Somos confiáveis?


Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis,
pois os homens serão… ….traidores – 2 Timóteo 3:1,2,4
 
Diz uma ilustração que certa vez dois amigos passeavam pela floresta
até que se depararam com um urso.
Um deles, mais ágil, subiu na árvore mais próxima e em poucos segundos
estava aparentemente seguro.
 
O outro, tomado pelo medo, ficou de início paralisado.
Se lembrou de algo que ouviu e rapidamente se lançou ao chão,
fingindo-se de morto.
 
O urso se aproximou, cheirou sua cabeça e foi embora.
Quando o outro amigo desceu da árvore, brincando, perguntou:
O que o urso lhe disse ao ouvido?
Ele respondeu:
 
Disse que o verdadeiro amigo não abandona o outro numa situação de perigo.
 
Esta pequena fábula explica muito bem o que é traição.
É abandonar o outro quando mais precisa de nós, ou mesmo agir com falsidade,
enganar, ser infiel.
 
Os traidores são pessoas perigosas, pois aparentemente transmitem certa segurança,
mas quando menos se espera são infiéis e descumprem tratos e pactos.
 
Você não acha que o mundo está piorando neste sentido?
Pensemos nos casamentos.
Hoje, sendo estatisticamente conservador, a média de duração de um casamento
é de 10 anos.
Boa parte dos casais se separam porque o pacto de amor e entrega não é tão forte
como a rotina ou a tentação de trocar de marido ou esposa, experimentando algo novo.
 
Na China, tamanha é a preocupação com o crescente número de divórcios
que o correio criou um sistema onde os recém casados escrevem cartas para
o cônjuge que serão entregues aos destinatários após 7 anos.
 
Assim, quando passarem os anos e chegue o pensamento sobre divórcio,
os casais poderão lembrar quais foram os motivos que os uniram.
 
E no âmbito dos relacionamentos?
Por quantas pessoas você colocaria “a mão no fogo”?
Creio que um número menor do que há anos atrás, não é mesmo?
Em tempos tão competitivos onde cada um se importa consigo mesmo
a traição é um recurso usado por muita gente a fim de obter a vitória
e vantagens sobre seus concorrentes.
 
Na Bíblia, dos vários exemplos de traição, o mais impactante deles o caso
de Judas Iscariotes (Lucas 6.17).
Ele esteve com Jesus, ouviu sua mensagem, mas o acompanhava apenas
por interesse.
Entregou o Filho de Deus por miseráveis trinta moedas de prata
 – o preço de um escravo na época.
 
Nesses tempos difíceis em que vivemos, onde a traição se tornou algo comum
e rotineiro, não podemos nos conformar.
O nosso relacionamento vertical (com Deus) e horizontal (com as pessoas)
deve acontecer nas bases da fidelidade e lealdade.
 
E ao meditarmos sobre este tema devemos também olhar para nós mesmos.
Somos pessoas de palavra?
Somos confiáveis?
Cumprimos nossos compromissos?
Somos fiéis com relação a Deus e sua vontade?
Somos fiéis aos amigos, família e cônjuge?
 
Muitas decisões erradas em nossas vidas seriam evitadas se parássemos
para pensar pelo menos um minuto se estamos preparados para as
consequências dos nossos atos.
 
Peçamos a Deus discernimento e sejamos vigilantes.
 
“Vocês nos devem tratar como servidores de Cristo, que foram encarregados
de administrar a realização dos planos secretos de Deus.
 
O que se exige de quem tem essa responsabilidade é que seja fiel ao seu Senhor”.
– 1 Coríntios 4.1,2

Crochet - Bolero 2


Trabalho e oração

A oração constitui um valioso recurso à disposição dos homens.
 Mediante ela, consegue-se acesso a faixas superiores da vida.
 O homem que ora com fervor se previne de muitos males.
 Ao se ligar com esferas espirituais pacíficas e felizes,
gradualmente se ajusta com os ideais que nelas imperam.
 Entretanto, a oração não constitui um mecanismo de
 transferência das próprias responsabilidades.
 Muitas vezes se espera do céu uma solução
decisiva para inúmeros problemas da existência humana.
 Trata-se de uma viciação mental, mediante
 a qual a criatura busca se furtar ao esforço que lhe
 cabe em sua jornada terrena. Para que isso fique claro,
basta lembrar o exemplo de Jesus.
 Ele representa a Misericórdia Divina no planeta.
 Mas, enquanto na carne, não livrou
 ninguém de cuidar dos próprios interesses.
 Auxiliou doentes e aflitos, sem retirá-los das
 questões fundamentais que lhes diziam respeito.
 Zaqueu, o rico prestigiado pela visita que lhe foi feita,
sentiu-se constrangido a modificar a sua conduta.
 Maria de Magdala recebeu carinhosa atenção.
 Contudo, não ficou livre do dever de sustentar-se no
árduo combate da renovação interior. Lázaro,
 reerguido das trevas do sepulcro, nem por isso
 deixou de mais tarde ter de aceitar o desafio da
morte física. Paulo de Tarso foi distinguido por
 um apelo pessoal às portas de Damasco.
 No entanto, a seguir se lançou em uma vida
de sacrifícios para cumprir o papel que lhe
 cabia no mundo. Nessa linha, é totalmente ilógico
 acreditar que basta orar para que todos os
 problemas se resolvam. A oração é preciosa,
mas representa apenas o começo da solução.
 Mediante ela, o homem se fortifica e esclarece.
 A partir daí, forte e lúcido, deve fazer a sua parte.
 Assim, ore, pois isso é mesmo importante. Mas,
 na sequência, trabalhe firme para atingir seus objetivos.
 Se deseja um emprego melhor, estude e se aprimore.
 Desenvolva seus talentos, eduque-se para poder
aproveitar as oportunidades que surgirem em sua vida.
 Se quer saúde, modifique seu estilo de vida. Modere
seus apetites, exercite-se, acalme-se. Caso almeje amigos
 dignos e confiáveis, faça por onde atrair pessoas
boas para sua vida. Discipline-se para manter uma
conversação sadia, seja educado e atencioso,
comporte-se com nobreza. Na hipótese de sonhar
 com um ambiente familiar equilibrado, comece a
construí-lo. Aprenda a perdoar, ouça seus familiares
com atenção, respeite o espaço e as opiniões deles.
 Esse método talvez não pareça sedutor à primeira vista.
 Afinal, pressupõe esforço e disciplina. Entretanto,
ele seguramente dá resultados. Todo esforço digno,
 por mínimo que seja, invariavelmente recebe da vida a melhor resposta.

A Vida é Bela


O que é a vida?
 
Um poeta, certa vez, disse que vida
 “… é pena caída da asa da ave ferida de vale em vale impelida…”
 
Alguns dizem que vida é o intervalo entre o nascer e o morrer.
Outros dizem que é nosso dom mais precioso e como só temos uma vida
devemos saber tomar decisões sábias.
 
Uma coisa é certa. A vida é breve e frágil, muito frágil.
 
Quando tinha cerca de 10 anos fiquei em coma em um CTI por causa de uma doença cerebral.
Houve um momento em que os médicos falaram para mim mãe que tudo o que a medicina
poderia fazer por mim já havia feito e que agora era esperar.
 
Minha mãe e familiares esperaram por cinco dias e então a primeira palavra que disse foi: Mãe?
Confesso a você que não queria ter morrido com aquela idade e, como você pode ver,
Deus também não.
 
Nas minhas reflexões, concluo que todo mundo quer viver.
 
Isso mesmo, não há ninguém que queira morrer.
 
Morrer não é uma opção, é o maior desastre que já se abateu sobre a raça humana.
 
Quando afirmo que ninguém quer morrer quero dizer que até mesmo os suicidas não querem
– de fato – morrer.
Eles estão, na verdade, negando a vida que possuem e não a vida em sua essência.
 
Vou exemplificar:
Todas as pessoas que terminam com sua própria vida estão com sérios problemas emocionais,
pressões quase sobre humanas e então fogem.
 
Não é o lugar certo para fugir ou para se esconder, mas em um momento de fraqueza
e muita dor fazem o impensável.
 
Ter vida longa é uma bênção, mas a quantidade de tempo só tem real significado
de bênção quando é acompanhada de qualidade.
 
E para se ter qualidade de vida só há um caminho.
 
Seguir a palavra de Deus.
 
Ela é o mapa para uma vida próspera e feliz.
 
As pessoas mais felizes que conheço são as que mais seguem a Bíblia!
Amam o próximo, cuidam da sua saúde, vão à igreja, enfim, seguem o exemplo de Cristo. 
 
Então?
O que é a vida?
Lembre-se: você só tem uma.
 
Então, por que não aproveitar esse dia e viver intensamente as coisas certas e boas?
Esse dia está em branco, é você quem vai escrever a história dele.
 
Peça a Deus que lhe dê sabedoria para fazer de hoje um dia que valha a pena ser vivido! 
 

Quando todos colaboram...

Num tranquilo e feliz bairro de subúrbio, onde as casas têm cercas com arranjos de flores, há uma única casa sombria e cujo jardim está morto.

Os vizinhos não têm conhecimento disso, mas ali se encontra o esconderijo secreto de um vilão assustador chamado Gru, que planeja o maior golpe do mundo: ele vai roubar a lua.

Gru acredita que pode vencer qualquer um que cruzar o seu caminho. Isso até o dia em que conhece as garotinhas órfãs Margô, Edith e Agnes.

Elas são as únicas que conseguem ver naquele homem o que ninguém jamais viu: um pai em potencial. E o amor delas mostrará o ser bom que ele é.

Este é o enredo de um desenho animado, traduzido ao idioma português como meu malvado favorito. Parece mais ser uma obra para adultos, tal a profundidade dos ensinamentos.

Ali colhemos, entre tantos, um detalhe deveras interessante. Ocorre que, em determinado ponto da sua estratégia para roubar a lua, Gru se vê sem recursos.

Triste, ele vai até os seus subordinados e confessa estar falido. O banco não lhe dera mais crédito e ele não dispõe de dinheiro para continuar o projeto.

Há tristeza e desencanto na sua voz. Ele é um homem derrotado, fracassado, cujo mais arrojado projeto jamais poderá ser executado.

Exatamente neste momento, adentram o local as três meninas. Gru fala, com leve tom de irritação, que aquela é uma reunião de negócios.

Então Agnes, a menorzinha, de olhos grandes e expressivos, demonstrando que entendera toda a problemática, sorri e ergue seu cofrinho.

É o suficiente. Logo, um dos ajudantes de Gru entende a mensagem e ergue uma nota. O contágio da doação é geral. Cada qual mostra o que tem e está disposto a contribuir.

Por fim, reúne-se o necessário para dar andamento ao projeto.

As imagens são rápidas e engraçadas. Mas o importante a se registrar é o gesto da pequena Agnes.

Ela não tem ideia de quantos mil ou milhões são necessários para concluir o projeto de Gru. Nem cogita ser uma loucura querer roubar o satélite da terra.

Ela se dispõe a contribuir com as moedinhas do seu cofre. E, em total desprendimento, as oferece.

O Princípio da fila Indiana..

Os homens caminham pela face da Terra em fila indiana.

Cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás.

Na sacola da frente, nós colocamos as nossas qualidades.

Na sacola de trás guardamos os nossos defeitos.

Por isso durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes


que possuímos presas em nosso peito.

Ao mesmo tempo, reparamos impiedosamente nas costas do companheiro

que está adiante, todos os defeitos que ele possui.

E nos julgamos melhores que ele, sem perceber que a pessoa andando atrás de nós,

está pensando a mesma coisa a nosso respeito.

Mude sua visão de mundo, ainda dá tempo!

O Poço e a Pedra

Um monge peregrino caminhava por uma estrada quando,
do meio da relva alta, surgiu um homem jovem de grande
estatura e com olhos muito tristes.

Assustado com aquele aparecimento inesperado, o monge
parou e perguntou se poderia fazer algo por ele.

O homem abaixou os olhos e murmurou envergonhado:
- Sou um criminoso, um ladrão.
Perdi o afeto de meus pais e dos meus amigos.
Como quem afunda na lama, tenho praticado crime após crime.
Tenho medo do futuro e não sinto sossego por nenhum instante.

Vejo que o senhor é um monge, livre-me então desse sofrimento,
dessa angústia!
Pediu ajoelhando-se.
O monge, que ouvira tudo em silêncio, fitou os olhos daquele
homem e alguns instantes depois disse:

- Estou com muita sede.
Há alguma fonte por aqui?
Com expressão de surpresa pela repentina pergunta,
o jovem respondeu:

- Sim, há um poço logo ali, porém nele não há roldana, nem balde.
Tenho aqui, no entanto, uma corda que posso amarrar na sua cintura
e descê-lo para dentro do poço.

O senhor poderá tomar água até se saciar.
Quando estiver satisfeito, avise-me que eu o puxarei para cima.
O monge sorrindo aceitou a idéia e logo em seguida encontrava-se
dentro do poço.

Pouco depois, veio a voz do monge:
- Pode puxar!
O homem deu um puxão na corda empregando grande força,
mas nada do monge subir.
Era estranho, pois parecia que a corda estava mais pesada
agora do que no início.
Depois de inúteis tentativas para fazer com que o monge subisse,
o homem esticou o pescoço pela borda, observou a semi-escuridão
do interior do poço para ver o que se passava lá no fundo.

Qual não foi sua surpresa ao ver o monge firmemente agarrado
a uma grande pedra que havia na lateral.
Por um momento ficou mudo de espanto,
para logo em seguida gritar zangado:
- Hei! que é isso? O que faz o senhor aí?
Pare já com essa brincadeira boba!
Está escurecendo, logo será noite.
Vamos, largue essa rocha para que eu possa içá-lo.

De lá de dentro o monge pediu calma ao rapaz, explicando:

- Você é grande e forte, mas mesmo com toda essa força
não consegue me puxar se eu ficar assim agarrado a esta pedra.
É exatamente isso que está acontecendo com você.
Você se considera um criminoso, um ladrão, uma pessoa
que não merece o amor e o afeto de ninguém.
Encontra-se firmemente agarrado a essas idéias.
Desse jeito, mesmo que eu ou qualquer outra pessoa
faça grande esforço para reerguê-lo, não vai adiantar nada.

- Tudo depende de você.
Somente você pode resolver se vai continuar agarrado
ou se vai se soltar.
Se quiser realmente mudar, é necessário que se desprenda
dessas idéias negativas que o vêm mantendo no fundo do poço.

Desprenda-se e liberte-se.
A escuridão nada mais é do que a falta de luz,
assim como o mal é a ausência do bem.

Quando pensamentos negativos turvarem seus pensamentos,
ocultando seus melhores sentimentos, busque a luz da verdade
e o caminho do bem.
Abandone as pedras da ignorância e do medo que o mantêm
prisioneiro de suas próprias imperfeições, nos poços do
egoísmo e do orgulho.

Largue a pedra e acenda a luz!

QUERO TRAZER A MEMÓRIA AQUILO QUE ME DÁ ESPERANÇA

Quanto ao mais, irmãos,
Tudo o que é verdadeiro,
Tudo o que honesto,
Tudo o que é justo,
Tudo o que é puro,
Tudo o que é amável,
Tudo o que é de boa fama,
se há alguma virtude,
se há algum louvor, nisto pensai.
Filipenses 4.8

selo

Ganhei esse selo do Blog Lola Lolae
gracias amiga,besos...

Lucros

No Evangelho, há uma interessante passagem conhecida como A parábola do rico insensato.

Trata-se de um homem que havia trabalhado muito para ajuntar bens.

Quando finalmente se deu por satisfeito, propôs-se a gozar de sua fortuna.

Contudo, o Senhor da vida deliberou nessa mesma noite promover o regresso do rico ao plano espiritual.

Daí se colocou a questão: Para quem seria tudo o que ele tinha ajuntado?



Essa lição não poderia ser mais atual.

Em todos os agrupamentos humanos, palpita a preocupação de ganhar.

O espírito de lucro alcança os setores mais singelos.

Meninos, mal saídos da primeira infância, mostram-se interessados em amontoar egoisticamente alguma coisa.

Mães numerosas abandonam seu lar a desconhecidos, a fim de experimentarem a mina lucrativa.

Pais deixam de dar atenção a sua família, enquanto multiplicam ao extremo as horas de trabalho.

Nesse sentido, a maioria das criaturas converte a marcha evolutiva em corrida inquietante.

No entanto, por trás do sepulcro, ponto de chegada de todos os que saíram do berço, a verdade aguarda o homem e interroga: O que você trouxe?

O infeliz tende a responder que reuniu vantagens materiais.

Diz que se esforçou para assegurar a posição tranquila de si mesmo e dos seus.

Examinada, porém, a sua bagagem, quase sempre as pretensas vitórias são derrotas fragorosas.

Elas não constituem valores da alma, nem trazem o selo dos bens eternos.

Atingida semelhante equação, o viajor olha para trás e sente frio.

Prende-se, de maneira inexplicável, aos resultados de tudo o que amontoou na crosta da Terra.

A sua consciência se enche de sombrias nuvens.

E a voz do Evangelho lhe soa aos ouvidos: Pobre de você, porque seus lucros foram perdas desastrosas.

E o que tem ajuntado, para quem será?

É importante meditar sobre essa lição enquanto se está a caminho.

Os bens do mundo são preciosos enquanto instrumentos de realização da paz.

O trabalho é um meio de vida e não de morte.

A título de enriquecer ou ter mais conforto não compensa esquecer o essencial.

É inútil brindar os filhos com coisas e não se fazer presente em suas vidas, com palavras e exemplos dignos.

As posições tão cobiçadas no mundo sempre terminam por trocar de mãos.

Constitui loucura convertê-las no objetivo da existência.

É preciso viver no mundo, sem ser do mundo.

Fazer os sacrifícios necessários à vida na Terra.

Mas jamais esquecer que se está apenas de passagem por ela, com destino ao infinito.

Os Cegos e o Elefante

Numa cidade da Índia viviam sete sábios cegos.
Como os seus conselhos eram sempre excelentes,
todas as pessoas que tinham problemas recorriam à sua ajuda.

Embora fossem amigos, havia uma certa rivalidade entre eles
que, de vez em quando, discutiam sobre qual seria o mais sábio.

Certa noite, depois de muito conversarem acerca da verdade da vida
e não chegarem a um acordo, o sétimo sábio ficou tão aborrecido
que resolveu ir morar sozinho numa caverna da montanha.

Disse aos companheiros:
- Somos cegos para que possamos ouvir e entender melhor
que as outras pessoas a verdade da vida.

E, em vez de aconselhar os necessitados, vocês ficam aí
discutindo como se quisessem ganhar uma competição.
Não aguento mais! Vou-me embora.

No dia seguinte, chegou à cidade um comerciante montado
num enorme elefante.
Os cegos nunca tinham tocado nesse animal e correram
para a rua ao encontro dele.

O primeiro sábio apalpou a barriga do animal e declarou:
“Trata-se de um ser gigantesco e muito forte!
Posso tocar nos seus músculos e eles não se movem; parecem paredes…”

“Que palermice!” – disse o segundo sábio, tocando nas presas do elefante.
– “Este animal é pontiagudo como uma lança, uma arma de guerra…”

“Ambos se enganam” – retorquiu o terceiro sábio, que apertava
a tromba do elefante.
“Este animal é idêntico a uma serpente!
Mas não morde, porque não tem dentes na boca.
É uma cobra mansa e macia…”

“Vocês estão totalmente alucinados!”
– gritou o quinto sábio, que mexia nas orelhas do elefante.
“Este animal não se parece com nenhum outro.

Os seus movimentos são bamboleantes, como se o seu corpo fosse
uma enorme cortina ambulante…”

“Vejam só!
Todos vocês, mas todos mesmos, estão completamente errados!”
– irritou-se o sexto sábio, tocando a pequena cauda do elefante.
– “Este animal é como uma rocha com uma corda presa no corpo.
Posso até pendurar-me nele.”

E assim ficaram horas debatendo, aos gritos, os seis sábios.
Até que o sétimo sábio cego, o que agora habitava a montanha,
apareceu conduzido por uma criança.

Ouvindo a discussão, pediu ao menino que desenhasse no chão
a figura do elefante.
Quando tateou os contornos do desenho, percebeu que todos os
sábios estavam certos e enganados ao mesmo tempo.

Agradeceu ao menino e afirmou:

“É assim que os homens se comportam perante a verdade.

Pegam apenas numa parte, pensam que é o todo, e continuam tolos!”

A IMPORTÂNCIA DO ENTUSIASMO

A palavra Entusiasmo vem do grego e significa ter um Deus dentro de si. Os gregos eram panteístas, isto é, acreditavam em vários deuses. A pessoa entusiasmada era aquela possuída por um dos deuses e, por causa disso, poderia transformar a natureza e fazer as coisas acontecerem. Assim, se você fosse entusiasmado por Ceres (Deusa da Agricultura), você seria capaz de fazer acontecer a melhor colheita e assim por diante.

Segundo os gregos, só as pessoas entusiasmadas eram capazes de vencer desafios do cotidiano. Era preciso, portanto, entusiasmar-se. Assim, o entusiasmo é diferente do otimismo. Otimismo significa acreditar que uma coisa vai dar certo. Talvez, até torcer para que dê certo. Muita gente confunde otimismo com entusiasmo.

No mundo de hoje, é preciso ser entusiasmado. A pessoa entusiasmada é aquela que acredita na sua capacidade de transformar as coisas, de fazer dar certo. Entusiasmada é a pessoa que acredita em si. Acredita nos outros. Acredita na força que as pessoas têm de transformar o mundo e a própria realidade. E só há uma maneira para ser entusiasmado. É agir entusiasticamente!

Se formos esperar ter as condições ideais primeiro, para depois nos entusiasmarmos, jamais nos entusiasmaremos com coisa alguma, pois sempre teremos razões para não nos entusiasmarmos. Não é o sucesso que traz o entusiasmo, é o entusiasmo que traz o sucesso!

Conheço pessoas que ficam esperando as condições melhorarem, a vida melhorar, o sucesso chegar para depois se entusiasmarem. A verdade é que jamais se entusiasmarão com coisa alguma. O entusiasmo é que traz a nova visão da vida. Nesta semana, gostaria de perguntar a você, como vai o seu entusiasmo. Como vai o seu entusiasmo pelo Brasil, pela sua empresa, pelo seu emprego, pela sua família, pelos seus filhos, pelo sucesso de seus amigos?

Se você é daqueles que acha impossível entusiasmar-se com as condições atuais, acredite – jamais sairá dessa situação. É preciso acreditar em você. Acreditar na sua capacidade de vencer, de construir o sucesso, de transformar a realidade. Deixe de lado todo o seu negativismo. Deixe de lado o ceticismo. Abandone a descrença e seja entusiasmado pela sua vida e principalmente entusiasmado com você. Você verá a diferença!

Faça como os passarinhos: comece o dia cantando. A música é alimento para o espírito. Cante qualquer coisa, cante desafinado, mas cante! Cantar dilata os pulmões e abre a alma para tudo de bom que a vida tem a oferecer. Se insistir em não cantar, ao menos ouça muita música e deixe-se absorver por ela.

Ria da vida, ria dos problemas, ria de você mesmo. A gente começa a ser feliz quando é capaz de rir da gente mesmo. Ria das coisas boas que lhe acontecem, ria das besteiras que você já fez. Ria abertamente para que todos possam se contagiar com a sua alegria.

Não se deixe abater pelos problemas. Se você procurar se convencer de que está bem, vai acabar acreditando que realmente está e, quando menos perceber, vai se sentir realmente bem. O bom humor, assim como o mau humor, é contagiante. Qual deles você escolhe?

Se você estiver bem-humorado, as pessoas ao seu redor também ficarão e isso lhe dará mais força. Leia coisas positivas. Leia bons livros, leia poesia, porque a poesia é a arte de aceitar a alma. Leia romances, leia a Bíblia, histórias de amor, ou qualquer coisa que faça reavivar seus sentimentos mais íntimos, mais puros.

Pratique algum esporte. O peso da cabeça é muito grande e tem de ser contrabalançado com alguma coisa! Você certamente vai se sentir bem disposto, mais animado, mais jovem. Encare suas obrigações com satisfação. É maravilhoso quando se gosta do que faz, ponha amor em tudo que está ao seu alcance. Nenhuma barreira é intransponível se você estiver disposto a lutar contra ela; se seus propósitos forem positivos, nada poderá detê-los. Não deixe que seus problemas se acumulem, resolva-os logo.

Fale, converse, explique, discuta, brigue: o que mata é o silêncio, o rancor. Exteriorize tudo, deixe que as pessoas saibam que você as estima, as ama, precisa delas, principalmente em família. Amar não é vergonha, pelo contrário, é lindo!

Cultive o seu interior e ele extravasará beleza por todos os poros.

Não tente, faça. Você pode!


João Roberto Gretz
Professor, palestrante e autor de livros como “A Força do Entusiasmo”, “Vida com Qualidade” e “Viabilizando Talentos”.

Crochet - Toalhinha de Squares 2




Mais uma toalhinha de Squares.
Abaixo vejam mais gráficos\patterns de Toalhinhas em crochet:


O JUMENTO

Um jumentinho, voltando para sua casa, todo contente, fala para sua mãe:

- Fui a uma cidade, e quando lá cheguei, fui aplaudido, a multidão gritava alegre,
estendia seus mantos pelo chão...

Todos, estavam contentes com minha presença.
Sua mãe questionou se ele estava só e o burrinho disse:
-Não, estava levando um homem com o nome de Jesus.

Então, sua mãe falou:

-Filho, volte a essa cidade, mas agora sozinho.

Então o burrinho respondeu:

- Quando eu tiver uma oportunidade, voltarei lá...

Quando retornou a essa cidade sozinho, todos que passavam por ele,
fizeram o inverso, maltratavam, xingavam e até mesmo batiam nele.

Voltando para sua casa, disse para sua mãe:

- Estou triste, pois nada aconteceu comigo. Nem palmas, nem mantos, nem honra...
Só apanhei, fui xingado e maltratado. Eles não me reconheceram, mamãe...

Indignado o burrinho disse a sua mãe:

- Porque isso aconteceu comigo?

Sua mãe respondeu:

- Meu filho querido, você sem JESUS é só um jumento...

LEMBRE-SE SEMPRE DISSO....!

Texto da verdade

"Você nasceu no lar que precisava nascer, vestiu o corpo físico que merecia, mora onde melhor Deus te proporcionou, de acordo com o teu adiantamento.
Você possui os recursos financeiros coerentes com tuas necessidades... nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.
Seu ambiente de trabalho é o que você elegeu espontaneamente para a sua realização.
Teus parentes e amigos são as almas que você mesmo atraiu, com tua própria afinidade.
Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.
Você escolhe, recolhe, elege, atrai, busca, expulsa, modifica tudo aquilo que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes. São as fontes de atração e repulsão na jornada da tua vivência.
Não reclame, nem se faça de vítima. Antes de tudo, analisa e observa.
A mudança está em tuas mãos.
Reprograma tua meta, busca o bem e você viverá melhor.
Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim."

(Chico Xavier)

Este texto realmente me chamou a atenção, me confrontou e me desafiou. Espero que ele provoque isso em você também.

Dois jovens Moravianos, de 20 anos ouviram sobre uma ilha no Leste da Índia
cujo dono era um Britânico agricultor e ateu, este tinha tomado das florestas da África
mais de 2000 pessoas e feito delas seus escravos, essas pessoas iriam viver e morrer
sem nunca ouvirem falar de Cristo.

Esses jovens fizeram contato com o dono da ilha e perguntaram se poderiam ir para lá
como missionários, a resposta do dono foi imediata:

” Nenhum pregador e nenhum clérico chegaria a essa ilha para falar
sobre essa coisa sem sentido”.

Então eles voltaram a orar e fizeram uma nova proposta:
“E se fossemos a sua ilha como seus escravos para sempre?”, o homem disse que aceitaria,
mas não pagaria nem mesmo o transporte deles.

Então os jovens usaram o valor de sua própria venda para custear sua viagem.
No dia que estavam no porto se despedindo do grupo de oração e de suas famílias
o choro de todos era intenso, pois sabiam que nunca mais veriam aqueles irmãos tão queridos,
quando o navio tomou certa distância eles dois se abraçaram e gritaram suas ultimas
palavras que foram ouvidas:

"QUE O CORDEIRO QUE FOI IMOLADO RECEBA
A RECOMPENSA DO SEU SOFRIMENTO"!

Página do caminho

Para se lançar nas atividades do bem, não aguarde o companheiro perfeito.

A perfeição não costuma se fazer presente na rota dos seres em evolução.

Você esperava ansiosamente a criatura irmã para formar o lar mais ditoso.

Entretanto, o matrimônio lhe trouxe alguém a reclamar sacrifício e ternura.

Contava com seu filho para ser um amigo próximo e fiel, a compartilhar seus sonhos e ideais.

Contudo, ele alcançou a mocidade e fez-se homem sem se interessar por seus projetos.

Você se amparava no companheiro de ideal, que lhe parecia digno e dedicado.

Mas, de um momento para o outro, a amizade pura degenerou em discórdia e indiferença.

Mantinha fé no orientador que parecia venerável, em suas palavras sábias e em seus atos convincentes.

No entanto, um dia ele caiu de modo formidável, arrastado por tentações de que não se preveniu a contento.

É compreensível e humana a dor de ver ruírem esperanças e relações.

Contudo, embora mais solitário, continue firme no trabalho edificante que lhe constitui o ideal.

Cada homem carrega consigo seus potenciais e dificuldades.

A queda e a deserção de um não justificam as de outro.

Sempre é possível mirar-se em quem cai e passa a rastejar.

Entretanto, convém antes pensar nos que seguem adiante, altivos e valorosos.

De um modo ou de outro, cada homem responde pelas consequências que gera.

Na hora de enfrentá-las, será de pouco conforto lembrar que outros também padecem pela adoção de semelhante conduta.

É normal desejar companheiros de ideais e afeições puras nas quais se fortaleça.

Mas, quase sempre, aqueles a quem você considera como os afetos mais doces possuem importantes fragilidades.

Deseja que sejam autênticos sustentáculos na luta, quando simbolizam tarefas que solicitam renúncia e amor de sua parte.

Se deseja viver no bem, não valorize o gelo da indiferença e o fel da incompreensão.

Lembre-se de que o coração mais belo que pulsou entre os homens respirava na multidão e seguia só.

Possuía legiões de Espíritos angélicos.

Mas aproveitou o concurso de amigos frágeis que O abandonaram na hora extrema.

Ajudava a todos e chorou sem ninguém.

Mas, ao carregar a cruz, no monte áspero, continuou a legar preciosas lições à Humanidade.

Ensinou que as asas da Imortalidade podem ser extraídas do fardo de aflição.

Também mostrou que, no território moral do bem, alma alguma caminha solitária.

Embora a aparente derrota no mundo, todas seguem amparadas por Deus rumo a destinos gloriosos.

Amor incondicional entre um cão e um menino doente....





Cão que seria eutanasiado em abrigo é adotado e salva a vida de garoto doente.

Qualquer pessoa que adota um cão ou gato de um abrigo pode perceber que há algo em comum a todo animal resgatado: ele recebeu uma segunda chance de vida. Este é certamente o caso de Juno, uma cadela da raça Belgian Malinois que foi resgatada de um abrigo poucos dias antes de ser eutanasiada. Mas desde que foi viver com sua nova família em Alcoa, Tennessee, EUA, Juno também assumiu o papel de salvadora do garoto Lucas Hembree, de 4 anos de idade. As informações são do site Global Animal.
Lucas sofre da “Síndrome de Sanfilippo”, uma doença hereditária que ataca o metabolismo e é causada pela ausência ou mau funcionamento de uma enzima necessária para quebrar as moléculas de glicose. Conforme a doença avança, as crianças perdem a capacidade de falar, andar e comer. A doença também causa sérios danos neurológicos que levam a comportamento agressivo, hiperatividade e convulsões.
“A pior notícia que os pais podem ouvir quando aprendem sobre esta doença é que ela não tem cura ou tratamento”, disse Chester, pai de Lucas.
A menos que algo extraordinário aconteça, Lucas tem uma expectativa de viver até os 15 anos e talvez em estado vegetativo a partir de quando atingir os 8 anos de idade. Percebendo que cada momento é extremamente precioso, Chester e sua esposa Jennifer querem proporcionar ao filho o máximo de boas experiências que ele possa vivenciar enquanto tem a capacidade de aproveitá-las.
Oração e Persistência
Quando a doença começou a atingir as articulações de Lucas, Chester pensou em procurar um cão para ajudar quando Lucas caminhasse. “Ouvi dizer que não seria bom para Lucas contar com o apoio de um cão devido ao seu processo de deterioração de habilidades e ao seu comportamento”, disse Chester. “Eu me recusei a aceitar essa afirmação”.
Uma combinação de oração e persistência levaram Chester a Juno. “Me deparei com um anúncio sobre ela em um site de resgate de cães”, disse ele, “e tive uma sensação no estômago de que eu deveria ver este cão”.
A família inteira fez uma viagem de duas horas para encontrar Juno, que estava sendo mantida em um abrigo no leste de Tennessee. “Ela estava magra, e poucos dias depois seria eutanasiada”, segundo Chester. “Ela tinha sido entregue ao abrigo, por seus tutores, que a rejeitaram devido à sua raça”.
Felizmente, Chester a aceitou. Ele havia conhecido cães da raça de Juno quando trabalhou como agente há anos atrás, pois estes cães costumam ser treinados para trabalhos junto à polícia.
Juno ajuda Lucas a ficar tranquilo
Chester testou se Juno teria um comportamento amigável para com Lucas e, ao colocá-la próxima do menino, disse que os dois ficaram amigos imediatamente, como almas gêmeas.
Os Hembrees levaram Juno para casa e passaram a tratá-la com amor e carinho.
Logo no início, perceberam algo instintivo em seu comportamento. Um dia, Chester percebeu que Juno andava em círculos ao redor de Lucas enquanto ele estava em sua cadeira de rodas. “Ela estava gemendo e empurrando-o com o focinho”, conforme conta Chester, que foi checar os níveis de oxigênio e percebeu que estavam muito baixos. Após aumentar a carga de oxigênio de Lucas, ele voltou ao normal e Juno comportou-se como se estivesse agradecendo, com gestos de afeto.
“Foi quando notei que ela tem habilidade para captar as alterações neurológicas de Lucas”, diz Chester. “Agora ela nos alerta quando Lucas está para ter uma convulsão ou quando seus níveis de oxigênio estão baixos. Ela salvou a vida dele várias vezes”.
Juno tornou-se literalmente um ombro para Lucas se apoiar ao andar, e uma influência tranqüilizadora quando ele está agitado. E quando precisa afastar Juno de Lucas por alguns momentos para algum procedimento, Chester diz que tem dificuldade: “Você não vê um sem o outro por perto”, diz ele. “Realmente parece que é assim que tinha que ser”.

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Eis o perigo de mexer com pessoas inteligentes....

Eis o perigo de mexer com pessoas inteligentes....

O humorista Danilo Gentili postou a seguinte piada no seu twitter:

"King Kong, um macaco que, depois que vai para a cidade e fica famoso, pega uma loira. Quem ele acha que é? Jogador de futebol?"

A ONG Afrobras se posicionou contra: "Nos próximos dias devemos fazer uma carta de repúdio. Estamos avaliando ainda uma representação criminal", diz José Vicente, presidente da ONG. "Isso foi indevido, inoportuno, de mau gosto e desrespeitoso. Desrespeitou todos os negros brasileiros e também a democracia. Democracia é você agir com responsabilidade" , avalia Vicente.

Alguns minutos após escrever seu primeiro "twitter" sobre King Kong, Gentili tentou se justificar no microblog:

"Alguém pode me dar uma explicação razoável por que posso chamar gay de veado, gordo de baleia, branco de lagartixa, mas nunca um negro de macaco?" (GENIAL) "Na piada do King Kong, não disse a cor do jogador. Disse que a loira saiu com o cara porque é famoso. A cabeça de vocês é que têm preconceito."

Mas, calma! Essa não foi a tal resposta genial que está no título, e sim ESTA:

"Se você me disser que é da raça negra, preciso dizer que você também é racista, pois, assim como os criadores de cachorros, acredita que somos separados por raças. E se acredita nisso vai ter que confessar que uma raça é melhor ou pior que a outra, pois, se todas as raças são iguais, então a divisão por raça é estúpida e desnecessária. Pra que perder tempo separando algo se no fundo dá tudo no mesmo?

Quem propagou a ideia que "negro" é uma raça foram os escravagistas. Eles usaram isso como desculpa para vender os pretos como escravos: "Podemos tratá-los como animais, afinal eles são de uma outra raça que não é a nossa. Eles são da raça negra".

Então quando vejo um cara dizendo que tem orgulho de ser da raça negra, eu juro que nem me passa pela cabeça chamá-lo de macaco, MAS SIM DE BURRO.

Falando em burro, cresci ouvindo que eu sou uma girafa. E também cresci chamando um dos meus melhores amigos de elefante. Já ouvi muita gente chamar loira caucasiana de burra, gay de v***** e ruivo de salsicha, que nada mais é do que ser chamado de restos de porco e boi misturados.

Mas se alguém chama um preto de macaco é crucificado. E isso pra mim não faz sentido. Qual o preconceito com o macaco? Imagina no zoológico como o macaco não deve se sentir triste quando ouve os outros animais comentando:

- O macaco é o pior de todos. Quando um humano se xinga de burro ou elefante dão risada. Mas quando xingam de macaco vão presos. Ser macaco é uma coisa terrível. Graças a Deus não somos macacos.

Prefiro ser chamado de macaco a ser chamado de girafa. Peça a um cientista que faça um teste de Q.I. com uma girafa e com um macaco. Veja quem tira a maior nota.

Quando queremos muito ofender e atacar alguém, por motivos desconhecidos, não xingamos diretamente a pessoa, e sim a mãe dela. Posso afirmar aqui então que Darwin foi o maior racista da história por dizer que eu vim do macaco?

Mas o que quero dizer é que na verdade não sei qual o problema em chamar um preto de preto. Esse é o nome da cor não é? Eu sou um ser humano da cor branca. O japonês da cor amarela. O índio da cor vermelha. O africano da cor preta. Se querem igualdade deveriam assumir o termo "preto" pois esse é o nome da cor. Não fica destoante isso: "Branco, Amarelo, Vermelho, Negro"?. O Darth Vader pra mim é negro. Mas o Bill Cosby, Richard Pryor e Eddie Murphy que inspiram meu trabalho, não. Mas se gostam tanto assim do termo negro, ok, eu uso, não vejo problemas. No fim das contas, é só uma palavra. E embora o dicionário seja um dos livros mais vendidos do mundo, penso que palavras não definem muitas coisas e sim atitudes.

Digo isso porque a patrulha do politicamente correto é tão imbecil e superficial que tenho absoluta certeza que serei censurado se um dia escutarem eu dizer: "E aí seu PRETO, senta aqui e toma uma comigo!". Porém, se eu usar o tom correto e a postura certa ao dizer "Desculpe meu querido, mas já que é um afrodescendente, é melhor evitar sentar aqui. Mas eu arrumo uma outra mesa muito mais bonita pra você!" Sei que receberei elogios dessas mesmas pessoas; afinal eu usei os termos politicamente corretos e não a palavra "preto" ou "macaco", que são palavras tão horríveis.

Os politicamente corretos acham que são como o Superman, o cara dotado de dons superiores, que vai defender os fracos, oprimidos e impotentes. E acredite: isso é racismo, pois transmite a ideia de superioridade que essas pessoas sentem de si em relação aos seus "defendidos"

Agora peço que não sejam racistas comigo, por favor. Não é só porque eu sou branco que eu escravizei um preto. Eu juro que nunca fiz nada parecido com isso, nem mesmo em pensamento. Não tenham esse preconceito comigo. Na verdade, SOU ÍTALO-DESCENDENTE. ITALIANOS NÃO ESCRAVIZARAM AFRICANOS NO BRASIL. VIERAM PRA CÁ E, ASSIM COMO OS PRETOS, TRABALHARAM NA LAVOURA. A DIFERENÇA É QUE ESCRAVA ISAURA FEZ MAIS SUCESSO QUE TERRA NOSTRA.

Ok. O que acabei de dizer foi uma piada de mau gosto porque eu não disse nela como os pretos sofreram mais que os italianos. Ok. Eu sei que os negros sofreram mais que qualquer raça no Brasil. Foram chicoteados. Torturados. Foi algo tão desumano que só um ser humano seria capaz de fazer igual. Brancos caçaram negros como animais. Mas também os compraram de outros negros. Sim. Ser dono de escravo nunca foi privilégio caucasiano, e sim da sociedade dominante. Na África, uma tribo vencedora escravizava a outra e as vendia para os brancos sujos.

Lembra que eu disse que era ítalo-descendente? Então. Os italianos podem nunca ter escravizados os pretos, mas os romanos escravizaram os judeus. E eles já se vingaram de mim com juros e correção monetária, pois já fui escravo durante anos de um carnê das Casas Bahia.

Se é engraçado piada de gay e gordo, por que não é a de preto? Porque foram escravos no passado hoje são café com leite no mundo do humor? É isso? Eu posso fazer a piada com gay só porque seus ancestrais nunca foram escravos? Pense bem, talvez o gay na infância também tenha sofrido abusos de alguém mais velho com o chicote.

Se você acha que vai impor respeito me obrigando a usar o termo "negro" ou "afrodescendente" , tudo bem, eu posso fazer isso só pra agradar. Na minha cabeça, você será apenas preto e eu, branco, da mesma raça - a raça humana. E você nunca me verá por aí com uma camiseta escrita "100% humano", pois não tenho orgulho nenhum de ser dessa raça que discute coisas idiotas de uma forma superficial e discrimina o próprio irmão."