoas que amava.
Então, um dia, eu olhei, e lá estava ELE. Ele não veio ao meu encontro quando  lhe implorei. Acredito que estava agindo como um domador de animais que,  segurando um chicote, diz: - Vamos, pule! Eu lhe dou três dias.. três semanas...
Parece que Deus não se deixa impressionar. Ele age a Seu modo e a Seu tempo.
Mas o que importa é que Ele estava lá. Ele me encontrou... O senhor estava certo. Ele me encontrou mesmo depois de eu ter desistido de procurar por Ele.

Tommy - eu disse, bastante comovido - o que você está dizendo é muito mais
importante e muito mais universal do que você pode imaginar. Para mim, pelo menos, você está dizendo que a maneira certa de encontrar Deus, não é fazendo Dele um bem pessoal, uma solução para os nossos problemas ou um consolo em tempos difíceis, mas sim se tornando disponível para o verdadeiro Amor. O apóstolo José disse isto: "Deus é Amor e aquele que vive no Amor, vive com Deus e Deus vive com ele".
- Tom, posso pedir-lhe um favor? Você sabe que me deu bastante trabalho quando foi meu aluno. Mas (aos risos) agora você pode me compensar por aquilo.
Você viria à minha aula de Teologia da Fé e contaria aos meus alunos o que  você acabou de me contar? Se eu lhes contasse não seria a mesma coisa, não
tocaria tão fundo neles!
- Oooh!... eu me preparei para vir vê-lo, mas não sei se estou preparado
para  enfrentar seus alunos.
- Então, pense nisto. Se você se sentir preparado, telefone para mim.

Alguns dias mais tarde, Tom telefonou e disse que falaria com a minha turma.
Ele queria fazer aquilo por Deus e por mim. Então marcamos uma data.
Mas, o dia chegou... e ele não pode ir. Ele tinha outro encontro, muito
mais importante do que aquele. Ele se foi... Tom havia dado o grande passo
para a verdadeira realidade. Ele foi ao encontro de uma nova vida e de
novos desafios.
Antes de ele morrer, ainda conversamos uma vez.
- Não vou ter condições de falar com sua turma. - ele disse.
- Eu sei, Tom.
- O senhor falaria com eles por mim? O senhor falaria... com todo mundo  por mim?
- Vou falar, Tom. Vou falar com todo mundo. Vou fazer o melhor que puder.

Portanto, a todos vocês que foram pacientes, lendo esta declaração de amor
tão sincera, obrigado por fazê-lo.

E a você Tommy, onde quer que esteja, aí está: eu falei com todo mundo...
do melhor modo que consegui. E espero que as pessoas que tiveram
conhecimento desta história, possam contá-la aos seus amigos, para que
mais gente possa conhecê-la...".

"OS AMIGOS SÃO O MEIO PELO QUAL DEUS GOSTA DE CUIDAR DE NÓS!...” QUE FALEMOS PARA AS PESSOAS QUE VERDADEIRAMENTE NOS AMAM: - EU TE AMO

“Não diga pra Deus que você tem um grande problema, diga pro seu problema que você tem um grande Deus”· (Júlio Heringer.)

terça-feira, 8 de abril de 2014

Estrelas do Mar

Era uma vez um escritor que morava em uma praia tranquila, próximo a uma colônia de pescadores. 
Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar e, à tarde, ficava em casa escrevendo. Certo dia, caminhando pela praia, viu um vulto ao longe que parecia dançar. 
Ao chegar perto, reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia, para, uma a uma, jogá-las de volta ao oceano, para além de onde as ondas quebravam. 
"Por que você está fazendo isto?", perguntou o escritor. "Você não vê?", explicou o jovem, que alegremente continuava a apanhar e jogar as estrelas ao mar, "A maré está vazando e o sol está brilhando forte... elas irão ressecar e morrer se ficarem aqui na areia." O escritor espantou-se com a resposta e disse com paciência: "Meu jovem, existem milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. 
Você joga algumas poucas de volta ao oceano, mas a maioria vai perecer de qualquer jeito. De que adianta tanto esforço, não vai fazer diferença?" 
O jovem se abaixou e apanhou mais uma estrela na praia, sorriu para o escritor e disse: "Para esta aqui faz....", e jogou-a de volta ao mar. 
Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, nem sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele, e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao mar. Reflexão:
1. Quando foi a última vez que você jogou estrelas ao mar? 
Alguém já lhe ajudou a jogá-las?
2. E quantas vezes você ajudou alguém a jogá-las?
3. Quantas vezes você parou de jogar estrelas de volta, porque alguém lhe disse que não adianta, não tem jeito mesmo? 
4. Você já se sentiu como uma estrela-do-mar, lançada de volta ao mar, salva por alguém? 
5. Você lembrou de agradecer? Ainda há condições de agradecer? 
Façamos nosso mundo um lugar melhor. Façamos a diferença!

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Positivismo para a Segunda-feira

1 - PARE DE SE QUEIXAR E TRATE DE SE VIRAR.
2 - LIBERTE-SE DOS SEUS LIMITES AUTO-IMPOSTOS.
3 - SÃO ELES - E NÃO OS OUTROS OU A SOCIEDADE - OS VERDADEIROS RESPONSÁVEIS PELA SUA INFELICIDADE.
4 - FAÇA O QUE VOCÊ QUER E PODE FAZER JÁ.
5 - ESTABELEÇA UM PRAZO E UM PLANO PARA O QUE NÃO PUDER FAZER AGORA
6 - PERDOE-SE POR TODA E QUALQUER MANCADA QUE TENHA DADO. ERRAR É HUMANO E É SÓ ISSO QUE VOCÊ É: H-U-M-A-N-O.
7 - ACEITE O MUNDO E AS PESSOAS COMO ELES SÃO E NÃO COMO VOCÊ GOSTARIA QUE FOSSEM.
8 - ABANDONE A MANIA DE PERFEIÇÃO E TIRE O MÁXIMO PROVEITO DE TODAS AS SUAS CONQUISTAS E REALIZAÇÕES.
9 - DEIXE DE BANCAR O SALVADOR DA PÁTRIA NINGUÉM PODE SE SENTIR CULPADO POR NÃO DAR CONTA DE CARREGAR OS PECADOS DO MUNDO.
10 - IMPORTE-SE MAIS COM VOCÊ E MENOS COM OS OUTROS.
11 - SAIA DA CAMA, SAIA DO QUARTO, SAIA DE CASA O MUNDO É MUITO GRANDE.
12 - RELAXE E GOZE PORQUE A VIDA É MUITO BREVE PARA VOCÊ VIVER ASSIM TRANCADO.

domingo, 6 de abril de 2014

Crescer é Compartilhar

"Suas manhãs chegam, uma a uma...
E você prossegue...
Sua vida, sua conduta, suas confusões...
Suas alegrias, suas tristezas, estados passageiros...
Se olhar para traz verá quantas coisas já foram vividas. Quanto já chorou, quanto já sorriu, quanto já amou, quanto já se enfureceu...
Quanto já ganhou, quanto já pareceu perder... Quanto cresceu!
E, aos poucos, em seu curso, verá que os milagres estão presentes no dia a dia.
Um pouco de amor àquele que precisa, e saberá ter o amor em seu coração.
Um pouco de compreensão àquele que necessita, e poderá compreender melhor a si próprio.
Dar é receber.
Este ciclo é o ciclo da vida, onde se aprende que crescer é compartilhar, que viver com amor é dar amor, que viver em paz é dar paz.
Desfrute dessa condição, ela foi feita para que você perceba a importância do compartilhar.
Seja como as manhãs que acolhem a sua presença, compartilhando as suas cores, os seus ares, a sua leveza, para que o seu dia seja realmente lindo!"
Autor desconhecido

sexta-feira, 4 de abril de 2014

O elefante acorrentado

Você já observou elefante no circo? Durante o espetáculo, o enorme animal faz demonstrações de força descomunais. Mas, antes de entrar em cena, permanece preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisiona uma de suas patas a uma pequena estaca cravada no solo. A estaca é só um pequeno pedaço de madeira. E, ainda que a corrente fosse grossa, parece óbvio que ele, capaz de derrubar uma árvore com sua própria força, poderia, com facilidade, arrancá-la do solo e fugir.Que mistério! Por que o elefante não foge?

Há alguns anos descobri que, por sorte minha, alguém havia sido bastante sábio para encontrar a resposta: o elefante do circo não escapa porque foi preso à estaca ainda muito pequeno. Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém-nascido preso: naquele momento, o elefantinho puxou, forçou, tentando se soltar. E, apesar de todo o esforço, não pôde sair. A estaca era muito pesada para ele. E o elefantinho tentava, tentava e nada. Até que um dia, cansado, aceitou o seu destino: ficar amarrado na estaca, balançando o corpo de lá para cá, eternamente, esperando a hora de entrar no espetáculo.

Então, aquele elefante enorme não se solta porque acredita que não pode. Para que ele consiga quebrar os grilhões é necessário que ocorra algo fora do comum, como um incêndio por exemplo. O medo do fogo faria com que o elefante em desespero quebrasse a corrente e fugisse.

Isso muitas vezes acontece conosco! Vivemos acreditando em um montão de coisas “que não podemos ter”, “que não podemos ser”, “que não vamos conseguir", simplesmente porque, quando éramos crianças e inexperientes, algo não deu certo ou ouvimos tantos “nãos” que “a corrente da estaca” ficou gravada na nossa memória com tanta força que perdemos a criatividade e aceitamos o “sempre foi assim”.

Poderia dizer que o fogo para nós seria: a perda de um emprego, doença de alguém próximo sem que tivéssemos dinheiro para fazer o tratamento, ou seja, algo muito grave que nos fizesse sair da zona de conforto.

A única maneira de tentar de novo é não ter medo de enfrentar as barreiras, colocar muita coragem no coração e não ter receio de arrebentar as correntes! Não espere que o seu "circo" pegue fogo para começar a se movimentar. Vá em frente!

Autor desconhecido

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Antes de concluir, observe melhor!

erto dia uma moça estava à espera de seu voo, na sala de embarque de um Aeroporto.Como ela deveria esperar por muitas horas resolveu comprar um livro para matar o tempo. Também comprou um pacote de biscoitos. Sentou-se numa poltrona na sala vip do aeroporto, para que pudesse descansar e ler em paz.
Ao seu lado sentou-se um homem.Quando ela pegou o primeiro biscoito, o homem também pegou um. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada. Ela pensou: "Mas que cara de pau. Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que ele nunca mais esquecesse".
A cada biscoito que ela pegava, o homem também pegava um. Aquilo a deixava tão indignada que não conseguia reagir. Restava apenas um biscoito e ela pensou: O que será que o abusado vai fazer agora?
Então o homem dividiu o biscoito ao meio, deixando a outra metade para ela.

Aquilo a deixou bufando de raiva. Ela pegou o seu livro e as suas coisas e se dirigiu ao embarque. Quando sentou confortavelmente, numa poltrona, no interior do avião, olhou dentro da bolsa, e, para sua surpresa, o pacote de biscoito estava ainda intacto. Ela sentiu muita vergonha, pois quem estava errada era ela, e já não havia mais tempo para pedir desculpas.

O homem dividiu os seus biscoitos sem se sentir indignado, enquanto que ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar dividindo os dela.

Quantas vezes, em nossa vida, nós é que estamos comendo os biscoitos dos outros, e não temos a consciência disto? Há quem proceda de forma muito diferente da que nós gostaríamos. Isso tira a nossa calma e nos dá a impressão de que ninguém gosta de nós.

Raciocine claramente!
Antes de concluir, observe melhor!
Talvez as coisas não sejam exatamente como você vê ou pensa!
SORRIA E SEJA FELIZ!!!

quarta-feira, 2 de abril de 2014

O furo no barco



Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe com ele tinta e pincéis, e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer. Enquanto pintava, viu que a tinta estava passando pelo fundo do barco. Percebeu que havia um vazamento e decidiu consertá-lo. Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi. 


No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e presenteou-o com um belo cheque. O pintor ficou surpreso:
- O senhor já me pagou pela pintura do barco! - disse ele.
- Mas isto não é pelo trabalho de pintura. É por ter consertado o vazamento do barco.
- Ah!, mas foi um serviço tão pequeno... Certamente, não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!
- Meu caro amigo, você não compreende. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu. Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento. Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei-me que o barco tinha um furo. Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornando sãos e salvos. Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado! Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar a sua "pequena" boa ação.

Não importa para quem, quando ou de que maneira: mas, ajude, ampare, enxugue as lágrimas, escute com atenção e carinho, e conserte todos os "vazamentos" que perceber, pois nunca sabemos quando estão precisando de nós ou quando Deus nos reserva a agradável surpresa de ser útil e importante para alguém.

Autor desconhecido.

terça-feira, 1 de abril de 2014

CONFÚCIO - PENSAMENTOS FILOSÓFICOS



1 – Confúcio não pregava a extrema doutrina de pagar a arrogância com a humildade e a violência com amor. “Trata teu inimigo com justiça e teu amigo com bondade”, foi seu conselho mais prudente. Sê justo para com teu inimigo, mas não o irrites com teu amor. Seria apenas derramar mais óleo no fogo do seu ódio. Por um lado, é brutal vingar um insulto, por outro é tolo perdoá-lo. Julga-o com justiça e procede de acordo com o devido respeito à tua própria dignidade e aos direitos de teu inimigo. 

2 - Gostava de lidar com os fracassados e de lhes minorar as deficiências.

– “A quem hei de associar-me se não aos sofredores?” Replicou certa vez a um discípulo que lhe censurou os hábitos democráticos. 

3 – Quando seus adeptos pediram que definisse todo o seu código de ética numa só palavra, respondeu: “Não seráReciprocidade essa palavra?” E explicando: “Reciprocidade quer dizer, apenas, que o que não gostais que vos façam, não o fareis a outrem.” 

4 – Não era um extremista sentimental. Suas simpatias eram práticas e não ultrapassavam a natureza humana. “Não nos podemos retirar do mundo” disse “e associar-nos às aves, aos animais que não possuem afinidades conosco.” Não se interessava por animais nem por anjos, mais sim pelos homens. 

5 - Diante de algum julgamento mostrava-se mais interessado em remover a causa do crime do que punir os criminosos. Nesse tempo, o país vivia infestado de pequenos ladrões e salteadores. Alguns cidadãos de elite consultaram-no sobre o que deviam fazer para reprimir esses abusos, e ele respondeu: ” O único meio de acabar com o furto é acabar com vossa própria avidez. Quando deixardes de ser ávidos, não tereis mais bens em excesso para serem furtados por ninguém.”************************************************************************

SABEDORIA
Uma vez perguntaram a Confúcio: - O que mais o surpreende na humanidade?
Confúcio respondeu:
- Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro para recuperá-la. Por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente, de tal forma que acabam por nem viver no presente nem no futuro.
E concluiu:
- Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se não tivessem vivido...

(Confúcio - China: 551 AC - 479 AC)

segunda-feira, 31 de março de 2014

PAPEL AO VENTO



Um senhor, há muito tempo, tanto falou que seu vizinho era ladrão que o rapaz acabou preso! Dias depois, descobriram que era inocente.
O rapaz foi solto, e processou o homem.
No tribunal, o velho diz ao juiz:
- Comentários não causam tanto mal.
E o juiz responde:
- Escreva os comentários num papel, depois pique e jogue os pedaços no caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir a sentença. O senhor obedeceu e voltou no dia seguinte.
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem - disse o juiz. Responde o velho:
- Não posso fazer isso. O vento deve tê-los espalhado, já não sei onde estão. Responde o juiz:
- Da mesma maneira, um simples comentário pode destruir a honra de um homem, a ponto de não podermos consertar o mal. Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada.

Sejamos donos de nossa boca para não sermos escravos de nossas palavras.

Autor desconhecido.

domingo, 30 de março de 2014

INSCRIÇÃO PARA UMA LAREIRA - MÁRIO QUINTANA

A vida é um incêndio: nela
dançamos, salamandras mágicas.
Que importa restarem cinzas?
se a chama foi bela e alta?
Em meio aos toros que desabam,
cantemos a canção das chamas!


Cantemos a canção da vida,
na própria luz consumida...





(QUINTANA, Mário. 80 anos de poesia. São Paulo, Globo, 1998, p,158)

sexta-feira, 28 de março de 2014

MÃOS DADAS (POEMA DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE)

Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.


Não serei o cantor de uma mulher, de uma história.
Não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
Não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
Não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente.


(CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Teresa Cochar. Português Linguagens - 7.ed. reform. São Paulo: Saraiva, 2010 Vol. 3 p. 257)

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